Max Russi descarta disputar Governo de MT e rejeita candidatura: “não vou entrar nos 45 do segundo tempo”
Presidente do Podemos afirmou que foi procurado por Jayme Campos e Janaina Riva, mas disse que não assumiria uma disputa sem grupo e planejamento
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O presidente do Podemos em Mato Grosso, deputado estadual Max Russi, descartou a possibilidade de disputar o Governo do Estado nas eleições deste ano e afirmou que não pretende entrar em uma candidatura construída às pressas.
A hipótese ganhou força nos bastidores após o senador Jayme Campos (União Brasil) perder a disputa interna dentro do partido e ver frustrada a tentativa de lançar uma candidatura própria ao Palácio Paiaguás.
Com o novo cenário, lideranças passaram a discutir uma alternativa aos projetos do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do senador Wellington Fagundes (PL). Max confirmou que foi procurado por Jayme e pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), mas afirmou que não aceitaria assumir uma disputa sem estrutura previamente montada.
“Eu não vou entrar numa disputa nos 45 do segundo tempo, sozinho, para formar um grupo, organizar uma campanha, uma campanha gigante como essa e conversar com meus companheiros”, declarou.
O parlamentar disse ainda que nunca trabalhou com a possibilidade de disputar o Governo neste momento.
“Eu nunca vi, particularmente, eu nunca acreditei nessa possibilidade, me falar que existia essa possibilidade”, afirmou.
Segundo Max, uma candidatura ao Executivo estadual dependeria de uma mudança significativa no cenário, como a desistência de algum dos nomes já colocados na disputa. Ele destacou que Pivetta e Wellington Fagundes já estão há meses construindo seus projetos e apresentam desempenho expressivo nas pesquisas eleitorais.
“Para você entrar num processo como esse, você tem que ter a desistência de alguém, tem que ter o entendimento por parte de alguém. E são candidatos que já estão há muito tempo trabalhando, liderando pesquisa, trabalhando com números expressivos”, disse.
Apesar de admitir que poderia aceitar um eventual desafio caso houvesse uma composição estruturada, Max descartou liderar uma candidatura de ruptura ou uma articulação feita de última hora.
“Se existir, acontecer isso, aí a gente é chamado a um desafio e eu não sou de correr desafio. Agora, impor uma candidatura, sair, fazer uma dissidência, algo nesse sentido, não é a forma que o deputado Max constrói a política e construiu a política até hoje”, afirmou.
Projeto para 2030
Max Russi também negou que as movimentações atuais tenham relação com uma estratégia eleitoral para 2030. Segundo ele, o foco está na disputa deste ano.
“2030 é muito longe. Tem que ganhar a eleição agora em 2026, que não é fácil, gente. A eleição é muito difícil”, declarou.
O presidente do Podemos confirmou que pretende disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa em 2026, mas indicou que este deve ser seu último pleito como deputado estadual. A partir de 2030, segundo ele, poderá avaliar novos caminhos políticos.
A hipótese ganhou força nos bastidores após o senador Jayme Campos (União Brasil) perder a disputa interna dentro do partido e ver frustrada a tentativa de lançar uma candidatura própria ao Palácio Paiaguás.
Com o novo cenário, lideranças passaram a discutir uma alternativa aos projetos do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do senador Wellington Fagundes (PL). Max confirmou que foi procurado por Jayme e pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), mas afirmou que não aceitaria assumir uma disputa sem estrutura previamente montada.
“Eu não vou entrar numa disputa nos 45 do segundo tempo, sozinho, para formar um grupo, organizar uma campanha, uma campanha gigante como essa e conversar com meus companheiros”, declarou.
O parlamentar disse ainda que nunca trabalhou com a possibilidade de disputar o Governo neste momento.
“Eu nunca vi, particularmente, eu nunca acreditei nessa possibilidade, me falar que existia essa possibilidade”, afirmou.
Segundo Max, uma candidatura ao Executivo estadual dependeria de uma mudança significativa no cenário, como a desistência de algum dos nomes já colocados na disputa. Ele destacou que Pivetta e Wellington Fagundes já estão há meses construindo seus projetos e apresentam desempenho expressivo nas pesquisas eleitorais.
“Para você entrar num processo como esse, você tem que ter a desistência de alguém, tem que ter o entendimento por parte de alguém. E são candidatos que já estão há muito tempo trabalhando, liderando pesquisa, trabalhando com números expressivos”, disse.
Apesar de admitir que poderia aceitar um eventual desafio caso houvesse uma composição estruturada, Max descartou liderar uma candidatura de ruptura ou uma articulação feita de última hora.
“Se existir, acontecer isso, aí a gente é chamado a um desafio e eu não sou de correr desafio. Agora, impor uma candidatura, sair, fazer uma dissidência, algo nesse sentido, não é a forma que o deputado Max constrói a política e construiu a política até hoje”, afirmou.
Projeto para 2030
Max Russi também negou que as movimentações atuais tenham relação com uma estratégia eleitoral para 2030. Segundo ele, o foco está na disputa deste ano.
“2030 é muito longe. Tem que ganhar a eleição agora em 2026, que não é fácil, gente. A eleição é muito difícil”, declarou.
O presidente do Podemos confirmou que pretende disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa em 2026, mas indicou que este deve ser seu último pleito como deputado estadual. A partir de 2030, segundo ele, poderá avaliar novos caminhos políticos.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



