Após ser chamado de “criança mimada”, Abilio afirma que vereadores atribuem a ele atitudes deles
Prefeito de Cuiabá respondeu crítica da vereadora, que chamou sua iniciativa judicial contra regras da Câmara de atitude de “criança mimada”.
2 min de leitura

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), rebateu as críticas feitas pela vereadora Katiuscia Mantelli (Podemos), que classificou como “atitude de criança mimada” a decisão do gestor de recorrer à Justiça para questionar regras internas da Câmara Municipal. O chefe do Executivo afirmou que não se sentiu ofendido e disse que, em algumas situações, parlamentares acabam atribuindo a ele características que seriam próprias deles.
“Não tem porque eu me sentir ofendido com a opinião de qualquer parlamentar. Qualquer parlamentar tem o direito de ter a opinião que tem. Muitas vezes eles falam o que são, muitas vezes eles querem atribuir a mim uma personalidade que eles têm”, declarou Abilio.
A manifestação ocorreu após o prefeito ser questionado sobre a fala da vereadora durante sessão da Câmara. Katiuscia criticou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada por Abilio no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que questiona dispositivos do Regimento Interno do Legislativo cuiabano.
A ação judicial busca derrubar regras que exigem quórum qualificado de dois terços dos vereadores para aprovação de determinadas mudanças. A medida pode abrir caminho para uma alteração regimental que permita a reeleição da atual presidente da Câmara, Paula Calil (PL).
Katiuscia é contrária ao projeto de resolução apresentado pelo vereador Marcus Brito Júnior (PV), que trata da mudança nas regras internas da Casa. A parlamentar defende que o vereador Ilde Taques (Podemos), seu colega de partido, dispute a presidência do Legislativo.
Ao responder às críticas, Abilio afirmou que mantém uma postura de equilíbrio diante dos questionamentos e disse que ataques pessoais feitos por parlamentares não representam uma avaliação sobre sua atuação.
“Outros vereadores dizem que eu grito, mas são eles que gritam. Outros vereadores disseram que eu faço barraco, mas são eles que fazem barraco. É só analisar a minha postura. Sempre tenho postura de equilíbrio, sempre tenho a postura de serenidade, sempre tenho a postura de responder com tranquilidade”, afirmou.
Durante a sessão, Katiuscia classificou a iniciativa do prefeito como uma ação desesperada e comparou a postura dele à de uma criança que não aceita uma negativa.
“É uma ação desesperada. Não tem sentido. Nós fomos eleitos para ser vereador e o senhor foi eleito para ser prefeito. Eu sou mãe. Isso, para mim, é atitude de criança mimada que não sabe ter um não”, disse a vereadora.
Abilio afirmou ainda que críticas pessoais não mudam sua posição sobre o debate jurídico envolvendo as regras da Câmara. Segundo ele, quando um parlamentar parte para ataques pessoais, acaba revelando mais sobre a própria postura.
“Se algum vereador parte para o desequilíbrio, parte para a perda das palavras, parte para desqualificar num ato pessoal ao prefeito, naturalmente está falando de si próprio e naturalmente não está falando sobre mim”, concluiu.
“Não tem porque eu me sentir ofendido com a opinião de qualquer parlamentar. Qualquer parlamentar tem o direito de ter a opinião que tem. Muitas vezes eles falam o que são, muitas vezes eles querem atribuir a mim uma personalidade que eles têm”, declarou Abilio.
A manifestação ocorreu após o prefeito ser questionado sobre a fala da vereadora durante sessão da Câmara. Katiuscia criticou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada por Abilio no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que questiona dispositivos do Regimento Interno do Legislativo cuiabano.
A ação judicial busca derrubar regras que exigem quórum qualificado de dois terços dos vereadores para aprovação de determinadas mudanças. A medida pode abrir caminho para uma alteração regimental que permita a reeleição da atual presidente da Câmara, Paula Calil (PL).
Katiuscia é contrária ao projeto de resolução apresentado pelo vereador Marcus Brito Júnior (PV), que trata da mudança nas regras internas da Casa. A parlamentar defende que o vereador Ilde Taques (Podemos), seu colega de partido, dispute a presidência do Legislativo.
Ao responder às críticas, Abilio afirmou que mantém uma postura de equilíbrio diante dos questionamentos e disse que ataques pessoais feitos por parlamentares não representam uma avaliação sobre sua atuação.
“Outros vereadores dizem que eu grito, mas são eles que gritam. Outros vereadores disseram que eu faço barraco, mas são eles que fazem barraco. É só analisar a minha postura. Sempre tenho postura de equilíbrio, sempre tenho a postura de serenidade, sempre tenho a postura de responder com tranquilidade”, afirmou.
Durante a sessão, Katiuscia classificou a iniciativa do prefeito como uma ação desesperada e comparou a postura dele à de uma criança que não aceita uma negativa.
“É uma ação desesperada. Não tem sentido. Nós fomos eleitos para ser vereador e o senhor foi eleito para ser prefeito. Eu sou mãe. Isso, para mim, é atitude de criança mimada que não sabe ter um não”, disse a vereadora.
Abilio afirmou ainda que críticas pessoais não mudam sua posição sobre o debate jurídico envolvendo as regras da Câmara. Segundo ele, quando um parlamentar parte para ataques pessoais, acaba revelando mais sobre a própria postura.
“Se algum vereador parte para o desequilíbrio, parte para a perda das palavras, parte para desqualificar num ato pessoal ao prefeito, naturalmente está falando de si próprio e naturalmente não está falando sobre mim”, concluiu.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



