Max aponta sofrimento da população ao cobrar celeridade das obras do BRT
Presidente da Assembleia afirma que a sociedade sofre diariamente com congestionamentos e reforça que a ALMT seguirá cobrando a conclusão do modal
Por Luíza Vieira2 min de leitura

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (Pode), afirmou que a população tem sofrido com os impactos provocados pelo trânsito, especialmente nos trechos em obras do Ônibus de Transporte Rápido (BRT). Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nessa segunda-feira (13), ele destacou que a Casa de Leis tem cumprido seu papel ao cobrar celeridade na conclusão do modal em Cuiabá e Várzea Grande.
“O trânsito é algo que mexe com tudo. Qualquer pessoa é impactada pelo trânsito. Quem tem que sair de casa mais cedo para pegar o transporte público e até quem chega mais tarde em casa quando sai do serviço por conta dos congestionamentos”, declarou.
O governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e do próprio governador Otaviano Pivetta (Republicanos), já estabeleceu diferentes prazos para a entrega da obra. O mais recente previa a conclusão da primeira fase em junho, o que não ocorreu.
“A Assembleia tem feito a sua parte. Tem cobrado bastante, esse é o papel do Legislativo. A gente não executa obras, não faz entregas”, explicou Max, que também citou a atuação de outros parlamentares na fiscalização dos trabalhos.
O presidente da Assembleia relembrou ainda alguns dos desafios enfrentados pelo governo para manter o ritmo das obras, principalmente a escassez de mão de obra. Na época do rompimento do contrato entre o governo de Mato Grosso e o Consórcio BRT, em fevereiro de 2025, quando Mauro Mendes (União) ainda era governador, Max defendeu que os serviços e as licitações fossem divididos em lotes, em vez de concentrados em um único contrato.
A proposta, no entanto, não foi adotada. A vencedora da licitação foi a empresa Lotufo Engenharia e Construções, com uma proposta de R$ 128 milhões. Pelo modelo de contratação integrada, a empresa ficou responsável tanto pela elaboração dos projetos executivos quanto pela construção dos três terminais, em Várzea Grande, na região do CPA e no bairro Porto, além do Centro de Controle Operacional (CCO), que funcionará junto ao terminal do Porto.
“Se essa empresa, por mais estruturada que seja, encontra dificuldade no mercado de mão de obra, todo o trecho fica parado. A solução que a gente defendeu lá atrás era de que fosse fracionado, para que tivéssemos menos problemas com essa obra”, relembrou Max.
“O trânsito é algo que mexe com tudo. Qualquer pessoa é impactada pelo trânsito. Quem tem que sair de casa mais cedo para pegar o transporte público e até quem chega mais tarde em casa quando sai do serviço por conta dos congestionamentos”, declarou.
O governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e do próprio governador Otaviano Pivetta (Republicanos), já estabeleceu diferentes prazos para a entrega da obra. O mais recente previa a conclusão da primeira fase em junho, o que não ocorreu.
“A Assembleia tem feito a sua parte. Tem cobrado bastante, esse é o papel do Legislativo. A gente não executa obras, não faz entregas”, explicou Max, que também citou a atuação de outros parlamentares na fiscalização dos trabalhos.
O presidente da Assembleia relembrou ainda alguns dos desafios enfrentados pelo governo para manter o ritmo das obras, principalmente a escassez de mão de obra. Na época do rompimento do contrato entre o governo de Mato Grosso e o Consórcio BRT, em fevereiro de 2025, quando Mauro Mendes (União) ainda era governador, Max defendeu que os serviços e as licitações fossem divididos em lotes, em vez de concentrados em um único contrato.
A proposta, no entanto, não foi adotada. A vencedora da licitação foi a empresa Lotufo Engenharia e Construções, com uma proposta de R$ 128 milhões. Pelo modelo de contratação integrada, a empresa ficou responsável tanto pela elaboração dos projetos executivos quanto pela construção dos três terminais, em Várzea Grande, na região do CPA e no bairro Porto, além do Centro de Controle Operacional (CCO), que funcionará junto ao terminal do Porto.
“Se essa empresa, por mais estruturada que seja, encontra dificuldade no mercado de mão de obra, todo o trecho fica parado. A solução que a gente defendeu lá atrás era de que fosse fracionado, para que tivéssemos menos problemas com essa obra”, relembrou Max.
Publicado originalmente em maxrussi.com.br



