Abilio diz que BRT vai melhorar ônibus, mas não resolverá o trânsito
Gestor explica que novas obras foram adiadas para evitar mais impactos no trânsito enquanto intervenções atuais não são concluídas
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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), avaliou que as obras do BRT e as intervenções em andamento na Capital não devem representar uma solução completa para os problemas de mobilidade urbana. Segundo ele, o projeto deve trazer ganhos para quem utiliza o transporte coletivo, mas poderá limitar a circulação dos demais veículos em algumas regiões.
O prefeito afirmou que a população não deve esperar uma grande mudança no trânsito geral da cidade após a conclusão das obras.
De acordo com Abilio, o corredor do BRT terá como principal benefício a redução do tempo de deslocamento dos ônibus, tornando o transporte coletivo mais rápido. Porém, ele avalia que a reorganização das vias poderá afetar o espaço destinado aos carros.
“Vai melhorar para o transporte coletivo, mas não significa que vai resolver toda a mobilidade urbana”, afirmou.
O prefeito disse que a administração municipal já tem projetos preparados para ampliar a capacidade viária de Cuiabá, entre eles um viaduto na Avenida Arquimedes Pereira Lima, próximo ao Córrego do Barbado, e uma intervenção na região do Círculo Militar.
Entretanto, segundo Abilio, a Prefeitura optou por não iniciar novas obras neste momento para evitar que a cidade enfrente ainda mais dificuldades no trânsito enquanto outros grandes projetos ainda estão em andamento.
Entre as intervenções citadas estão obras ligadas ao BRT, ao Complexo Leblon, à região da Prainha e a trechos da Avenida Miguel Sutil.
“Não dá para abrir novas frentes e causar mais transtornos enquanto outras ainda estão sendo concluídas”, afirmou.
Abilio explicou que a implantação do BRT na Avenida do CPA vai alterar a dinâmica do trânsito no local. Segundo ele, o corredor exclusivo ocupará uma área que atualmente é utilizada por veículos que trafegam em maior velocidade.
O prefeito também destacou que a criação das estações exigirá novos pontos de travessia para pedestres, o que poderá gerar interrupções no fluxo.
Além disso, ele afirmou que vagas de estacionamento ao longo da avenida devem ser reduzidas ou retiradas para evitar impactos na circulação.
Apesar de defender a conclusão da obra, Abilio voltou a questionar o formato adotado para o BRT. Para ele, o projeto não levou em consideração as características específicas da Avenida do CPA.
Na avaliação do prefeito, o modelo aplicado em outras cidades não poderia ser simplesmente reproduzido em Cuiabá devido às diferenças na estrutura da via.
Mesmo com as críticas, Abilio afirmou que não pretende impedir a continuidade do projeto, que está em execução há anos.
“É uma obra que começou há muito tempo. O papel da Prefeitura agora é acompanhar e buscar minimizar os impactos para a população”, declarou.
O prefeito afirmou que a população não deve esperar uma grande mudança no trânsito geral da cidade após a conclusão das obras.
De acordo com Abilio, o corredor do BRT terá como principal benefício a redução do tempo de deslocamento dos ônibus, tornando o transporte coletivo mais rápido. Porém, ele avalia que a reorganização das vias poderá afetar o espaço destinado aos carros.
“Vai melhorar para o transporte coletivo, mas não significa que vai resolver toda a mobilidade urbana”, afirmou.
O prefeito disse que a administração municipal já tem projetos preparados para ampliar a capacidade viária de Cuiabá, entre eles um viaduto na Avenida Arquimedes Pereira Lima, próximo ao Córrego do Barbado, e uma intervenção na região do Círculo Militar.
Entretanto, segundo Abilio, a Prefeitura optou por não iniciar novas obras neste momento para evitar que a cidade enfrente ainda mais dificuldades no trânsito enquanto outros grandes projetos ainda estão em andamento.
Entre as intervenções citadas estão obras ligadas ao BRT, ao Complexo Leblon, à região da Prainha e a trechos da Avenida Miguel Sutil.
“Não dá para abrir novas frentes e causar mais transtornos enquanto outras ainda estão sendo concluídas”, afirmou.
Abilio explicou que a implantação do BRT na Avenida do CPA vai alterar a dinâmica do trânsito no local. Segundo ele, o corredor exclusivo ocupará uma área que atualmente é utilizada por veículos que trafegam em maior velocidade.
O prefeito também destacou que a criação das estações exigirá novos pontos de travessia para pedestres, o que poderá gerar interrupções no fluxo.
Além disso, ele afirmou que vagas de estacionamento ao longo da avenida devem ser reduzidas ou retiradas para evitar impactos na circulação.
Apesar de defender a conclusão da obra, Abilio voltou a questionar o formato adotado para o BRT. Para ele, o projeto não levou em consideração as características específicas da Avenida do CPA.
Na avaliação do prefeito, o modelo aplicado em outras cidades não poderia ser simplesmente reproduzido em Cuiabá devido às diferenças na estrutura da via.
Mesmo com as críticas, Abilio afirmou que não pretende impedir a continuidade do projeto, que está em execução há anos.
“É uma obra que começou há muito tempo. O papel da Prefeitura agora é acompanhar e buscar minimizar os impactos para a população”, declarou.
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Publicado originalmente em infoverus.com.br



