Cuiabá fecha a última semana de julho com nova queda no preço da cesta básica
Preço recuou pela quarta semana seguida, mas ainda está 4,7% acima do registrado no mesmo período do ano passado
2 min de leitura

O valor médio da cesta básica segue em queda em Cuiabá. Na quinta e última semana de julho, a cesta registrou retração de 0,69% em relação à semana anterior. Dessa forma, o mês foi encerrado com valor médio de R$ 843,11. O levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) revelou que, mesmo com as quedas observadas nas últimas semanas, o valor da cesta permanece 4,72% acima dos R$ 805,09 registrados no mesmo período de 2025.
O presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli), reforçou a melhora no poder de compra das famílias neste momento, ainda que alguns produtos permaneçam com preços superiores aos registrados no mesmo período do ano passado.
“A tendência de reduções observada em julho revela uma melhora conjuntural nas condições de abastecimento, com a ampliação da oferta contribuindo para reduzir o custo da cesta básica, embora a persistência de preços elevados em determinados itens mantenha o orçamento das famílias sob pressão”, disse Sebastião Gonçalves.
É o caso da batata que, apesar de registrar retração de 6,82% na variação semanal e atingir o valor médio de R$ 6,22/kg, continua com preço 82,41% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Conforme análise do IPF-MT, a alta produtividade da safra atual elevou a oferta do alimento, contribuindo para a redução do preço.
A mesma situação pode ser observada no feijão. Apesar da queda semanal de 1,44%, que levou o preço médio para R$ 9,50/kg, o grão permanece 56,19% acima do registrado no comparativo anual.
O instituto da Fecomércio avalia que o avanço das colheitas nas principais regiões produtoras deu início a um processo de estabilidade dos preços do grão. Com isso, a maior disponibilidade do produto contribuiu para conter a alta registrada anteriormente, colaborando para a redução observada na semana.
Já o tomate se destacou pela maior queda, registrando recuo pela sétima semana consecutiva. O pico de produção da safra, aliado à baixa demanda pelo fruto, pode ter contribuído para o recuo de 11,10% na variação semanal, deixando o produto com custo médio de R$ 5,95/kg. Em comparação com o mesmo período de 2025, o preço atual está 27,23% mais baixo.
Com o encerramento da apuração de julho, após sucessivas quedas semanais, o IPF-MT apurou média de R$ 861,81, uma redução de 6,33% em relação à média de junho.
“A redução mensal da cesta demonstra uma melhora no curto prazo para o consumidor, mas a alta no comparativo anual mostra que a recuperação do poder de compra ainda ocorre de maneira gradual”, afirmou o presidente da Federação, entidade ligada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli), reforçou a melhora no poder de compra das famílias neste momento, ainda que alguns produtos permaneçam com preços superiores aos registrados no mesmo período do ano passado.
“A tendência de reduções observada em julho revela uma melhora conjuntural nas condições de abastecimento, com a ampliação da oferta contribuindo para reduzir o custo da cesta básica, embora a persistência de preços elevados em determinados itens mantenha o orçamento das famílias sob pressão”, disse Sebastião Gonçalves.
É o caso da batata que, apesar de registrar retração de 6,82% na variação semanal e atingir o valor médio de R$ 6,22/kg, continua com preço 82,41% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Conforme análise do IPF-MT, a alta produtividade da safra atual elevou a oferta do alimento, contribuindo para a redução do preço.
A mesma situação pode ser observada no feijão. Apesar da queda semanal de 1,44%, que levou o preço médio para R$ 9,50/kg, o grão permanece 56,19% acima do registrado no comparativo anual.
O instituto da Fecomércio avalia que o avanço das colheitas nas principais regiões produtoras deu início a um processo de estabilidade dos preços do grão. Com isso, a maior disponibilidade do produto contribuiu para conter a alta registrada anteriormente, colaborando para a redução observada na semana.
Já o tomate se destacou pela maior queda, registrando recuo pela sétima semana consecutiva. O pico de produção da safra, aliado à baixa demanda pelo fruto, pode ter contribuído para o recuo de 11,10% na variação semanal, deixando o produto com custo médio de R$ 5,95/kg. Em comparação com o mesmo período de 2025, o preço atual está 27,23% mais baixo.
Com o encerramento da apuração de julho, após sucessivas quedas semanais, o IPF-MT apurou média de R$ 861,81, uma redução de 6,33% em relação à média de junho.
“A redução mensal da cesta demonstra uma melhora no curto prazo para o consumidor, mas a alta no comparativo anual mostra que a recuperação do poder de compra ainda ocorre de maneira gradual”, afirmou o presidente da Federação, entidade ligada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Publicado originalmente em infoverus.com.br


