Morre aos 96 anos Seu Jão, mestre do Siriri e do Cururu
João Espifânio do Nascimento dedicou décadas à preservação das tradições populares e era reconhecido como um dos principais cururueiros de Mato Grosso
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A cultura popular de Mato Grosso perdeu nessa sexta-feira (31) um de seus grandes representantes. Aos 96 anos, João Espifânio do Nascimento, conhecido como Seu Jão, deixou uma história construída ao som das violas de cocho, das cantorias e das tradições que ajudou a preservar por décadas.
Natural da vivência cultural de Várzea Grande, Seu Jão se tornou uma das principais referências do Cururu no estado. Sua trajetória ultrapassou as apresentações em festivais: ele atuou como guardião de conhecimentos passados entre gerações, ensinando ritmos, histórias e costumes ligados às manifestações populares mato-grossenses.
Mesmo com a idade avançada, o mestre continuava participando de atividades culturais. Sua presença em encontros, oficinas e apresentações era vista por grupos folclóricos como uma forma de manter a ligação entre os antigos mestres e os novos integrantes que seguem dando continuidade às tradições.
Ao longo dos anos, Seu Jão ajudou a fortalecer o reconhecimento do Siriri e do Cururu como símbolos da identidade regional. O trabalho desenvolvido por ele fez com que seu nome se tornasse associado à preservação da memória cultural de Mato Grosso.
A Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso (AMFMT), entidade da qual fazia parte, confirmou a morte e destacou a importância do mestre para a formação de artistas e grupos culturais.
Segundo a associação, a ausência de Seu Jão representa uma perda significativa para o movimento folclórico do estado, mas os ensinamentos deixados por ele permanecem com aqueles que aprenderam e continuam praticando as tradições que ele ajudou a manter.
Como homenagem ao mestre, a AMFMT suspendeu as atividades previstas a partir da noite desta sexta-feira e informou que a programação será retomada na segunda-feira (3).
A trajetória de Seu Jão deixa registrada a história de um homem que transformou a cultura popular em missão de vida e ajudou a garantir que manifestações tradicionais de Mato Grosso continuem atravessando novas gerações.
Natural da vivência cultural de Várzea Grande, Seu Jão se tornou uma das principais referências do Cururu no estado. Sua trajetória ultrapassou as apresentações em festivais: ele atuou como guardião de conhecimentos passados entre gerações, ensinando ritmos, histórias e costumes ligados às manifestações populares mato-grossenses.
Mesmo com a idade avançada, o mestre continuava participando de atividades culturais. Sua presença em encontros, oficinas e apresentações era vista por grupos folclóricos como uma forma de manter a ligação entre os antigos mestres e os novos integrantes que seguem dando continuidade às tradições.
Ao longo dos anos, Seu Jão ajudou a fortalecer o reconhecimento do Siriri e do Cururu como símbolos da identidade regional. O trabalho desenvolvido por ele fez com que seu nome se tornasse associado à preservação da memória cultural de Mato Grosso.
A Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso (AMFMT), entidade da qual fazia parte, confirmou a morte e destacou a importância do mestre para a formação de artistas e grupos culturais.
Segundo a associação, a ausência de Seu Jão representa uma perda significativa para o movimento folclórico do estado, mas os ensinamentos deixados por ele permanecem com aqueles que aprenderam e continuam praticando as tradições que ele ajudou a manter.
Como homenagem ao mestre, a AMFMT suspendeu as atividades previstas a partir da noite desta sexta-feira e informou que a programação será retomada na segunda-feira (3).
A trajetória de Seu Jão deixa registrada a história de um homem que transformou a cultura popular em missão de vida e ajudou a garantir que manifestações tradicionais de Mato Grosso continuem atravessando novas gerações.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



