Paula Calil apura denúncia de excesso de servidoras da Procuradoria da Mulher em escola de Cuiabá
Presidente da Câmara afirma que o caso será investigado após relatos de que servidoras extrapolaram suas atribuições durante atendimento em uma escola municipal
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A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), afirmou que vai apurar a denúncia de que servidoras da Procuradoria Especial da Mulher teriam extrapolado os limites de atuação durante um atendimento na Escola Municipal Agostinho Simplício de Figueiredo, no bairro Poção.
Segundo a parlamentar, ela tomou conhecimento do caso após ser procurada pelo vereador Wilson Kero Kero (PMB), que levou três servidoras da unidade escolar até a Presidência da Câmara.
"Na sessão do início do mês, que foi dia 2 de julho, o vereador Wilson Kero Kero estava com as três servidoras e, ao término da sessão, ele me abordou para falar dessa situação das servidoras que estavam aqui, que estavam chorosas, bastante abaladas com o fato que aconteceu na escola, onde as funcionárias da Procuradoria da Câmara Municipal de Cuiabá haviam se excedido", relatou.
Após ouvir os relatos, Paula disse que concluiu se tratar de um problema administrativo envolvendo a escola, cuja solução caberia à Secretaria Municipal de Educação.
"Realmente estavam bastante abaladas, chorosas, um problema com a ASG. Porque há algum tempo elas não estavam conseguindo internamente resolver a situação e eu entendi que é um problema administrativo, tem que ser resolvido pela Secretaria Municipal de Educação", afirmou.
A presidente também contou que, durante a reunião, o prefeito Abilio Brunini (PL) foi chamado por Wilson Kero Kero para ouvir as servidoras. No dia seguinte, segundo ela, o prefeito esteve na escola para acompanhar a situação.
Sobre a informação de que um boletim de ocorrência teria sido registrado contra servidoras da Procuradoria da Mulher, Paula disse que soube do documento apenas de maneira informal e aguarda comunicação oficial para adotar providências.
"A notícia do boletim de ocorrência eu fiquei sabendo, sim, mas de maneira não oficial. Fiquei sabendo da existência desse boletim de ocorrência e, para que a gente tome as devidas providências dentro, como presidente da Câmara, embora a Procuradoria da Mulher seja autônoma, como está no projeto de resolução, mas autônoma na sua atuação e ela não pode extrapolar os seus limites de atuação", declarou.
Ela ressaltou que, embora a Procuradoria Especial da Mulher tenha autonomia funcional, as servidoras estão vinculadas administrativamente à Câmara, o que exige a apuração do caso.
"Como presidente da Câmara eu preciso apurar, sim, os fatos, porque as servidoras estão sob a minha responsabilidade enquanto presidente, mas eu preciso ser comunicado de maneira oficial. Então, até hoje, oficialmente, eu não recebi esses boletins de ocorrência. Sei de informações que eles existem e que a gente aí, sim, vai dar os devidos encaminhamentos", afirmou.
Paula Calil também informou que, logo após a reunião com as servidoras, entrou em contato com a vereadora Maria Avalone (PSDB), responsável pela Procuradoria Especial da Mulher, para relatar o episódio.
"Ao término da reunião com as servidoras, eu liguei para a vereadora Maria Avalone e coloquei a situação para ela, para que ela conversasse com as servidoras da Procuradoria. Relatei o fato à vereadora Maria Avalone. Está no meu celular a ligação do dia 2 de julho. Eu não tenho por que esconder nada, eu sempre procuro atuar buscando diálogo para que a Câmara tenha uma entrega para a população cuiabana. Nós estamos aqui para servir a população cuiabana", concluiu.
Segundo a parlamentar, ela tomou conhecimento do caso após ser procurada pelo vereador Wilson Kero Kero (PMB), que levou três servidoras da unidade escolar até a Presidência da Câmara.
"Na sessão do início do mês, que foi dia 2 de julho, o vereador Wilson Kero Kero estava com as três servidoras e, ao término da sessão, ele me abordou para falar dessa situação das servidoras que estavam aqui, que estavam chorosas, bastante abaladas com o fato que aconteceu na escola, onde as funcionárias da Procuradoria da Câmara Municipal de Cuiabá haviam se excedido", relatou.
Após ouvir os relatos, Paula disse que concluiu se tratar de um problema administrativo envolvendo a escola, cuja solução caberia à Secretaria Municipal de Educação.
"Realmente estavam bastante abaladas, chorosas, um problema com a ASG. Porque há algum tempo elas não estavam conseguindo internamente resolver a situação e eu entendi que é um problema administrativo, tem que ser resolvido pela Secretaria Municipal de Educação", afirmou.
A presidente também contou que, durante a reunião, o prefeito Abilio Brunini (PL) foi chamado por Wilson Kero Kero para ouvir as servidoras. No dia seguinte, segundo ela, o prefeito esteve na escola para acompanhar a situação.
Sobre a informação de que um boletim de ocorrência teria sido registrado contra servidoras da Procuradoria da Mulher, Paula disse que soube do documento apenas de maneira informal e aguarda comunicação oficial para adotar providências.
"A notícia do boletim de ocorrência eu fiquei sabendo, sim, mas de maneira não oficial. Fiquei sabendo da existência desse boletim de ocorrência e, para que a gente tome as devidas providências dentro, como presidente da Câmara, embora a Procuradoria da Mulher seja autônoma, como está no projeto de resolução, mas autônoma na sua atuação e ela não pode extrapolar os seus limites de atuação", declarou.
Ela ressaltou que, embora a Procuradoria Especial da Mulher tenha autonomia funcional, as servidoras estão vinculadas administrativamente à Câmara, o que exige a apuração do caso.
"Como presidente da Câmara eu preciso apurar, sim, os fatos, porque as servidoras estão sob a minha responsabilidade enquanto presidente, mas eu preciso ser comunicado de maneira oficial. Então, até hoje, oficialmente, eu não recebi esses boletins de ocorrência. Sei de informações que eles existem e que a gente aí, sim, vai dar os devidos encaminhamentos", afirmou.
Paula Calil também informou que, logo após a reunião com as servidoras, entrou em contato com a vereadora Maria Avalone (PSDB), responsável pela Procuradoria Especial da Mulher, para relatar o episódio.
"Ao término da reunião com as servidoras, eu liguei para a vereadora Maria Avalone e coloquei a situação para ela, para que ela conversasse com as servidoras da Procuradoria. Relatei o fato à vereadora Maria Avalone. Está no meu celular a ligação do dia 2 de julho. Eu não tenho por que esconder nada, eu sempre procuro atuar buscando diálogo para que a Câmara tenha uma entrega para a população cuiabana. Nós estamos aqui para servir a população cuiabana", concluiu.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



