Ancelotti recusa convite da Itália e mantém compromisso com a Seleção Brasileira
Federação italiana consultou situação contratual do treinador, que agradeceu o interesse e decidiu cumprir vínculo com a CBF
Por Everson Teodoro1 min de leitura

O técnico Carlo Ancelotti seguirá à frente da Seleção Brasileira. Apesar de ter sido procurado pela Federação Italiana de Futebol (FIGC), o treinador descartou deixar o cargo e reafirmou seu compromisso com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A informação foi confirmada nesta terça-feira (22) por Paolo Maldini, novo diretor de seleções da FIGC. Segundo o dirigente, a entidade italiana entrou em contato com Ancelotti para conhecer sua situação contratual e avaliar a possibilidade de levá-lo para comandar a seleção da Itália.
A consulta ocorreu cerca de duas semanas após a eliminação do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo, em 5 de julho. Durante a conversa, os italianos buscaram informações sobre os planos do treinador e questionaram, inclusive, o valor da multa rescisória prevista em contrato.
De acordo com Maldini, Ancelotti agradeceu o interesse, mas informou que não pretende encerrar seu trabalho na Seleção Brasileira.
A permanência do técnico também é sustentada pelo novo contrato firmado com a CBF. Há cerca de dois meses, ele renovou o vínculo por mais quatro temporadas, reforçando o planejamento da entidade para o próximo ciclo mundialista.
Ainda conforme as informações, a CBF já tinha conhecimento da consulta feita pela federação italiana e não foi surpreendida pela tentativa de aproximação.
Ancelotti está de férias no Canadá e tem retorno previsto ao Brasil em agosto, quando iniciará a preparação da Seleção para os primeiros compromissos após a Copa do Mundo. Em setembro, o Brasil disputará dois amistosos contra a Austrália.
Sem sucesso na tentativa de contratar o treinador italiano, a FIGC continua em busca de um novo comandante. Além de Ancelotti, a entidade também consultou Pep Guardiola, que está livre no mercado após deixar o Manchester City ao fim da última temporada europeia.
A informação foi confirmada nesta terça-feira (22) por Paolo Maldini, novo diretor de seleções da FIGC. Segundo o dirigente, a entidade italiana entrou em contato com Ancelotti para conhecer sua situação contratual e avaliar a possibilidade de levá-lo para comandar a seleção da Itália.
A consulta ocorreu cerca de duas semanas após a eliminação do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo, em 5 de julho. Durante a conversa, os italianos buscaram informações sobre os planos do treinador e questionaram, inclusive, o valor da multa rescisória prevista em contrato.
De acordo com Maldini, Ancelotti agradeceu o interesse, mas informou que não pretende encerrar seu trabalho na Seleção Brasileira.
A permanência do técnico também é sustentada pelo novo contrato firmado com a CBF. Há cerca de dois meses, ele renovou o vínculo por mais quatro temporadas, reforçando o planejamento da entidade para o próximo ciclo mundialista.
Ainda conforme as informações, a CBF já tinha conhecimento da consulta feita pela federação italiana e não foi surpreendida pela tentativa de aproximação.
Ancelotti está de férias no Canadá e tem retorno previsto ao Brasil em agosto, quando iniciará a preparação da Seleção para os primeiros compromissos após a Copa do Mundo. Em setembro, o Brasil disputará dois amistosos contra a Austrália.
Sem sucesso na tentativa de contratar o treinador italiano, a FIGC continua em busca de um novo comandante. Além de Ancelotti, a entidade também consultou Pep Guardiola, que está livre no mercado após deixar o Manchester City ao fim da última temporada europeia.
Publicado originalmente em infoverus.com.br

