“Mato Grosso já entrou no radar mundial do rodeio”, afirma tricampeão Adriano Moraes
Para Adriano Moraes, esse crescimento demonstra que Mato Grosso deixou de ser apenas um participante do circuito para ocupar posição estratégica dentro da PBR
Por Jefferson Oliveira3 min de leitura

Mato Grosso vem consolidando seu espaço entre os principais polos da montaria em touros do país e já integra o calendário dos grandes eventos da Professional Bull Riders (PBR), maior organização mundial da modalidade. A avaliação é do tricampeão mundial Adriano Moraes, responsável pelas competições de montaria em touros do Agro Festival que acontece em Cuiabá. Ele destacou a evolução do Estado no cenário nacional e internacional.
Segundo Adriano, o Estado deixou de ser apenas um promissor celeiro do agronegócio para se tornar também referência na realização de grandes competições de rodeio. Para ele, o crescimento da estrutura dos eventos e o alto nível dos atletas e animais colocaram Mato Grosso definitivamente no radar da principal entidade mundial da modalidade.
“O Mato Grosso já entrou no radar. Já existem grandes eventos aqui. No Sudeste ainda há uma concentração maior, mas o Estado hoje realiza competições de altíssimo nível. O líder do Campeonato Nacional é de Mato Grosso, os melhores touros estão circulando por aqui e hoje temos etapas importantes em Sorriso, Juara e agora Cuiabá, todas fazendo parte do circuito mundial da PBR. Quem acessar o site da PBR vai encontrar essas cidades no calendário oficial”, afirmou.
O tricampeão ressaltou que eventos realizados no Estado já rivalizam com algumas das mais tradicionais festas do rodeio brasileiro. Como exemplo, citou a etapa disputada em Sorriso, onde foi distribuída a maior premiação já registrada em uma primeira etapa da modalidade no país, com R$ 500 mil em prêmios. Apenas o campeão recebeu cerca de R$ 268 mil, além das premiações pagas aos vencedores de cada noite de competição.
Para Adriano Moraes, esse crescimento demonstra que Mato Grosso deixou de ser apenas um participante do circuito para ocupar posição estratégica dentro da PBR, recebendo etapas que integram oficialmente o calendário mundial da organização.
Ao analisar o momento vivido pelos competidores brasileiros, Adriano Moraes destacou que, embora os Estados Unidos continuem sendo referência em estrutura, organização e investimento financeiro, o Brasil permanece como a principal potência esportiva da montaria em touros.
“O Estados Unidos sempre esteve à frente em dinheiro, organização e profissionalismo. Mas o Brasil sempre produziu grandes competidores. Antes, tínhamos cerca de um terço dos atletas no circuito e conquistávamos quase metade dos títulos. Hoje temos aproximadamente metade dos competidores e também metade dos títulos mundiais da história da PBR pertence a brasileiros. O Brasil continua dominando esse esporte”, afirmou.
Ele também lembrou a conquista recente de João Grimba, campeão mundial em 2026. Embora nascido nos Estados Unidos, o atleta é filho de brasileiros, possui dupla cidadania e mantém forte ligação com o país.
“A vitória do João Grimba mostra isso. Ele nasceu nos Estados Unidos, mas é filho de brasileiros, passou a infância aqui e se considera brasileiro. Os americanos também o reconhecem como deles, mas para nós ele representa essa força do Brasil na modalidade. O título de 2024 também foi brasileiro. Isso mostra que seguimos muito fortes”, destacou.
Na avaliação do tricampeão, a expansão da PBR no Brasil também tem contribuído para reduzir a distância entre os eventos realizados no país e aqueles promovidos nos Estados Unidos.
“Hoje, através da PBR, os eventos brasileiros estão alcançando a mesma magnitude de execução e também evoluindo na parte financeira. Isso fortalece ainda mais o esporte e abre espaço para que novos talentos brasileiros continuem chegando ao circuito mundial”, concluiu.
Segundo Adriano, o Estado deixou de ser apenas um promissor celeiro do agronegócio para se tornar também referência na realização de grandes competições de rodeio. Para ele, o crescimento da estrutura dos eventos e o alto nível dos atletas e animais colocaram Mato Grosso definitivamente no radar da principal entidade mundial da modalidade.
“O Mato Grosso já entrou no radar. Já existem grandes eventos aqui. No Sudeste ainda há uma concentração maior, mas o Estado hoje realiza competições de altíssimo nível. O líder do Campeonato Nacional é de Mato Grosso, os melhores touros estão circulando por aqui e hoje temos etapas importantes em Sorriso, Juara e agora Cuiabá, todas fazendo parte do circuito mundial da PBR. Quem acessar o site da PBR vai encontrar essas cidades no calendário oficial”, afirmou.
O tricampeão ressaltou que eventos realizados no Estado já rivalizam com algumas das mais tradicionais festas do rodeio brasileiro. Como exemplo, citou a etapa disputada em Sorriso, onde foi distribuída a maior premiação já registrada em uma primeira etapa da modalidade no país, com R$ 500 mil em prêmios. Apenas o campeão recebeu cerca de R$ 268 mil, além das premiações pagas aos vencedores de cada noite de competição.
Para Adriano Moraes, esse crescimento demonstra que Mato Grosso deixou de ser apenas um participante do circuito para ocupar posição estratégica dentro da PBR, recebendo etapas que integram oficialmente o calendário mundial da organização.
Ao analisar o momento vivido pelos competidores brasileiros, Adriano Moraes destacou que, embora os Estados Unidos continuem sendo referência em estrutura, organização e investimento financeiro, o Brasil permanece como a principal potência esportiva da montaria em touros.
“O Estados Unidos sempre esteve à frente em dinheiro, organização e profissionalismo. Mas o Brasil sempre produziu grandes competidores. Antes, tínhamos cerca de um terço dos atletas no circuito e conquistávamos quase metade dos títulos. Hoje temos aproximadamente metade dos competidores e também metade dos títulos mundiais da história da PBR pertence a brasileiros. O Brasil continua dominando esse esporte”, afirmou.
Ele também lembrou a conquista recente de João Grimba, campeão mundial em 2026. Embora nascido nos Estados Unidos, o atleta é filho de brasileiros, possui dupla cidadania e mantém forte ligação com o país.
“A vitória do João Grimba mostra isso. Ele nasceu nos Estados Unidos, mas é filho de brasileiros, passou a infância aqui e se considera brasileiro. Os americanos também o reconhecem como deles, mas para nós ele representa essa força do Brasil na modalidade. O título de 2024 também foi brasileiro. Isso mostra que seguimos muito fortes”, destacou.
Na avaliação do tricampeão, a expansão da PBR no Brasil também tem contribuído para reduzir a distância entre os eventos realizados no país e aqueles promovidos nos Estados Unidos.
“Hoje, através da PBR, os eventos brasileiros estão alcançando a mesma magnitude de execução e também evoluindo na parte financeira. Isso fortalece ainda mais o esporte e abre espaço para que novos talentos brasileiros continuem chegando ao circuito mundial”, concluiu.
Publicado originalmente em 24horasmt.com.br

