Max Russi: próximo Governador definirá uso de empréstimo de R$ 1,5 Bilhão para moradias
Presidente da Assembleia afirma que financiamento para 60 mil moradias será executado pela gestão que assumir o Palácio Paiaguás em 2027
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), declarou que a responsabilidade pela aplicação do empréstimo de R$ 1,5 bilhão, a ser contratado pelo Governo do Estado com a Caixa Econômica Federal, caberá ao próximo governador. O financiamento visa a construção de 60 mil moradias populares por meio do programa SER Família Habitação.
Russi explicou que a operação deve ser concluída após as eleições, tornando a nova gestão, que assumirá o Palácio Paiaguás em 2027, responsável por implementar o plano de investimentos. Sua declaração foi feita durante uma entrevista à Rádio CBN Cuiabá, momentos antes da retomada da tramitação do projeto na Assembleia.
O projeto, enviado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), teve sua análise suspensa na semana anterior, atendendo ao pedido de vista dos deputados Lúdio Cabral (PT) e Valdir Barranco (PT), que necessitaram de mais tempo para revisar aspectos do contrato. A expectativa é que o tema retorne à pauta nesta quarta-feira (8).
Apesar do adiamento da votação, Russi afirmou que a proposta conta com o apoio da maioria dos deputados, pois aborda uma questão considerada prioritária no Estado. Ele expressou que, com a aprovação sendo adiada para após o período eleitoral, a responsabilidade recairá sobre a próxima gestão para decidir como e onde investir os recursos.
“Esse é um recurso que, até a aprovação, deve ficar para o próximo Governo definir no que vai gastar, como vai gastar e a forma que vai fazer. Mas, independentemente de quem seja, o Governo precisa fazer o planejamento e os acompanhamentos”, afirmou.
Russi também manifestou seu apoio à destinação dos recursos para a política habitacional, enfatizando a grave carência de moradias em Mato Grosso. “Se falou na construção de moradias, eu defendo muito isso. Há uma grande necessidade de moradia no estado”, completou.
Além disso, o presidente da Assembleia defendeu a busca de financiamento pelo Executivo junto à Caixa, argumentando que tal contratação é uma prerrogativa do Poder Executivo, respaldada pela capacidade financeira do Estado.
“É uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem a capacidade de financiamento, necessidade de investimento e encontrou no mercado o banco que fez o empréstimo conforme o que o governo entende como interessante. Eu defendo e sempre darei essa autonomia ao Poder Executivo para que possa fazer esse encaminhamento”, concluiu.
De acordo com o Governo, a contratação do empréstimo visa garantir recursos para a política habitacional, especialmente diante da previsão de redução da arrecadação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) no fim deste ano, o que permitirá uma reorganização das fontes de financiamento destinadas ao programa SER Família Habitação.
Russi explicou que a operação deve ser concluída após as eleições, tornando a nova gestão, que assumirá o Palácio Paiaguás em 2027, responsável por implementar o plano de investimentos. Sua declaração foi feita durante uma entrevista à Rádio CBN Cuiabá, momentos antes da retomada da tramitação do projeto na Assembleia.
O projeto, enviado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), teve sua análise suspensa na semana anterior, atendendo ao pedido de vista dos deputados Lúdio Cabral (PT) e Valdir Barranco (PT), que necessitaram de mais tempo para revisar aspectos do contrato. A expectativa é que o tema retorne à pauta nesta quarta-feira (8).
Apesar do adiamento da votação, Russi afirmou que a proposta conta com o apoio da maioria dos deputados, pois aborda uma questão considerada prioritária no Estado. Ele expressou que, com a aprovação sendo adiada para após o período eleitoral, a responsabilidade recairá sobre a próxima gestão para decidir como e onde investir os recursos.
“Esse é um recurso que, até a aprovação, deve ficar para o próximo Governo definir no que vai gastar, como vai gastar e a forma que vai fazer. Mas, independentemente de quem seja, o Governo precisa fazer o planejamento e os acompanhamentos”, afirmou.
Russi também manifestou seu apoio à destinação dos recursos para a política habitacional, enfatizando a grave carência de moradias em Mato Grosso. “Se falou na construção de moradias, eu defendo muito isso. Há uma grande necessidade de moradia no estado”, completou.
Além disso, o presidente da Assembleia defendeu a busca de financiamento pelo Executivo junto à Caixa, argumentando que tal contratação é uma prerrogativa do Poder Executivo, respaldada pela capacidade financeira do Estado.
“É uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem a capacidade de financiamento, necessidade de investimento e encontrou no mercado o banco que fez o empréstimo conforme o que o governo entende como interessante. Eu defendo e sempre darei essa autonomia ao Poder Executivo para que possa fazer esse encaminhamento”, concluiu.
De acordo com o Governo, a contratação do empréstimo visa garantir recursos para a política habitacional, especialmente diante da previsão de redução da arrecadação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) no fim deste ano, o que permitirá uma reorganização das fontes de financiamento destinadas ao programa SER Família Habitação.
Publicado originalmente em infoverus.com.br
