Abilio afirma que Bolsonaro e Flávio não apoiam Janaína Riva ao Senado em MT
Prefeito de Cuiabá diz que aliança entre PL e MDB é apenas partidária e que família Bolsonaro mantém apoio a José Medeiros na disputa pela vaga
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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não declararam apoio à candidatura da deputada estadual Janaína Riva (MDB) ao Senado em Mato Grosso, apesar da aliança firmada entre PL e MDB para as eleições de 2026.
Segundo Abilio, a composição entre as siglas representa um acordo eleitoral, mas não significa que integrantes da família Bolsonaro tenham aderido ao projeto da parlamentar do MDB.
A declaração ocorreu após questionamentos sobre vídeos divulgados por lideranças nacionais do PL depois da oficialização da aliança no Estado. Para o prefeito, as manifestações fazem parte do cumprimento de compromissos partidários e não representam apoio direto a Janaína.
“Não existe o presidente Bolsonaro e nem a Michelle Bolsonaro apoiando a Janaína Riva, não existe esse apoio. Nem o Flávio, nem a Michelle, nem o Bolsonaro. Existe agora uma coligação, mas não existe o apoio”, afirmou.
Abilio disse que a composição em Mato Grosso segue um acordo firmado entre Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Segundo ele, o ex-presidente teria indicado o candidato ao Senado, enquanto a direção nacional da legenda definiu o nome para disputar o Governo do Estado.
“Eu estive pessoalmente com o presidente Bolsonaro antes dele ser preso. O presidente Bolsonaro tinha um acordo com o Valdemar, e esse acordo foi mantido. O Bolsonaro escolhe o senador e o Valdemar escolhe o governador. O Bolsonaro escolheu José Medeiros para o Senado e o Valdemar decidiu que seria o Wellington, ponto”, declarou.
O prefeito também afirmou que Flávio Bolsonaro não deve participar das disputas internas envolvendo a composição estadual, já que está concentrado na corrida presidencial.
“O Flávio não vai entrar nessa briga, não cabe a ele fazer isso. Ele é candidato a presidente, está em outra esfera. A Michelle também não vai entrar nessa briga.”
Na avaliação de Abilio, o papel das lideranças nacionais do PL em Mato Grosso será reforçar apoio ao deputado federal José Medeiros (PL), candidato ao Senado.
“O que cabe ao Flávio e o que cabe à Michelle, ao meu ver, é pedir apoio para o Medeiros. E eles estão fazendo isso. Ontem a Michelle fez uma publicação reforçando esse apoio ao Medeiros. O Flávio também fez uma publicação reforçando o apoio ao Medeiros.”
As declarações ocorrem após Abilio demonstrar insatisfação com a aliança entre PL e MDB no Estado. O prefeito chegou a cogitar deixar a legenda, mas recuou após conversas com Valdemar Costa Neto e Flávio Bolsonaro.
Apesar da permanência no partido, Abilio afirmou que não fará campanha para candidatos ligados ao MDB e que sua atuação eleitoral ficará concentrada em Flávio Bolsonaro para a Presidência, José Medeiros ao Senado, candidatos proporcionais do PL e sua esposa, Samanta Iris (PL).
A aliança entre PL e MDB foi oficializada para as eleições de 2026 e tem Wellington Fagundes (PL) como candidato ao Governo de Mato Grosso e Janaína Riva (MDB) como candidata ao Senado na mesma chapa.
Segundo Abilio, a composição entre as siglas representa um acordo eleitoral, mas não significa que integrantes da família Bolsonaro tenham aderido ao projeto da parlamentar do MDB.
A declaração ocorreu após questionamentos sobre vídeos divulgados por lideranças nacionais do PL depois da oficialização da aliança no Estado. Para o prefeito, as manifestações fazem parte do cumprimento de compromissos partidários e não representam apoio direto a Janaína.
“Não existe o presidente Bolsonaro e nem a Michelle Bolsonaro apoiando a Janaína Riva, não existe esse apoio. Nem o Flávio, nem a Michelle, nem o Bolsonaro. Existe agora uma coligação, mas não existe o apoio”, afirmou.
Abilio disse que a composição em Mato Grosso segue um acordo firmado entre Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Segundo ele, o ex-presidente teria indicado o candidato ao Senado, enquanto a direção nacional da legenda definiu o nome para disputar o Governo do Estado.
“Eu estive pessoalmente com o presidente Bolsonaro antes dele ser preso. O presidente Bolsonaro tinha um acordo com o Valdemar, e esse acordo foi mantido. O Bolsonaro escolhe o senador e o Valdemar escolhe o governador. O Bolsonaro escolheu José Medeiros para o Senado e o Valdemar decidiu que seria o Wellington, ponto”, declarou.
O prefeito também afirmou que Flávio Bolsonaro não deve participar das disputas internas envolvendo a composição estadual, já que está concentrado na corrida presidencial.
“O Flávio não vai entrar nessa briga, não cabe a ele fazer isso. Ele é candidato a presidente, está em outra esfera. A Michelle também não vai entrar nessa briga.”
Na avaliação de Abilio, o papel das lideranças nacionais do PL em Mato Grosso será reforçar apoio ao deputado federal José Medeiros (PL), candidato ao Senado.
“O que cabe ao Flávio e o que cabe à Michelle, ao meu ver, é pedir apoio para o Medeiros. E eles estão fazendo isso. Ontem a Michelle fez uma publicação reforçando esse apoio ao Medeiros. O Flávio também fez uma publicação reforçando o apoio ao Medeiros.”
As declarações ocorrem após Abilio demonstrar insatisfação com a aliança entre PL e MDB no Estado. O prefeito chegou a cogitar deixar a legenda, mas recuou após conversas com Valdemar Costa Neto e Flávio Bolsonaro.
Apesar da permanência no partido, Abilio afirmou que não fará campanha para candidatos ligados ao MDB e que sua atuação eleitoral ficará concentrada em Flávio Bolsonaro para a Presidência, José Medeiros ao Senado, candidatos proporcionais do PL e sua esposa, Samanta Iris (PL).
A aliança entre PL e MDB foi oficializada para as eleições de 2026 e tem Wellington Fagundes (PL) como candidato ao Governo de Mato Grosso e Janaína Riva (MDB) como candidata ao Senado na mesma chapa.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



