Pivetta endurece discurso contra facções: "Vão mudar de profissão ou deixar Mato Grosso"
Durante posse de novos policiais civis, governador afirmou que Estado vai ampliar a repressão ao crime organizado e disse que não permitirá a criação de áreas dominadas por facções
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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) adotou um tom firme ao falar sobre o combate ao crime organizado em Mato Grosso. Durante a posse de novos policiais civis, realizada nesta sexta-feira (24), ele afirmou que o governo pretende intensificar as ações contra as facções e avisou que os criminosos não terão espaço para atuar no Estado.
Segundo Pivetta, o reforço nas operações policiais e no trabalho de investigação faz parte de uma estratégia permanente para reduzir a criminalidade e impedir o fortalecimento das organizações criminosas.
Ao comentar o cenário da segurança pública, o governador afirmou que a gestão não pretende recuar no enfrentamento às facções e declarou que quem insistir na prática de crimes terá apenas duas alternativas.
"Com as forças que temos, vamos prender e punir. Não há falta do Estado neste quesito. Estamos avançando com força e determinação. Pode ser que, há um tempo, os criminosos mudaram de algum estado para cá. Agora, eles mudam de profissão ou vão mudar de estado, porque não vamos permitir", disse.
Pivetta também destacou que a criação da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), em 2024, representou uma mudança na estratégia de enfrentamento ao crime, principalmente no controle do sistema penitenciário. De acordo com ele, a medida permitiu ampliar o monitoramento das unidades prisionais e dificultar a atuação das facções de dentro dos presídios.
O governador afirmou ainda que Mato Grosso não possui regiões controladas pelo chamado "Estado paralelo" e garantiu que a administração estadual pretende manter esse cenário.
"Não temos território dominado pelo estado paralelo e nem vai ter. Isso não significa que podemos relaxar. Vamos continuar atuando para reduzir cada vez mais a criminalidade", afirmou.
Durante a solenidade, Pivetta também relacionou a chegada de novos investigadores ao fortalecimento da segurança pública. Segundo ele, o aumento do efetivo permitirá ampliar a capacidade operacional da Polícia Civil e acelerar investigações contra grupos criminosos.
Dados apresentados pelo governo apontam que, após a criação da Sejus, Mato Grosso registrou queda de aproximadamente 23% nas mortes violentas, resultado que colocou o Estado entre os três com maior redução desse indicador no país.
Segundo Pivetta, o reforço nas operações policiais e no trabalho de investigação faz parte de uma estratégia permanente para reduzir a criminalidade e impedir o fortalecimento das organizações criminosas.
Ao comentar o cenário da segurança pública, o governador afirmou que a gestão não pretende recuar no enfrentamento às facções e declarou que quem insistir na prática de crimes terá apenas duas alternativas.
"Com as forças que temos, vamos prender e punir. Não há falta do Estado neste quesito. Estamos avançando com força e determinação. Pode ser que, há um tempo, os criminosos mudaram de algum estado para cá. Agora, eles mudam de profissão ou vão mudar de estado, porque não vamos permitir", disse.
Pivetta também destacou que a criação da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), em 2024, representou uma mudança na estratégia de enfrentamento ao crime, principalmente no controle do sistema penitenciário. De acordo com ele, a medida permitiu ampliar o monitoramento das unidades prisionais e dificultar a atuação das facções de dentro dos presídios.
O governador afirmou ainda que Mato Grosso não possui regiões controladas pelo chamado "Estado paralelo" e garantiu que a administração estadual pretende manter esse cenário.
"Não temos território dominado pelo estado paralelo e nem vai ter. Isso não significa que podemos relaxar. Vamos continuar atuando para reduzir cada vez mais a criminalidade", afirmou.
Durante a solenidade, Pivetta também relacionou a chegada de novos investigadores ao fortalecimento da segurança pública. Segundo ele, o aumento do efetivo permitirá ampliar a capacidade operacional da Polícia Civil e acelerar investigações contra grupos criminosos.
Dados apresentados pelo governo apontam que, após a criação da Sejus, Mato Grosso registrou queda de aproximadamente 23% nas mortes violentas, resultado que colocou o Estado entre os três com maior redução desse indicador no país.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



