Na Febrasem, Famato aponta tecnologia como base da produtividade agrícola de MT
Por Eduardo Cardoso3 min de leitura

A abertura da 5ª edição da Feira Brasileira de Sementes (Febrasem 2026), realizada nesta quarta-feira (17), em Rondonópolis, destacou os desafios da cadeia produtiva de sementes e a importância da integração entre produtores, empresas, pesquisadores e entidades do agronegócio. Promovido pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), o evento tem como tema “A Semente é o Elo” e reúne, durante dois dias, lideranças nacionais do setor sementeiro.
Durante a solenidade, o presidente da Aprosmat, Nelson Croda, afirmou que a feira foi concebida para aproximar os diferentes elos da cadeia e estimular debates voltados às demandas do produtor de grãos brasileiro. Segundo ele, a Febrasem tem o papel de reunir lideranças do setor para transformar desafios em oportunidades.
“Na Febrasem conseguimos reunir os líderes das companhias do Brasil inteiro. Como sementeiros e produtores, precisamos nos unir e buscar o diálogo para termos uma convergência e transformarmos esses desafios em oportunidades para o setor. “Temos que unir todos os elos e fortalecer a cadeia produtiva de sementes”, pontuou Croda.
Ao centro, o presidente da Aprosmat, Nelson Croda, afirmou que a feira foi concebida para aproximar os diferentes elos da cadeia. Foto: Guilherme Fukuda
Na sequência, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, defendeu a valorização dos sementeiros e afirmou que o avanço da produtividade em Mato Grosso está diretamente ligado ao investimento em pesquisa, inovação, melhoramento genético, tecnologia e qualificação profissional.
“Mato Grosso alcançou os índices de produtividade que apresenta hoje porque houve um trabalho consistente de desenvolvimento tecnológico. Os sementeiros buscaram os parceiros certos, investiram em conhecimento e entregaram aos produtores as ferramentas necessárias para produzir mais e melhor”, afirmou.
Vilmondes também destacou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo, o estado não vive uma crise de produção, mas de mercado. De acordo com ele, a renda do produtor está pressionada, mas o campo segue ativo, com planejamento para a próxima safra e disposição para continuar investindo. Além disso, o presidente da Famato afirmou que a cadeia de sementes teve papel decisivo na consolidação de Mato Grosso como um dos principais polos agrícolas do país. Para ele, o trabalho desenvolvido pelos sementeiros contribuiu para que os produtores tivessem acesso a materiais mais eficientes e adaptados às necessidades do campo.
“Os sementeiros de Mato Grosso souberam desenvolver, buscar os parceiros certos e entregar aos produtores rurais materiais que permitiram alcançar produtividades cada vez maiores. Sem esse trabalho, talvez o estado não estivesse tão à frente em desenvolvimento e produtividade”, destacou, ao ressaltar a organização das cadeias produtivas em Mato Grosso e o papel das entidades representativas na construção de soluções para o setor.
A programação da manhã foi encerrada com um painel sobre a dinâmica do reconhecimento da propriedade intelectual nos negócios de sementes. A proposta da Febrasem 2026 é conectar informação técnica à realidade prática do campo, com debates sobre biotecnologia, sustentabilidade, inovação digital, produtividade e os desafios da produção de sementes no Brasil.
Também participaram da abertura o diretor de Relações Institucionais da Famato, Ronaldo Vinha; o diretor Administrativo e Financeiro da entidade, Robson Marques; o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Beto Torremocha; representantes da Aprosmat, autoridades públicas, empresários e lideranças do agronegócio.
Durante a solenidade, o presidente da Aprosmat, Nelson Croda, afirmou que a feira foi concebida para aproximar os diferentes elos da cadeia e estimular debates voltados às demandas do produtor de grãos brasileiro. Segundo ele, a Febrasem tem o papel de reunir lideranças do setor para transformar desafios em oportunidades.
“Na Febrasem conseguimos reunir os líderes das companhias do Brasil inteiro. Como sementeiros e produtores, precisamos nos unir e buscar o diálogo para termos uma convergência e transformarmos esses desafios em oportunidades para o setor. “Temos que unir todos os elos e fortalecer a cadeia produtiva de sementes”, pontuou Croda.
Ao centro, o presidente da Aprosmat, Nelson Croda, afirmou que a feira foi concebida para aproximar os diferentes elos da cadeia. Foto: Guilherme Fukuda
Na sequência, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, defendeu a valorização dos sementeiros e afirmou que o avanço da produtividade em Mato Grosso está diretamente ligado ao investimento em pesquisa, inovação, melhoramento genético, tecnologia e qualificação profissional.
“Mato Grosso alcançou os índices de produtividade que apresenta hoje porque houve um trabalho consistente de desenvolvimento tecnológico. Os sementeiros buscaram os parceiros certos, investiram em conhecimento e entregaram aos produtores as ferramentas necessárias para produzir mais e melhor”, afirmou.
Vilmondes também destacou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo, o estado não vive uma crise de produção, mas de mercado. De acordo com ele, a renda do produtor está pressionada, mas o campo segue ativo, com planejamento para a próxima safra e disposição para continuar investindo. Além disso, o presidente da Famato afirmou que a cadeia de sementes teve papel decisivo na consolidação de Mato Grosso como um dos principais polos agrícolas do país. Para ele, o trabalho desenvolvido pelos sementeiros contribuiu para que os produtores tivessem acesso a materiais mais eficientes e adaptados às necessidades do campo.
“Os sementeiros de Mato Grosso souberam desenvolver, buscar os parceiros certos e entregar aos produtores rurais materiais que permitiram alcançar produtividades cada vez maiores. Sem esse trabalho, talvez o estado não estivesse tão à frente em desenvolvimento e produtividade”, destacou, ao ressaltar a organização das cadeias produtivas em Mato Grosso e o papel das entidades representativas na construção de soluções para o setor.
A programação da manhã foi encerrada com um painel sobre a dinâmica do reconhecimento da propriedade intelectual nos negócios de sementes. A proposta da Febrasem 2026 é conectar informação técnica à realidade prática do campo, com debates sobre biotecnologia, sustentabilidade, inovação digital, produtividade e os desafios da produção de sementes no Brasil.
Também participaram da abertura o diretor de Relações Institucionais da Famato, Ronaldo Vinha; o diretor Administrativo e Financeiro da entidade, Robson Marques; o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Beto Torremocha; representantes da Aprosmat, autoridades públicas, empresários e lideranças do agronegócio.
Publicado originalmente em sistemafamato.org.br
