"Fica muito difícil pedir voto para Jayme", diz Margareth ao reforçar apoio a Pivetta
Pré-candidata ao Senado afirma que permanecerá no grupo de Otaviano Pivetta, mesmo com o senador do União Brasil disputando espaço dentro da federação
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A suplente de senadora e pré-candidata ao Senado, Margareth Buzetti (PP), afirmou que a disputa interna entre o senador Jayme Campos (União) e o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) pelo comando do grupo governista causa desgaste entre os apoiadores. Apesar de integrar a federação com o União Brasil, ela declarou que permanecerá ao lado de Pivetta e admitiu que teria dificuldade para pedir votos ao senador caso ele seja o escolhido pelo partido.
Ao comentar o impasse dentro do União Brasil, Margareth reconheceu que a indefinição prejudica a mobilização política.
"Sempre há, não tem como negar isso", afirmou, ao ser questionada se a divisão desanima a militância.
Na sequência, a pré-candidata reforçou que já definiu seu posicionamento político.
"Eu estou do outro lado, eu estou com outro grupo. Eu não tenho dificuldade alguma com o senador Jayme Campos, não tenho. Eu o respeito. Foi um colega muito agradável, muito correto em todos os três anos em que ficamos lá. Mas eu estou do outro lado, no outro grupo, então fica muito difícil para mim pedir voto para ele. Eu sempre me coloquei do lado do grupo que está aqui, que é o grupo do Pivetta", declarou.
A declaração foi dada em meio à disputa dentro do União Brasil. Enquanto Jayme Campos busca viabilizar sua candidatura ao Governo de Mato Grosso, o ex-governador Mauro Mendes trabalha para manter o partido na base de apoio à pré-candidatura de Otaviano Pivetta.
Para Margareth, a tendência é que o impasse seja resolvido apenas durante a convenção partidária.
"Pelo que eu vi, irá para a convenção mesmo. Não vai ter jeito. A decisão será levada à convenção e vamos ver no que vai dar. Mas que isso desanima a militância, desanima, e não é bom", afirmou.
A pré-candidata revelou ainda que conversou com Jayme Campos antes do evento de entrega de um trecho da Ferrovia Estadual, em Dom Aquino, quando chegou a sugerir que ele disputasse uma vaga ao Senado.
"Eu conversei com o senador Jayme Campos. Estive na casa dele um dia antes do evento da Rumo e perguntei a ele se ele queria ir ao Senado. Porque eu respeito o senador e eu recuaria para ele ser o senador", contou.
Segundo ela, o senador recusou a proposta e chegou a oferecer espaço em sua eventual chapa.
"Ele falou que não. Inclusive, colocou a chapa à disposição para mim, dizendo que eu estaria garantida na chapa dele", disse.
Apesar do gesto, Margareth avaliou que a divergência poderia ser solucionada antes da convenção, evitando o prolongamento do debate público.
"É uma pena. Eu não entendo por que se tem que discutir desta forma na imprensa e levar para a convenção um assunto tão delicado como esse. Poderia se resolver antes da convenção", concluiu.
Ao comentar o impasse dentro do União Brasil, Margareth reconheceu que a indefinição prejudica a mobilização política.
"Sempre há, não tem como negar isso", afirmou, ao ser questionada se a divisão desanima a militância.
Na sequência, a pré-candidata reforçou que já definiu seu posicionamento político.
"Eu estou do outro lado, eu estou com outro grupo. Eu não tenho dificuldade alguma com o senador Jayme Campos, não tenho. Eu o respeito. Foi um colega muito agradável, muito correto em todos os três anos em que ficamos lá. Mas eu estou do outro lado, no outro grupo, então fica muito difícil para mim pedir voto para ele. Eu sempre me coloquei do lado do grupo que está aqui, que é o grupo do Pivetta", declarou.
A declaração foi dada em meio à disputa dentro do União Brasil. Enquanto Jayme Campos busca viabilizar sua candidatura ao Governo de Mato Grosso, o ex-governador Mauro Mendes trabalha para manter o partido na base de apoio à pré-candidatura de Otaviano Pivetta.
Para Margareth, a tendência é que o impasse seja resolvido apenas durante a convenção partidária.
"Pelo que eu vi, irá para a convenção mesmo. Não vai ter jeito. A decisão será levada à convenção e vamos ver no que vai dar. Mas que isso desanima a militância, desanima, e não é bom", afirmou.
A pré-candidata revelou ainda que conversou com Jayme Campos antes do evento de entrega de um trecho da Ferrovia Estadual, em Dom Aquino, quando chegou a sugerir que ele disputasse uma vaga ao Senado.
"Eu conversei com o senador Jayme Campos. Estive na casa dele um dia antes do evento da Rumo e perguntei a ele se ele queria ir ao Senado. Porque eu respeito o senador e eu recuaria para ele ser o senador", contou.
Segundo ela, o senador recusou a proposta e chegou a oferecer espaço em sua eventual chapa.
"Ele falou que não. Inclusive, colocou a chapa à disposição para mim, dizendo que eu estaria garantida na chapa dele", disse.
Apesar do gesto, Margareth avaliou que a divergência poderia ser solucionada antes da convenção, evitando o prolongamento do debate público.
"É uma pena. Eu não entendo por que se tem que discutir desta forma na imprensa e levar para a convenção um assunto tão delicado como esse. Poderia se resolver antes da convenção", concluiu.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



