Antes de definir apoio ao governo, Max Russi faz contas pela presidência da ALMT
Presidente do Podemos evita escolher entre Otaviano Pivetta e Wellington Fagundes enquanto articula espaço na futura Mesa Diretora da ALMT e busca preservar pontes com todos os grupos políticos.
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O silêncio de Max Russi (Podemos) sobre qual palanque seguirá na disputa ao Governo de Mato Grosso revela o tamanho da decisão estratégica que o presidente da Assembleia Legislativa precisa tomar. Mais do que definir apoio eleitoral, a escolha pode influenciar diretamente o futuro político do deputado dentro da própria Casa de Leis.
O Podemos chegou ao período de convenções como uma das siglas mais disputadas do cenário estadual. O partido reúne candidatos, prefeitos e lideranças com proximidade tanto do grupo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) quanto do senador Wellington Fagundes (PL), criando uma situação em que qualquer declaração antecipada pode gerar desgaste com uma das alas.
A indefinição também passa pela disputa interna da Assembleia Legislativa. Max Russi articula sua permanência no comando da Mesa Diretora e sabe que o resultado da eleição para o Governo terá reflexos diretos na composição de forças dentro do Parlamento estadual.
Caso Wellington Fagundes seja eleito governador, deputados ligados ao PL devem buscar espaço de destaque na condução da Assembleia. O mesmo movimento deve ocorrer por parte do Republicanos, caso Pivetta consiga a reeleição. Nos dois cenários, a formação da próxima Mesa Diretora será influenciada pela relação entre o Palácio Paiaguás e os parlamentares.
Além disso, o retorno de Eduardo Botelho (MDB) ao jogo político acrescenta uma nova variável. Ex-presidente da Assembleia, Botelho mantém articulação com diferentes grupos e aparece como um nome com potencial para disputar novamente espaço de protagonismo dentro da Casa.
Por isso, antes de anunciar seu posicionamento na eleição majoritária, Max busca construir garantias políticas que assegurem a continuidade de sua influência. A decisão do Podemos, que deve definir o palanque apoiado pelo partido, é aguardada como um dos movimentos mais importantes da reta final das articulações eleitorais em Mato Grosso.
Nos bastidores, a leitura é de que o presidente da Assembleia tenta equilibrar o projeto eleitoral do partido com a construção de um caminho seguro para permanecer como uma das principais lideranças do Legislativo estadual.
O Podemos chegou ao período de convenções como uma das siglas mais disputadas do cenário estadual. O partido reúne candidatos, prefeitos e lideranças com proximidade tanto do grupo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) quanto do senador Wellington Fagundes (PL), criando uma situação em que qualquer declaração antecipada pode gerar desgaste com uma das alas.
A indefinição também passa pela disputa interna da Assembleia Legislativa. Max Russi articula sua permanência no comando da Mesa Diretora e sabe que o resultado da eleição para o Governo terá reflexos diretos na composição de forças dentro do Parlamento estadual.
Caso Wellington Fagundes seja eleito governador, deputados ligados ao PL devem buscar espaço de destaque na condução da Assembleia. O mesmo movimento deve ocorrer por parte do Republicanos, caso Pivetta consiga a reeleição. Nos dois cenários, a formação da próxima Mesa Diretora será influenciada pela relação entre o Palácio Paiaguás e os parlamentares.
Além disso, o retorno de Eduardo Botelho (MDB) ao jogo político acrescenta uma nova variável. Ex-presidente da Assembleia, Botelho mantém articulação com diferentes grupos e aparece como um nome com potencial para disputar novamente espaço de protagonismo dentro da Casa.
Por isso, antes de anunciar seu posicionamento na eleição majoritária, Max busca construir garantias políticas que assegurem a continuidade de sua influência. A decisão do Podemos, que deve definir o palanque apoiado pelo partido, é aguardada como um dos movimentos mais importantes da reta final das articulações eleitorais em Mato Grosso.
Nos bastidores, a leitura é de que o presidente da Assembleia tenta equilibrar o projeto eleitoral do partido com a construção de um caminho seguro para permanecer como uma das principais lideranças do Legislativo estadual.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



