Mato Grosso cria fórum para impulsionar selos de origem e fortalecer agricultura familiar
Nova estrutura vai trabalhar a implantação de selos de origem e marcas coletivas para agregar valor à produção mato-grossense
Por Everson Teodoro3 min de leitura

O Governo de Mato Grosso oficializou nesta segunda-feira (22) a criação do Fórum Estadual de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, iniciativa que busca fortalecer a identidade dos produtos regionais, ampliar mercados para produtores e impulsionar o desenvolvimento sustentável, especialmente na agricultura familiar.
A medida foi formalizada por meio de decreto assinado durante solenidade realizada em Cuiabá. O novo fórum funcionará como uma instância permanente de articulação entre órgãos públicos, universidades, instituições de pesquisa e representantes do setor produtivo.
Representando o governador Otaviano Pivetta, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, destacou os investimentos realizados pelo Estado no fortalecimento da agricultura familiar ao longo dos últimos anos.
Segundo ele, Mato Grosso já destinou R$ 819 milhões ao setor desde o início da atual gestão e a previsão é encerrar 2026 com cerca de R$ 1 bilhão investido.
“Isso é histórico em Mato Grosso. Nunca se investiu tanto na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas que estão inseridas na agricultura familiar. Um dos objetivos desse fórum é justamente criar um selo regional que vai agregar muito valor aos produtos produzidos no estado”, afirmou.
A proposta do fórum é incentivar a criação e consolidação de indicações geográficas e marcas coletivas, mecanismos que reconhecem produtos e serviços vinculados a determinados territórios e que possuem características próprias associadas à sua origem.
A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, avaliou que a iniciativa representa um avanço na construção de políticas voltadas ao desenvolvimento econômico aliado à conservação ambiental.
“Ao fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, agregamos valor à produção local, ampliamos oportunidades para os produtores e impulsionamos uma bioeconomia baseada no uso responsável dos recursos naturais”, destacou.
Entre os beneficiados pela iniciativa estão produtores da agricultura familiar que já desenvolvem produtos reconhecidos pela qualidade. É o caso da produtora Ludimilla Freitas, proprietária do Sítio Milagre da Cida, em Santo Antônio de Leverger.
A família produz cerca de 100 litros de leite por dia, utilizados na fabricação de queijos, requeijões, iogurtes e doces artesanais. Alguns dos produtos já conquistaram premiações em eventos nacionais e internacionais.
Para ela, a criação do fórum pode representar um diferencial importante para pequenos produtores.
“Acho que o Fórum é uma medida muito válida. Traz identidade geográfica, protege produtores, agrega valor e história ao remeter ao modo de fazer e saber de cada região”, afirmou.
A secretária de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, ressaltou que a iniciativa marca uma nova etapa para o setor ao permitir que produtos regionais sejam reconhecidos por sua origem e tradição.
“Hoje passamos para uma nova fase, que é agregar valor ao produto através da valorização das marcas coletivas. O Estado está fazendo uma articulação entre secretarias e instituições para trabalhar essa identidade e ampliar oportunidades para os produtores”, explicou.
O fórum reúne representantes das secretarias estaduais de Agricultura Familiar, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Ciência, Tecnologia e Inovação, além de instituições como IFMT, UFMT, Unemat, Sebrae, Senar, Assembleia Legislativa, Associação Mato-grossense dos Municípios e Organização das Cooperativas Brasileiras.
A coordenadora do projeto Territórios de Origem da Baixada Cuiabana e professora do IFMT, Nadja Gomes Machado, destacou que os selos de origem podem abrir novos mercados para os produtores.
“Esses selos ajudam os grupos produtivos a se organizar no território, reconhecendo a identidade e a qualidade dos produtos que já produzem. Isso agrega valor e permite que deixem de ser comercializados como produtos genéricos para acessar mercados mais valorizados”, afirmou.
A medida foi formalizada por meio de decreto assinado durante solenidade realizada em Cuiabá. O novo fórum funcionará como uma instância permanente de articulação entre órgãos públicos, universidades, instituições de pesquisa e representantes do setor produtivo.
Representando o governador Otaviano Pivetta, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, destacou os investimentos realizados pelo Estado no fortalecimento da agricultura familiar ao longo dos últimos anos.
Segundo ele, Mato Grosso já destinou R$ 819 milhões ao setor desde o início da atual gestão e a previsão é encerrar 2026 com cerca de R$ 1 bilhão investido.
“Isso é histórico em Mato Grosso. Nunca se investiu tanto na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas que estão inseridas na agricultura familiar. Um dos objetivos desse fórum é justamente criar um selo regional que vai agregar muito valor aos produtos produzidos no estado”, afirmou.
A proposta do fórum é incentivar a criação e consolidação de indicações geográficas e marcas coletivas, mecanismos que reconhecem produtos e serviços vinculados a determinados territórios e que possuem características próprias associadas à sua origem.
A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, avaliou que a iniciativa representa um avanço na construção de políticas voltadas ao desenvolvimento econômico aliado à conservação ambiental.
“Ao fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, agregamos valor à produção local, ampliamos oportunidades para os produtores e impulsionamos uma bioeconomia baseada no uso responsável dos recursos naturais”, destacou.
Entre os beneficiados pela iniciativa estão produtores da agricultura familiar que já desenvolvem produtos reconhecidos pela qualidade. É o caso da produtora Ludimilla Freitas, proprietária do Sítio Milagre da Cida, em Santo Antônio de Leverger.
A família produz cerca de 100 litros de leite por dia, utilizados na fabricação de queijos, requeijões, iogurtes e doces artesanais. Alguns dos produtos já conquistaram premiações em eventos nacionais e internacionais.
Para ela, a criação do fórum pode representar um diferencial importante para pequenos produtores.
“Acho que o Fórum é uma medida muito válida. Traz identidade geográfica, protege produtores, agrega valor e história ao remeter ao modo de fazer e saber de cada região”, afirmou.
A secretária de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, ressaltou que a iniciativa marca uma nova etapa para o setor ao permitir que produtos regionais sejam reconhecidos por sua origem e tradição.
“Hoje passamos para uma nova fase, que é agregar valor ao produto através da valorização das marcas coletivas. O Estado está fazendo uma articulação entre secretarias e instituições para trabalhar essa identidade e ampliar oportunidades para os produtores”, explicou.
O fórum reúne representantes das secretarias estaduais de Agricultura Familiar, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Ciência, Tecnologia e Inovação, além de instituições como IFMT, UFMT, Unemat, Sebrae, Senar, Assembleia Legislativa, Associação Mato-grossense dos Municípios e Organização das Cooperativas Brasileiras.
A coordenadora do projeto Territórios de Origem da Baixada Cuiabana e professora do IFMT, Nadja Gomes Machado, destacou que os selos de origem podem abrir novos mercados para os produtores.
“Esses selos ajudam os grupos produtivos a se organizar no território, reconhecendo a identidade e a qualidade dos produtos que já produzem. Isso agrega valor e permite que deixem de ser comercializados como produtos genéricos para acessar mercados mais valorizados”, afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



