Tremor de terra de magnitude 2,8 é registrado em cidade de Mato Grosso; saiba onde
Abalo foi confirmado pela Rede Sismográfica Brasileira; não há registro de feridos ou danos materiais
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Um tremor de terra de magnitude 2,8 foi registrado no início da noite desta terça-feira (30) em Curvelândia, a 311 quilômetros de Cuiabá. O abalo sísmico ocorreu por volta das 18h e foi confirmado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).
O evento consta no site oficial da RSBR, que reúne registros de tremores ocorridos no Brasil e em outras partes do mundo. De acordo com os dados divulgados, o epicentro foi localizado nas coordenadas aproximadas de longitude -57,74 e latitude -15,69, correspondentes ao município mato-grossense.
Até o momento, não há informações sobre feridos ou danos materiais provocados pelo tremor.
Um abalo sísmico de magnitude 2,8 é considerado de pequeno porte e libera uma quantidade relativamente baixa de energia. Em geral, esse tipo de evento não provoca danos estruturais, embora possa ser percebido por pessoas que estejam próximas ao epicentro.
Apesar de incomuns, os tremores de terra podem ocorrer no Brasil. Como o país está localizado no interior da placa tectônica sul-americana, distante das bordas onde há maior atrito entre placas, os abalos costumam ser menos frequentes e de menor intensidade.
O maior terremoto já registrado em Mato Grosso ocorreu em 1955 e teve magnitude estimada em 6,22. Na época, a região ainda não era povoada e Curvelândia sequer havia sido emancipada, o que fez com que o episódio tivesse pouca repercussão.
Segundo registros, o terremoto atingiu intensidade VII na Escala Mercalli Modificada, considerada forte e capaz de causar danos significativos, principalmente em construções mais frágeis. O abalo também foi sentido em Cuiabá, com intensidade entre IV e V, suficiente para balançar objetos e ser percebido pela população, mas sem provocar grandes estragos, conforme o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
O professor e coordenador científico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn, explicou que o terremoto histórico não foi causado pelo encontro de placas tectônicas, como ocorre em países como Japão e Chile.
Segundo o pesquisador, o fenômeno foi provocado por movimentações internas da própria placa sul-americana, conhecidas como terremotos intraplaca. Embora sejam mais raros, esses eventos podem alcançar magnitudes elevadas, especialmente quando ocorrem próximos à superfície.
O evento consta no site oficial da RSBR, que reúne registros de tremores ocorridos no Brasil e em outras partes do mundo. De acordo com os dados divulgados, o epicentro foi localizado nas coordenadas aproximadas de longitude -57,74 e latitude -15,69, correspondentes ao município mato-grossense.
Até o momento, não há informações sobre feridos ou danos materiais provocados pelo tremor.
Um abalo sísmico de magnitude 2,8 é considerado de pequeno porte e libera uma quantidade relativamente baixa de energia. Em geral, esse tipo de evento não provoca danos estruturais, embora possa ser percebido por pessoas que estejam próximas ao epicentro.
Apesar de incomuns, os tremores de terra podem ocorrer no Brasil. Como o país está localizado no interior da placa tectônica sul-americana, distante das bordas onde há maior atrito entre placas, os abalos costumam ser menos frequentes e de menor intensidade.
O maior terremoto já registrado em Mato Grosso ocorreu em 1955 e teve magnitude estimada em 6,22. Na época, a região ainda não era povoada e Curvelândia sequer havia sido emancipada, o que fez com que o episódio tivesse pouca repercussão.
Segundo registros, o terremoto atingiu intensidade VII na Escala Mercalli Modificada, considerada forte e capaz de causar danos significativos, principalmente em construções mais frágeis. O abalo também foi sentido em Cuiabá, com intensidade entre IV e V, suficiente para balançar objetos e ser percebido pela população, mas sem provocar grandes estragos, conforme o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
O professor e coordenador científico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn, explicou que o terremoto histórico não foi causado pelo encontro de placas tectônicas, como ocorre em países como Japão e Chile.
Segundo o pesquisador, o fenômeno foi provocado por movimentações internas da própria placa sul-americana, conhecidas como terremotos intraplaca. Embora sejam mais raros, esses eventos podem alcançar magnitudes elevadas, especialmente quando ocorrem próximos à superfície.
Publicado originalmente em infoverus.com.br


