De olho no Senado, Janaina busca união com Max Russi e Botelho para fortalecer grupo em 2026
Deputada estadual diz que articulação pode ajudar na eleição de até 10 deputados estaduais e fortalecer sua pré-candidatura ao Senado por Mato Grosso.
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De olho em uma vaga no Senado Federal, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) admitiu na terça-feira (21/7), durante entrevista à CBN Cuiabá, que trabalha por uma união política com o deputado Max Russi (Podemos) e o deputado Eduardo Botelho (MDB). A estratégia, segundo ela, é fortalecer o grupo para tentar eleger até 10 deputados estaduais e, ao mesmo tempo, criar condições competitivas para sua pré-candidatura ao Senado.
Janaina reforçou que seu projeto político está direcionado para o Senado e descartou, neste momento, a possibilidade de voltar a ocupar uma posição de vice em uma chapa majoritária. Segundo a parlamentar, frequentemente tentam colocar mulheres como candidatas a vice, mas seu objetivo agora é disputar uma das vagas de senadora por Mato Grosso.
Ela também afirmou que não houve uma reaproximação formal com o grupo do governador Mauro Mendes, mas reconheceu que mantém conversas políticas em busca de um palanque competitivo. A decisão, segundo Janaina, será tomada levando em consideração a viabilidade eleitoral e a preservação das bandeiras que construiu ao longo de três mandatos na Assembleia Legislativa.
A parlamentar disse que pretende buscar a composição que ofereça as melhores condições para sua eleição, sem fechar as portas para nenhum grupo político.
Presidente do MDB em Mato Grosso, Janaina também afirmou que o partido não tem restrições ao diálogo com o PL ou com outras legendas. Ela lembrou que MDB, PL, União Brasil, Republicanos e outras siglas já estiveram juntas em eleições anteriores e avaliou que eventuais resistências atuais podem estar mais ligadas a interesses individuais do que propriamente partidários.
Segundo Janaina, MDB e Podemos trabalham com a meta de eleger juntos até dez deputados estaduais. A candidatura dela ao Senado, conforme a deputada, é um ponto de convergência nas articulações com Max Russi e Eduardo Botelho.
Na entrevista, a pré-candidata também apresentou algumas das bandeiras que pretende levar ao Congresso Nacional. Entre elas estão a proteção às mulheres e às crianças, o endurecimento das penas para crimes sexuais e feminicídio, o combate ao crime organizado, a ampliação do ensino integral e a segurança jurídica no campo.
Janaina voltou a defender punições mais rigorosas para autores de crimes sexuais, pedofilia e feminicídio. Ela reconheceu que algumas mudanças exigiriam um amplo debate constitucional, mas defendeu que o Congresso enfrente o tema.
Na área de proteção às mulheres, a parlamentar defendeu investimentos federais em Patrulhas Maria da Penha, botões do pânico com georreferenciamento, casas de acolhimento e auxílio financeiro temporário para vítimas que precisam deixar suas residências.
Ela também defendeu maior rapidez na apuração de casos de violência política de gênero e afirmou que autoridades que ataquem mulheres em razão de sua condição feminina deveriam sofrer consequências mais severas, inclusive eleitorais.
Sobre segurança pública, Janaina disse que as facções criminosas avançaram tanto na Baixada Cuiabana quanto em municípios do interior e defendeu aumento do efetivo das forças de segurança, valorização dos servidores e mudanças no sistema penal.
A deputada também comentou sobre o debate em torno do fim da jornada de trabalho 6x1. Ela reconheceu a sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores, mas afirmou que qualquer mudança deve ser acompanhada de estudos sobre os impactos no emprego, nos salários e nas empresas.
Por fim, Janaina afirmou que não pretende pautar sua atuação apenas pela divisão entre direita e esquerda. Caso seja eleita, disse que sua principal referência nas votações será o interesse de Mato Grosso, mesmo quando isso significar divergir do próprio partido ou do governo federal.
Janaina reforçou que seu projeto político está direcionado para o Senado e descartou, neste momento, a possibilidade de voltar a ocupar uma posição de vice em uma chapa majoritária. Segundo a parlamentar, frequentemente tentam colocar mulheres como candidatas a vice, mas seu objetivo agora é disputar uma das vagas de senadora por Mato Grosso.
Ela também afirmou que não houve uma reaproximação formal com o grupo do governador Mauro Mendes, mas reconheceu que mantém conversas políticas em busca de um palanque competitivo. A decisão, segundo Janaina, será tomada levando em consideração a viabilidade eleitoral e a preservação das bandeiras que construiu ao longo de três mandatos na Assembleia Legislativa.
A parlamentar disse que pretende buscar a composição que ofereça as melhores condições para sua eleição, sem fechar as portas para nenhum grupo político.
Presidente do MDB em Mato Grosso, Janaina também afirmou que o partido não tem restrições ao diálogo com o PL ou com outras legendas. Ela lembrou que MDB, PL, União Brasil, Republicanos e outras siglas já estiveram juntas em eleições anteriores e avaliou que eventuais resistências atuais podem estar mais ligadas a interesses individuais do que propriamente partidários.
Segundo Janaina, MDB e Podemos trabalham com a meta de eleger juntos até dez deputados estaduais. A candidatura dela ao Senado, conforme a deputada, é um ponto de convergência nas articulações com Max Russi e Eduardo Botelho.
Na entrevista, a pré-candidata também apresentou algumas das bandeiras que pretende levar ao Congresso Nacional. Entre elas estão a proteção às mulheres e às crianças, o endurecimento das penas para crimes sexuais e feminicídio, o combate ao crime organizado, a ampliação do ensino integral e a segurança jurídica no campo.
Janaina voltou a defender punições mais rigorosas para autores de crimes sexuais, pedofilia e feminicídio. Ela reconheceu que algumas mudanças exigiriam um amplo debate constitucional, mas defendeu que o Congresso enfrente o tema.
Na área de proteção às mulheres, a parlamentar defendeu investimentos federais em Patrulhas Maria da Penha, botões do pânico com georreferenciamento, casas de acolhimento e auxílio financeiro temporário para vítimas que precisam deixar suas residências.
Ela também defendeu maior rapidez na apuração de casos de violência política de gênero e afirmou que autoridades que ataquem mulheres em razão de sua condição feminina deveriam sofrer consequências mais severas, inclusive eleitorais.
Sobre segurança pública, Janaina disse que as facções criminosas avançaram tanto na Baixada Cuiabana quanto em municípios do interior e defendeu aumento do efetivo das forças de segurança, valorização dos servidores e mudanças no sistema penal.
A deputada também comentou sobre o debate em torno do fim da jornada de trabalho 6x1. Ela reconheceu a sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores, mas afirmou que qualquer mudança deve ser acompanhada de estudos sobre os impactos no emprego, nos salários e nas empresas.
Por fim, Janaina afirmou que não pretende pautar sua atuação apenas pela divisão entre direita e esquerda. Caso seja eleita, disse que sua principal referência nas votações será o interesse de Mato Grosso, mesmo quando isso significar divergir do próprio partido ou do governo federal.
Publicado originalmente em araguaianoticia.com.br



