Governo Lula destina meio bilhão para propaganda no primeiro semestre
Em ano eleitoral, os gastos com propaganda se concentram nos primeiros seis meses, já que a legislação proíbe campanhas institucionais durante o período pré-eleitoral, exceto em situações de urgência pública
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No primeiro semestre deste ano, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva destinou R$ 520 milhões à Secretaria de Comunicação para a produção de campanhas publicitárias sobre seus programas. Esse valor é mais que o dobro do que foi investido pelo governo Bolsonaro em 2022. Considerando a correção pela inflação, trata-se do maior investimento em propaganda no primeiro semestre desde, pelo menos, 2010.
Em ano eleitoral, os gastos com propaganda se concentram nos primeiros seis meses, já que a legislação proíbe campanhas institucionais durante o período pré-eleitoral, exceto em situações de urgência pública.
Entre as principais campanhas veiculadas nesse período, destacam-se:
- A campanha “Conectando entregas e futuro”, com um custo estimado de R$ 150 milhões, voltada para a divulgação das iniciativas do governo.
- A iniciativa sobre o fim da escala 6x1, que consumiu pelo menos R$ 80 milhões.
- A promoção do novo programa Desenrola Brasil, com um investimento de R$ 45 milhões.
Em comparação, em 2025, o total destinado a campanhas de utilidade pública e propaganda governamental atingiu R$ 1,7 bilhão, o maior valor desde 2017. Desse montante, a Secom ficou com R$ 968 milhões, resultando em uma média de R$ 484 milhões por semestre.
Durante o governo Bolsonaro, também houve controvérsias em relação aos gastos em campanhas. O governo alocou R$ 20 milhões para uma campanha em celebração ao bicentenário da independência, sendo acusado de utilizar o recurso para fins eleitorais, o que levou à punição de Bolsonaro por inelegibilidade pelo TSE. Além disso, outras duas campanhas do governo anterior, com valores superiores a R$ 100 milhões, foram criticadas pelo TCU por terem temáticas mal definidas.
Em ano eleitoral, os gastos com propaganda se concentram nos primeiros seis meses, já que a legislação proíbe campanhas institucionais durante o período pré-eleitoral, exceto em situações de urgência pública.
Entre as principais campanhas veiculadas nesse período, destacam-se:
- A campanha “Conectando entregas e futuro”, com um custo estimado de R$ 150 milhões, voltada para a divulgação das iniciativas do governo.
- A iniciativa sobre o fim da escala 6x1, que consumiu pelo menos R$ 80 milhões.
- A promoção do novo programa Desenrola Brasil, com um investimento de R$ 45 milhões.
Em comparação, em 2025, o total destinado a campanhas de utilidade pública e propaganda governamental atingiu R$ 1,7 bilhão, o maior valor desde 2017. Desse montante, a Secom ficou com R$ 968 milhões, resultando em uma média de R$ 484 milhões por semestre.
Durante o governo Bolsonaro, também houve controvérsias em relação aos gastos em campanhas. O governo alocou R$ 20 milhões para uma campanha em celebração ao bicentenário da independência, sendo acusado de utilizar o recurso para fins eleitorais, o que levou à punição de Bolsonaro por inelegibilidade pelo TSE. Além disso, outras duas campanhas do governo anterior, com valores superiores a R$ 100 milhões, foram criticadas pelo TCU por terem temáticas mal definidas.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



