Podemos descarta candidatura própria ao Governo de MT e define apoio até o fim do dia
Presidente estadual da sigla, Max Russi afirma que partido negocia com outras legendas e busca uma composição que fortaleça o projeto político da legenda
2 min de leitura

O deputado estadual Max Russi descartou nesta terça-feira (4) a possibilidade de o Podemos lançar candidatura própria ao Governo de Mato Grosso. Presidente estadual da sigla, ele afirmou que o partido está em diálogo com outras legendas para definir qual projeto apoiará na disputa pelo Palácio Paiaguás. A decisão deve ser anunciada até o final da tarde, após as conversas com lideranças e integrantes da legenda durante a convenção estadual.
“Não, não, não. Nós conversamos hoje com todos os convencionais, conversamos com os candidatos e a gente entende que vai procurar o encaminhamento de uma coligação de um processo que valorize o nosso partido, que valorize as ações que nós entendemos que são importantes para Mato Grosso”, afirmou.
Nos últimos meses, o nome de Max Russi chegou a ser citado nos bastidores como uma possível alternativa para a disputa ao Governo do Estado. A especulação ganhou força após o União Brasil decidir apoiar a candidatura à reeleição de Otaviano Pivetta (Republicanos), deixando de lado a possibilidade de lançar o senador Jayme Campos ao cargo.
Apesar dos rumores, Russi negou repetidamente a intenção de disputar o Palácio Paiaguás.
Durante a convenção, o presidente do Podemos afirmou ainda que a possibilidade de o partido indicar um candidato a vice-governador em alguma chapa é considerada positiva, mas não será o único critério para definir o apoio da sigla.
O objetivo do partido, segundo ele, é eleger seis deputados estaduais e conquistar ao menos uma vaga na Câmara Federal.
Sigla disputada
A convenção do Podemos passou a ser acompanhada por diferentes grupos políticos devido ao peso da legenda no cenário estadual. Na eleição municipal de 2024, Max Russi teve papel de destaque ao comandar o então PSB estadual e ampliar a presença da sigla no interior.
Em Cuiabá, o grupo ligado ao parlamentar elegeu quatro vereadores. Após a mudança para o Podemos, os aliados acompanharam a migração e fizeram o partido alcançar a maior bancada da Câmara Municipal, com seis parlamentares.
A definição do partido nesta terça-feira deve influenciar o desenho das alianças para a disputa de 2026 e ocorre em meio a um cenário de divisão entre grupos da direita em Mato Grosso. A movimentação também é observada por setores da esquerda, que avaliam que a disputa interna entre adversários pode alterar o cenário eleitoral.
“Não, não, não. Nós conversamos hoje com todos os convencionais, conversamos com os candidatos e a gente entende que vai procurar o encaminhamento de uma coligação de um processo que valorize o nosso partido, que valorize as ações que nós entendemos que são importantes para Mato Grosso”, afirmou.
Nos últimos meses, o nome de Max Russi chegou a ser citado nos bastidores como uma possível alternativa para a disputa ao Governo do Estado. A especulação ganhou força após o União Brasil decidir apoiar a candidatura à reeleição de Otaviano Pivetta (Republicanos), deixando de lado a possibilidade de lançar o senador Jayme Campos ao cargo.
Apesar dos rumores, Russi negou repetidamente a intenção de disputar o Palácio Paiaguás.
Durante a convenção, o presidente do Podemos afirmou ainda que a possibilidade de o partido indicar um candidato a vice-governador em alguma chapa é considerada positiva, mas não será o único critério para definir o apoio da sigla.
O objetivo do partido, segundo ele, é eleger seis deputados estaduais e conquistar ao menos uma vaga na Câmara Federal.
Sigla disputada
A convenção do Podemos passou a ser acompanhada por diferentes grupos políticos devido ao peso da legenda no cenário estadual. Na eleição municipal de 2024, Max Russi teve papel de destaque ao comandar o então PSB estadual e ampliar a presença da sigla no interior.
Em Cuiabá, o grupo ligado ao parlamentar elegeu quatro vereadores. Após a mudança para o Podemos, os aliados acompanharam a migração e fizeram o partido alcançar a maior bancada da Câmara Municipal, com seis parlamentares.
A definição do partido nesta terça-feira deve influenciar o desenho das alianças para a disputa de 2026 e ocorre em meio a um cenário de divisão entre grupos da direita em Mato Grosso. A movimentação também é observada por setores da esquerda, que avaliam que a disputa interna entre adversários pode alterar o cenário eleitoral.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



