Produção industrial de Mato Grosso cresce 4,2% no acumulado do ano e supera média nacional
Por Vivian Lessa2 min de leitura

A indústria de Mato Grosso cresceu 4,2% entre janeiro e abril deste ano, na comparação com o mesmo período de 2025. Dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e compilada pelo Observatório de Mato Grosso da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o estado se posicionou acima da média nacional, que avançou 1,7% no mesmo intervalo.
No ranking nacional, o estado aparece entre os destaques regionais, atrás apenas de Espírito Santo (25,3%), Pernambuco (19,7%), Mato Grosso do Sul (8,0%) e Rio de Janeiro (7,3%). O crescimento da indústria mato-grossense foi impulsionado principalmente pelos segmentos de fabricação de produtos minerais não metálicos, que avançou 10,6%, além de refino e biocombustíveis (8,6%), fabricação de bebidas (5,4%) e produtos alimentícios (2,1%).
Para o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, os dados demonstram a capacidade de recuperação e expansão da indústria estadual, mesmo diante de oscilações econômicas nacionais. “O crescimento da produção industrial de Mato Grosso mostra a força da nossa indústria e a competitividade dos setores ligados à agroindústria, biocombustíveis e transformação. É um resultado que reforça a importância dos investimentos em inovação, infraestrutura e qualificação para mantermos esse ritmo de crescimento”, destacou.
Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado positivo estão resíduos da extração de soja, óleo de soja refinado, suplementos para alimentação animal, álcool etílico, refrigerantes, cervejas e elementos pré-fabricados para a construção civil.
Na análise mensal, considerando abril de 2026 frente ao mesmo mês do ano passado, Mato Grosso também registrou crescimento de 1,5% na produção industrial. Já na comparação com março deste ano, o estado teve retração de 5,2%, acompanhando o movimento de desaceleração observado em parte das regiões pesquisadas.
Mesmo com oscilações pontuais, os números reforçam o cenário de recuperação e fortalecimento da atividade industrial mato-grossense em 2026, sustentado principalmente pelo desempenho da agroindústria, do setor de biocombustíveis e da cadeia de materiais para construção.
No ranking nacional, o estado aparece entre os destaques regionais, atrás apenas de Espírito Santo (25,3%), Pernambuco (19,7%), Mato Grosso do Sul (8,0%) e Rio de Janeiro (7,3%). O crescimento da indústria mato-grossense foi impulsionado principalmente pelos segmentos de fabricação de produtos minerais não metálicos, que avançou 10,6%, além de refino e biocombustíveis (8,6%), fabricação de bebidas (5,4%) e produtos alimentícios (2,1%).
Para o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, os dados demonstram a capacidade de recuperação e expansão da indústria estadual, mesmo diante de oscilações econômicas nacionais. “O crescimento da produção industrial de Mato Grosso mostra a força da nossa indústria e a competitividade dos setores ligados à agroindústria, biocombustíveis e transformação. É um resultado que reforça a importância dos investimentos em inovação, infraestrutura e qualificação para mantermos esse ritmo de crescimento”, destacou.
Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado positivo estão resíduos da extração de soja, óleo de soja refinado, suplementos para alimentação animal, álcool etílico, refrigerantes, cervejas e elementos pré-fabricados para a construção civil.
Na análise mensal, considerando abril de 2026 frente ao mesmo mês do ano passado, Mato Grosso também registrou crescimento de 1,5% na produção industrial. Já na comparação com março deste ano, o estado teve retração de 5,2%, acompanhando o movimento de desaceleração observado em parte das regiões pesquisadas.
Mesmo com oscilações pontuais, os números reforçam o cenário de recuperação e fortalecimento da atividade industrial mato-grossense em 2026, sustentado principalmente pelo desempenho da agroindústria, do setor de biocombustíveis e da cadeia de materiais para construção.
Publicado originalmente em fiemt.ind.br

