Dia Nacional de Defesa da Democracia coincide com segundo turno das eleições neste domingo
Data de 25 de outubro homenageia o jornalista Vladimir Herzog, morto durante a ditadura militar, e convida à reflexão sobre participação cidadã, liberdade e instituições democráticas.
Por Dia Nacional de Defesa da Democracia coincide com segundo turno das eleições neste domingo3 min de leitura

O próximo domingo, 25 de outubro, reunirá dois marcos importantes para a vida pública brasileira: o segundo turno das Eleições 2026 e a data dedicada à Defesa da Democracia. A coincidência coloca em evidência o papel da participação popular na escolha dos representantes e a importância das instituições que sustentam o regime democrático.
A data foi proposta em memória do jornalista Vladimir Herzog, morto em 25 de outubro de 1975, nas dependências do DOI-Codi, em São Paulo, durante a ditadura militar. Herzog trabalhava na TV Cultura e se apresentou voluntariamente para prestar esclarecimentos às autoridades. Sua morte tornou-se um marco na mobilização contra a repressão e pela redemocratização do país.
A escolha do dia 25 de outubro para a homenagem foi proposta no Congresso Nacional por meio do Projeto de Lei nº 6.103/2023, de autoria da senadora Eliziane Gama. A iniciativa busca manter viva a memória do jornalista e reforçar a importância da defesa das liberdades democráticas.
O que significa defender a democracia
A democracia é um sistema de organização política em que o poder tem origem na população, exercido diretamente ou por representantes eleitos. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 estabelece as bases do Estado Democrático de Direito, assegurando direitos fundamentais, eleições periódicas, liberdade de expressão e independência entre os Poderes.
A realização de eleições é uma das expressões mais visíveis desse sistema, mas a democracia também depende do funcionamento das instituições, do respeito às leis, da transparência na administração pública e da possibilidade de a sociedade fiscalizar as decisões de seus representantes.
A liberdade de imprensa, o acesso à informação e o direito de manifestação também fazem parte desse conjunto de garantias. Esses mecanismos permitem que diferentes setores da sociedade expressem suas posições, acompanhem o poder público e participem do debate sobre os rumos do país.
O voto no centro da participação cidadã
O segundo turno das Eleições 2026 será realizado neste domingo, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A votação definirá os cargos em disputa nas localidades onde houver segundo turno.
Em Mato Grosso, eleitores de Poxoréu, Primavera do Leste, Colniza e Cotriguaçu também participarão de consultas populares sobre alterações territoriais. Os plebiscitos permitem que moradores das áreas envolvidas se manifestem sobre propostas que podem modificar os limites entre municípios.
A participação eleitoral é uma forma de exercer a cidadania e influenciar a composição dos governos. O voto é secreto, e a escolha de cada eleitor deve ser respeitada, independentemente de sua preferência política.
A democracia também pressupõe que divergências sejam tratadas por meios institucionais, com respeito aos direitos individuais e às regras estabelecidas. A existência de diferentes opiniões é parte do processo democrático, assim como a possibilidade de questionar decisões e cobrar respostas das autoridades.
Memória histórica e responsabilidade pública
A trajetória brasileira inclui períodos de restrição às liberdades políticas, censura e perseguição a opositores. A morte de Vladimir Herzog, em 1975, tornou-se um dos episódios mais lembrados desse período e permanece associada à luta pela liberdade de expressão e pela responsabilização do Estado.
A Constituição de 1988 marcou a consolidação institucional da redemocratização e ampliou as garantias de direitos individuais e coletivos. Preservar essa memória contribui para compreender como as instituições democráticas foram construídas e por que sua proteção exige participação e vigilância da sociedade.
No contexto das eleições, a defesa da democracia também passa pela busca de informações em fontes confiáveis, pela verificação de conteúdos compartilhados nas redes sociais e pelo respeito às regras eleitorais.
Neste 25 de outubro, a coincidência entre a data proposta para a Defesa da Democracia e o segundo turno eleitoral oferece uma oportunidade para refletir sobre o significado do voto e sobre as responsabilidades de cidadãos, agentes públicos, instituições e meios de comunicação na preservação de um ambiente democrático.
Fontes: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Senado Federal.
A data foi proposta em memória do jornalista Vladimir Herzog, morto em 25 de outubro de 1975, nas dependências do DOI-Codi, em São Paulo, durante a ditadura militar. Herzog trabalhava na TV Cultura e se apresentou voluntariamente para prestar esclarecimentos às autoridades. Sua morte tornou-se um marco na mobilização contra a repressão e pela redemocratização do país.
A escolha do dia 25 de outubro para a homenagem foi proposta no Congresso Nacional por meio do Projeto de Lei nº 6.103/2023, de autoria da senadora Eliziane Gama. A iniciativa busca manter viva a memória do jornalista e reforçar a importância da defesa das liberdades democráticas.
O que significa defender a democracia
A democracia é um sistema de organização política em que o poder tem origem na população, exercido diretamente ou por representantes eleitos. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 estabelece as bases do Estado Democrático de Direito, assegurando direitos fundamentais, eleições periódicas, liberdade de expressão e independência entre os Poderes.
A realização de eleições é uma das expressões mais visíveis desse sistema, mas a democracia também depende do funcionamento das instituições, do respeito às leis, da transparência na administração pública e da possibilidade de a sociedade fiscalizar as decisões de seus representantes.
A liberdade de imprensa, o acesso à informação e o direito de manifestação também fazem parte desse conjunto de garantias. Esses mecanismos permitem que diferentes setores da sociedade expressem suas posições, acompanhem o poder público e participem do debate sobre os rumos do país.
O voto no centro da participação cidadã
O segundo turno das Eleições 2026 será realizado neste domingo, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A votação definirá os cargos em disputa nas localidades onde houver segundo turno.
Em Mato Grosso, eleitores de Poxoréu, Primavera do Leste, Colniza e Cotriguaçu também participarão de consultas populares sobre alterações territoriais. Os plebiscitos permitem que moradores das áreas envolvidas se manifestem sobre propostas que podem modificar os limites entre municípios.
A participação eleitoral é uma forma de exercer a cidadania e influenciar a composição dos governos. O voto é secreto, e a escolha de cada eleitor deve ser respeitada, independentemente de sua preferência política.
A democracia também pressupõe que divergências sejam tratadas por meios institucionais, com respeito aos direitos individuais e às regras estabelecidas. A existência de diferentes opiniões é parte do processo democrático, assim como a possibilidade de questionar decisões e cobrar respostas das autoridades.
Memória histórica e responsabilidade pública
A trajetória brasileira inclui períodos de restrição às liberdades políticas, censura e perseguição a opositores. A morte de Vladimir Herzog, em 1975, tornou-se um dos episódios mais lembrados desse período e permanece associada à luta pela liberdade de expressão e pela responsabilização do Estado.
A Constituição de 1988 marcou a consolidação institucional da redemocratização e ampliou as garantias de direitos individuais e coletivos. Preservar essa memória contribui para compreender como as instituições democráticas foram construídas e por que sua proteção exige participação e vigilância da sociedade.
No contexto das eleições, a defesa da democracia também passa pela busca de informações em fontes confiáveis, pela verificação de conteúdos compartilhados nas redes sociais e pelo respeito às regras eleitorais.
Neste 25 de outubro, a coincidência entre a data proposta para a Defesa da Democracia e o segundo turno eleitoral oferece uma oportunidade para refletir sobre o significado do voto e sobre as responsabilidades de cidadãos, agentes públicos, instituições e meios de comunicação na preservação de um ambiente democrático.
Fontes: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Senado Federal.



