Mato Grosso bate recorde e exporta US$ 2,4 bilhões em carne bovina no primeiro semestre
Estado embarcou mais de 511 mil toneladas em equivalente carcaça, mas cenário para os próximos meses preocupa com possível redução das compras da China
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Mato Grosso registrou um novo recorde nas exportações de carne bovina no primeiro semestre de 2026. Dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam que o estado embarcou 511,75 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) e alcançou uma receita de US$ 2,41 bilhões com as vendas ao mercado internacional.
O resultado representa um avanço significativo em relação ao mesmo período de 2025. O volume exportado cresceu 38,76%, enquanto o faturamento teve alta de 63,82%, impulsionado principalmente pela forte demanda da China, que segue como o principal destino da carne bovina produzida em Mato Grosso.
A medida utilizada pelo Imea, a tonelada em equivalente carcaça (TEC), permite comparar diferentes tipos de cortes exportados ao converter os volumes para um padrão equivalente ao peso de uma carcaça bovina.
Apesar do desempenho histórico no primeiro semestre, o setor acompanha com atenção o cenário para os próximos meses. Segundo o boletim do instituto, a China está próxima de atingir o limite de uma cota de salvaguarda, mecanismo que permite ao país adotar restrições ou revisar o ritmo das importações quando determinados volumes são ultrapassados.
A possibilidade de redução nas compras chinesas já provoca preocupação entre empresas do setor. Conforme o Imea, algumas indústrias frigoríficas avaliam diminuir o ritmo de abates e produção diante da expectativa de menor demanda externa.
Os reflexos começaram a aparecer também no mercado interno. Na última semana de junho, o preço do boi gordo a prazo apresentou queda de 2%, equivalente a uma redução de R$ 6,62 por arroba.
A arroba é a principal unidade utilizada na comercialização de bovinos no Brasil e corresponde a 15 quilos do animal.
De acordo com o Imea, a retração nos preços foi influenciada pela menor atuação de algumas plantas frigoríficas voltadas à exportação e por um movimento de acomodação do mercado após as altas registradas durante a primeira metade do ano.
Mesmo com a possível desaceleração das exportações, o instituto avalia que a oferta limitada de animais prontos para o abate deve evitar uma queda mais intensa nos preços. A baixa disponibilidade de bovinos terminados no mercado tende a manter a arroba sustentada no curto prazo.
O resultado representa um avanço significativo em relação ao mesmo período de 2025. O volume exportado cresceu 38,76%, enquanto o faturamento teve alta de 63,82%, impulsionado principalmente pela forte demanda da China, que segue como o principal destino da carne bovina produzida em Mato Grosso.
A medida utilizada pelo Imea, a tonelada em equivalente carcaça (TEC), permite comparar diferentes tipos de cortes exportados ao converter os volumes para um padrão equivalente ao peso de uma carcaça bovina.
Apesar do desempenho histórico no primeiro semestre, o setor acompanha com atenção o cenário para os próximos meses. Segundo o boletim do instituto, a China está próxima de atingir o limite de uma cota de salvaguarda, mecanismo que permite ao país adotar restrições ou revisar o ritmo das importações quando determinados volumes são ultrapassados.
A possibilidade de redução nas compras chinesas já provoca preocupação entre empresas do setor. Conforme o Imea, algumas indústrias frigoríficas avaliam diminuir o ritmo de abates e produção diante da expectativa de menor demanda externa.
Os reflexos começaram a aparecer também no mercado interno. Na última semana de junho, o preço do boi gordo a prazo apresentou queda de 2%, equivalente a uma redução de R$ 6,62 por arroba.
A arroba é a principal unidade utilizada na comercialização de bovinos no Brasil e corresponde a 15 quilos do animal.
De acordo com o Imea, a retração nos preços foi influenciada pela menor atuação de algumas plantas frigoríficas voltadas à exportação e por um movimento de acomodação do mercado após as altas registradas durante a primeira metade do ano.
Mesmo com a possível desaceleração das exportações, o instituto avalia que a oferta limitada de animais prontos para o abate deve evitar uma queda mais intensa nos preços. A baixa disponibilidade de bovinos terminados no mercado tende a manter a arroba sustentada no curto prazo.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


