Abilio rebate Katiuscia e diz que bancada do Podemos pediu secretaria; prefeito confirma convite a Ilde
Prefeito afirma que vereadores procuraram a Prefeitura no início do mandato em busca de espaço na gestão e nega que convite a Ilde Taques tenha sido feito para interferir na disputa pela presidência da Câmara
Por Vinicius Ferreira3 min de leitura

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), rebateu nesta terça-feira (22) as declarações da vereadora Katiuscia Manteli (Podemos) sobre uma suposta oferta de secretarias ao vereador Ilde Taques (Podemos) para que ele desistisse da disputa pela presidência da Câmara Municipal. Segundo o chefe do Executivo, a versão apresentada pela parlamentar “não corresponde aos fatos” e desconsidera que a própria bancada do Podemos procurou a Prefeitura, no início do mandato, em busca de maior participação na administração.
De acordo com Abilio, o encontro ocorreu logo após a filiação de Katiuscia Manteli, Ilde Taques e outros parlamentares ao Podemos. Conforme o prefeito, uma comitiva da legenda esteve na Prefeitura solicitando espaço na gestão municipal, incluindo o comando de uma secretaria.
“Após a filiação de Ilde, Katiúsa e outros parlamentares ao Podemos, recebi uma comitiva do partido na Prefeitura. Naquela ocasião, Ilde solicitou uma parceria administrativa, pleiteando a gestão de uma secretaria. Deixei claro que não trabalho dessa forma e que a gestão pública não se pauta por trocas de cargos”, afirmou.
Segundo Abilio, a negativa provocou um desgaste na relação entre o Executivo e a bancada do Podemos logo no início da legislatura.
Convite a Ilde
Apesar de negar qualquer negociação envolvendo cargos em troca de apoio político, o prefeito confirmou que, em outro momento, convidou Ilde Taques para integrar o primeiro escalão da administração municipal. Ele afirmou, porém, que a proposta teve motivação diferente da apresentada por Katiuscia.
De acordo com Abilio, naquele período o vereador já demonstrava disposição para abrir mão da candidatura à presidência da Câmara Municipal em favor da atual presidente, Paula Calil (PL), além de manifestar insatisfação com a permanência no Legislativo caso não fosse eleito.
“Diante disso, convidei-o para colaborar com o Poder Executivo, não para entregar o comando de uma secretaria ao partido, mas para reconhecer sua atuação e integrá-lo ao trabalho da Prefeitura, uma vez que ele já manifestava o desejo de deixar a Câmara”, declarou.
Segundo o prefeito, como não houve consenso entre as partes, a negociação acabou não avançando.
Resposta às declarações de Katiuscia
As declarações de Abilio foram dadas após Katiuscia Manteli afirmar que a bancada do Podemos nunca pediu uma secretaria ao Executivo. Segundo a vereadora, o grupo buscou apenas maior participação política na administração municipal.
Ainda conforme Katiuscia, a proposta para que Ilde Taques assumisse uma secretaria partiu do próprio prefeito. Na avaliação da parlamentar, a nomeação retiraria o vereador da disputa pela presidência da Câmara Municipal, favorecendo outro grupo político na eleição da Mesa Diretora.
Disputa segue aberta
Ao comentar a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028, Abilio avaliou que o cenário permanece indefinido e afirmou que nenhum dos grupos possui, neste momento, os 14 votos necessários para garantir a vitória.
Segundo o prefeito, a tendência é que, encerrada a primeira etapa das eleições de 2026, os vereadores retomem as articulações políticas voltadas à composição da futura Mesa Diretora, levando em consideração também os projetos de reeleição.
Críticas à atuação da vereadora
Abilio também comentou a postura política de Katiuscia Manteli após a mudança da parlamentar para o Podemos, partido presidido em Mato Grosso pelo deputado estadual Max Russi. Na avaliação do prefeito, a vereadora passou a ocupar um espaço político mais alinhado à sua trajetória e ao posicionamento adotado desde que deixou a base do governo municipal.
“Embora ela se declare oposição, observo que sua atuação sempre esteve alinhada a esse campo. Acredito que ela se sente mais à vontade e articulada na oposição do que quando integrava a base governista”, afirmou.
Apesar das críticas, Abilio ressaltou que mantém uma relação institucional com Katiuscia Manteli e com os demais vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá, independentemente das divergências políticas.
De acordo com Abilio, o encontro ocorreu logo após a filiação de Katiuscia Manteli, Ilde Taques e outros parlamentares ao Podemos. Conforme o prefeito, uma comitiva da legenda esteve na Prefeitura solicitando espaço na gestão municipal, incluindo o comando de uma secretaria.
“Após a filiação de Ilde, Katiúsa e outros parlamentares ao Podemos, recebi uma comitiva do partido na Prefeitura. Naquela ocasião, Ilde solicitou uma parceria administrativa, pleiteando a gestão de uma secretaria. Deixei claro que não trabalho dessa forma e que a gestão pública não se pauta por trocas de cargos”, afirmou.
Segundo Abilio, a negativa provocou um desgaste na relação entre o Executivo e a bancada do Podemos logo no início da legislatura.
Convite a Ilde
Apesar de negar qualquer negociação envolvendo cargos em troca de apoio político, o prefeito confirmou que, em outro momento, convidou Ilde Taques para integrar o primeiro escalão da administração municipal. Ele afirmou, porém, que a proposta teve motivação diferente da apresentada por Katiuscia.
De acordo com Abilio, naquele período o vereador já demonstrava disposição para abrir mão da candidatura à presidência da Câmara Municipal em favor da atual presidente, Paula Calil (PL), além de manifestar insatisfação com a permanência no Legislativo caso não fosse eleito.
“Diante disso, convidei-o para colaborar com o Poder Executivo, não para entregar o comando de uma secretaria ao partido, mas para reconhecer sua atuação e integrá-lo ao trabalho da Prefeitura, uma vez que ele já manifestava o desejo de deixar a Câmara”, declarou.
Segundo o prefeito, como não houve consenso entre as partes, a negociação acabou não avançando.
Resposta às declarações de Katiuscia
As declarações de Abilio foram dadas após Katiuscia Manteli afirmar que a bancada do Podemos nunca pediu uma secretaria ao Executivo. Segundo a vereadora, o grupo buscou apenas maior participação política na administração municipal.
Ainda conforme Katiuscia, a proposta para que Ilde Taques assumisse uma secretaria partiu do próprio prefeito. Na avaliação da parlamentar, a nomeação retiraria o vereador da disputa pela presidência da Câmara Municipal, favorecendo outro grupo político na eleição da Mesa Diretora.
Disputa segue aberta
Ao comentar a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028, Abilio avaliou que o cenário permanece indefinido e afirmou que nenhum dos grupos possui, neste momento, os 14 votos necessários para garantir a vitória.
Segundo o prefeito, a tendência é que, encerrada a primeira etapa das eleições de 2026, os vereadores retomem as articulações políticas voltadas à composição da futura Mesa Diretora, levando em consideração também os projetos de reeleição.
Críticas à atuação da vereadora
Abilio também comentou a postura política de Katiuscia Manteli após a mudança da parlamentar para o Podemos, partido presidido em Mato Grosso pelo deputado estadual Max Russi. Na avaliação do prefeito, a vereadora passou a ocupar um espaço político mais alinhado à sua trajetória e ao posicionamento adotado desde que deixou a base do governo municipal.
“Embora ela se declare oposição, observo que sua atuação sempre esteve alinhada a esse campo. Acredito que ela se sente mais à vontade e articulada na oposição do que quando integrava a base governista”, afirmou.
Apesar das críticas, Abilio ressaltou que mantém uma relação institucional com Katiuscia Manteli e com os demais vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá, independentemente das divergências políticas.
Publicado originalmente em 24horasmt.com.br



