PL rejeita recuo de Wellington e dificulta aliança com Republicanos em Mato Grosso
A definição amplia o impasse entre as duas legendas justamente no momento em que ambas discutem uma aproximação no cenário nacional
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O Partido Liberal (PL) comunicou ao Republicanos que não pretende retirar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, frustrando as articulações para a construção de um palanque único em torno da reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). A definição amplia o impasse entre as duas legendas justamente no momento em que ambas discutem uma aproximação no cenário nacional.
Mato Grosso passou a ocupar posição estratégica nas negociações entre PL e Republicanos para uma eventual aliança visando as eleições presidenciais de 2026. Nos bastidores, dirigentes das duas siglas avaliam que um entendimento no Estado poderia fortalecer as conversas em torno de um projeto nacional, que tem entre as possibilidades uma candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
Apesar das tratativas, a direção do PL tem sustentado que Wellington Fagundes permanece como o nome do partido para a disputa ao Palácio Paiaguás. O argumento é de que a legenda já abriu mão de protagonismo na eleição estadual de 2022, quando desistiu de lançar candidato próprio para apoiar a reeleição do então governador Mauro Mendes (União Brasil).
Com esse histórico, lideranças liberais defendem que, desta vez, cabe ao Republicanos abrir espaço para que o PL lidere a chapa majoritária ao governo estadual, mantendo Wellington como candidato.
A posição reduz, ao menos neste momento, as chances de composição em torno de uma candidatura única do grupo conservador em Mato Grosso e sinaliza que as negociações entre as duas siglas deverão se intensificar nas próximas semanas, à medida que o calendário eleitoral se aproxima e os partidos buscam definir seus palanques estaduais.
Mato Grosso passou a ocupar posição estratégica nas negociações entre PL e Republicanos para uma eventual aliança visando as eleições presidenciais de 2026. Nos bastidores, dirigentes das duas siglas avaliam que um entendimento no Estado poderia fortalecer as conversas em torno de um projeto nacional, que tem entre as possibilidades uma candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
Apesar das tratativas, a direção do PL tem sustentado que Wellington Fagundes permanece como o nome do partido para a disputa ao Palácio Paiaguás. O argumento é de que a legenda já abriu mão de protagonismo na eleição estadual de 2022, quando desistiu de lançar candidato próprio para apoiar a reeleição do então governador Mauro Mendes (União Brasil).
Com esse histórico, lideranças liberais defendem que, desta vez, cabe ao Republicanos abrir espaço para que o PL lidere a chapa majoritária ao governo estadual, mantendo Wellington como candidato.
A posição reduz, ao menos neste momento, as chances de composição em torno de uma candidatura única do grupo conservador em Mato Grosso e sinaliza que as negociações entre as duas siglas deverão se intensificar nas próximas semanas, à medida que o calendário eleitoral se aproxima e os partidos buscam definir seus palanques estaduais.
Publicado originalmente em en.com.br



