Max Russi diz que Assembleia tem até 3 de julho para aprovar empréstimo de R$ 1,5 bilhão pedido por Pivetta
Proposta prevê financiamento junto à Caixa e busca garantir recursos para programa habitacional com meta de 60 mil moradias
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), afirmou que os deputados estaduais terão até o próximo dia 3 de julho para analisar e votar o pedido de empréstimo de R$ 1,5 bilhão encaminhado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Segundo o parlamentar, o prazo reduzido está relacionado às restrições impostas pelo calendário eleitoral, o que exige uma tramitação acelerada da proposta. Apesar disso, Max acredita que o projeto terá apoio da maioria dos deputados por conta de seu alcance social.
A proposta foi entregue pessoalmente pelo governador à Assembleia nesta quarta-feira (24) e autoriza o Estado a contratar financiamento junto à Caixa Econômica Federal. O objetivo é compensar a perda de arrecadação provocada pelo encerramento do Fethab 2, previsto para dezembro deste ano.
De acordo com Max Russi, a possibilidade de Mato Grosso buscar novos financiamentos demonstra a capacidade financeira do Estado e sua condição de honrar compromissos futuros.
“Isso mostra que as contas do governo estão muito boas, porque você só consegue financiamento quando tem capacidade de pagamento. O Estado está bem organizado, consegue uma taxa de juros melhor e busca avançar na questão social, especialmente na habitação”, afirmou.
O presidente da Assembleia destacou que a principal finalidade da operação financeira é viabilizar um programa habitacional que pretende alcançar a marca de 60 mil moradias populares em Mato Grosso.
“É algo que o governador tem sensibilizado bastante, a importância de construirmos uma meta audaciosa de 60 mil casas. Pelo planejamento que o governo está fazendo, acredito que teremos condições de superar essa meta”, disse.
Segundo Max, a necessidade de aprovação até o início de julho exigirá rapidez na tramitação, mas não deve comprometer a análise do projeto pelos parlamentares.
“Se houver a vedação eleitoral, como nos foi informado, o projeto precisa ser aprovado até o próximo dia 3. O prazo é curto, mas tenho certeza de que os 24 deputados têm interesse em ajudar o Estado de Mato Grosso, ainda mais em uma causa tão sensível quanto a habitação”, declarou.
O presidente da ALMT informou ainda que a matéria começou a tramitar na Casa nesta quarta-feira e será tratada como prioridade.
“Vamos colocar para leitura hoje. O prazo será um dificultador, mas conheço todos os deputados e a boa intenção que têm de aprovar projetos importantes para Mato Grosso. Esse é um projeto de habitação, que sensibiliza os 24 deputados desta Casa”, acrescentou.
Pelo planejamento apresentado pelo governo estadual, os recursos obtidos por meio do empréstimo serão direcionados para investimentos em infraestrutura e atenção básica à saúde nos municípios. Com isso, os valores atualmente utilizados nessas áreas por meio do Fethab poderão ser redirecionados para subsidiar a construção das moradias populares.
A proposta prevê aporte de até R$ 35 mil por unidade habitacional dentro do programa que pretende ampliar a oferta de moradia para famílias de baixa renda em Mato Grosso.
Segundo o parlamentar, o prazo reduzido está relacionado às restrições impostas pelo calendário eleitoral, o que exige uma tramitação acelerada da proposta. Apesar disso, Max acredita que o projeto terá apoio da maioria dos deputados por conta de seu alcance social.
A proposta foi entregue pessoalmente pelo governador à Assembleia nesta quarta-feira (24) e autoriza o Estado a contratar financiamento junto à Caixa Econômica Federal. O objetivo é compensar a perda de arrecadação provocada pelo encerramento do Fethab 2, previsto para dezembro deste ano.
De acordo com Max Russi, a possibilidade de Mato Grosso buscar novos financiamentos demonstra a capacidade financeira do Estado e sua condição de honrar compromissos futuros.
“Isso mostra que as contas do governo estão muito boas, porque você só consegue financiamento quando tem capacidade de pagamento. O Estado está bem organizado, consegue uma taxa de juros melhor e busca avançar na questão social, especialmente na habitação”, afirmou.
O presidente da Assembleia destacou que a principal finalidade da operação financeira é viabilizar um programa habitacional que pretende alcançar a marca de 60 mil moradias populares em Mato Grosso.
“É algo que o governador tem sensibilizado bastante, a importância de construirmos uma meta audaciosa de 60 mil casas. Pelo planejamento que o governo está fazendo, acredito que teremos condições de superar essa meta”, disse.
Segundo Max, a necessidade de aprovação até o início de julho exigirá rapidez na tramitação, mas não deve comprometer a análise do projeto pelos parlamentares.
“Se houver a vedação eleitoral, como nos foi informado, o projeto precisa ser aprovado até o próximo dia 3. O prazo é curto, mas tenho certeza de que os 24 deputados têm interesse em ajudar o Estado de Mato Grosso, ainda mais em uma causa tão sensível quanto a habitação”, declarou.
O presidente da ALMT informou ainda que a matéria começou a tramitar na Casa nesta quarta-feira e será tratada como prioridade.
“Vamos colocar para leitura hoje. O prazo será um dificultador, mas conheço todos os deputados e a boa intenção que têm de aprovar projetos importantes para Mato Grosso. Esse é um projeto de habitação, que sensibiliza os 24 deputados desta Casa”, acrescentou.
Pelo planejamento apresentado pelo governo estadual, os recursos obtidos por meio do empréstimo serão direcionados para investimentos em infraestrutura e atenção básica à saúde nos municípios. Com isso, os valores atualmente utilizados nessas áreas por meio do Fethab poderão ser redirecionados para subsidiar a construção das moradias populares.
A proposta prevê aporte de até R$ 35 mil por unidade habitacional dentro do programa que pretende ampliar a oferta de moradia para famílias de baixa renda em Mato Grosso.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


