Max Russi nega perseguição e diz que Assembleia cobra conclusão das obras do BRT
Presidente da ALMT afirma que convocações buscam esclarecimentos à população e admite nova oitiva com secretário de Infraestrutura
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), afirmou que as cobranças feitas pelos deputados estaduais sobre as obras do BRT não representam perseguição ao governo do Estado. Segundo ele, o objetivo do Legislativo é fiscalizar o andamento dos trabalhos e cobrar a conclusão do modal, que continua provocando impactos no trânsito.
A declaração foi dada após o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, deixar a reunião de convocação realizada na Assembleia sob a alegação de que poderia sofrer um infarto. Durante o encontro, o secretário reclamou das cobranças relacionadas ao BRT e questionou por que não houve discussões semelhantes durante a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Ao comentar a saída do secretário, Max disse que a situação de saúde deve ser respeitada, mas ressaltou que isso não impede uma nova convocação para que ele responda aos questionamentos dos parlamentares.
“Se a pessoa está passando mal, fala que está passando mal, você vai segurar a pessoa ali? Não tem como. Eu acho que agiu de forma correta, tinha que fazer a liberação dele e as dúvidas que a comissão tem, nada impede que ele venha nos próximos dias e tire essas dúvidas dos deputados”, disse.
O presidente da Assembleia afirmou que o propósito das convocações vai além de prestar informações aos deputados e busca dar satisfação à sociedade sobre uma obra considerada estratégica para Mato Grosso.
“A convocação é nesse sentido para prestar esclarecimento e não é esclarecimento aos deputados, é esclarecimento a Mato Grosso, à população, porque a imprensa está acompanhando, isso vai para o Estado inteiro”, afirmou.
Sobre as declarações de Marcelo de Oliveira em relação ao antigo projeto do VLT, Russi evitou entrar na discussão, mas disse que eventuais irregularidades do passado já deveriam ter sido apuradas e que o foco precisa permanecer nos problemas atuais.
“Se aconteceu lá em 2012, deveria ser apurado, investigado, já foi, então eu acho que é mais uma forma de desviar o verdadeiro problema”, declarou.
O deputado reforçou que a principal preocupação da Assembleia é com os sucessivos adiamentos na entrega do BRT, anunciado em 2020 para substituir o VLT. Segundo ele, o cronograma da obra já foi alterado diversas vezes sem que os prazos fossem cumpridos.
“A Assembleia não quer perseguir ninguém, nada nesse sentido. A Assembleia quer o quê? A conclusão da obra. Se dá uma data, não se conclui, se dá outra data, não se conclui, se dá outra data, não se conclui”, afirmou.
Max Russi também revelou que sugeriu ao governo estadual, ainda no ano passado, o fracionamento das licitações para que diferentes empresas assumissem trechos da obra, como forma de evitar novos atrasos provocados por empreiteiras que abandonaram contratos.
“Eu, inclusive, sugeri, o ano passado ainda, que pudesse ser fracionada a licitação ali, que várias empresas pudessem pegar, cada uma pegar um trecho”, disse.
Por fim, o presidente da Assembleia defendeu que sejam apuradas as medidas adotadas contra as empresas que deixaram de executar parte dos serviços e informou que pretende solicitar ao deputado Lúdio Cabral que verifique a aplicação de multas nesses casos.
“É algo até que eu vou pedir para o deputado Lúdio averiguar a multa e o que houve dessa empresa que desistiu desse trabalho”, afirmou.
A declaração foi dada após o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, deixar a reunião de convocação realizada na Assembleia sob a alegação de que poderia sofrer um infarto. Durante o encontro, o secretário reclamou das cobranças relacionadas ao BRT e questionou por que não houve discussões semelhantes durante a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Ao comentar a saída do secretário, Max disse que a situação de saúde deve ser respeitada, mas ressaltou que isso não impede uma nova convocação para que ele responda aos questionamentos dos parlamentares.
“Se a pessoa está passando mal, fala que está passando mal, você vai segurar a pessoa ali? Não tem como. Eu acho que agiu de forma correta, tinha que fazer a liberação dele e as dúvidas que a comissão tem, nada impede que ele venha nos próximos dias e tire essas dúvidas dos deputados”, disse.
O presidente da Assembleia afirmou que o propósito das convocações vai além de prestar informações aos deputados e busca dar satisfação à sociedade sobre uma obra considerada estratégica para Mato Grosso.
“A convocação é nesse sentido para prestar esclarecimento e não é esclarecimento aos deputados, é esclarecimento a Mato Grosso, à população, porque a imprensa está acompanhando, isso vai para o Estado inteiro”, afirmou.
Sobre as declarações de Marcelo de Oliveira em relação ao antigo projeto do VLT, Russi evitou entrar na discussão, mas disse que eventuais irregularidades do passado já deveriam ter sido apuradas e que o foco precisa permanecer nos problemas atuais.
“Se aconteceu lá em 2012, deveria ser apurado, investigado, já foi, então eu acho que é mais uma forma de desviar o verdadeiro problema”, declarou.
O deputado reforçou que a principal preocupação da Assembleia é com os sucessivos adiamentos na entrega do BRT, anunciado em 2020 para substituir o VLT. Segundo ele, o cronograma da obra já foi alterado diversas vezes sem que os prazos fossem cumpridos.
“A Assembleia não quer perseguir ninguém, nada nesse sentido. A Assembleia quer o quê? A conclusão da obra. Se dá uma data, não se conclui, se dá outra data, não se conclui, se dá outra data, não se conclui”, afirmou.
Max Russi também revelou que sugeriu ao governo estadual, ainda no ano passado, o fracionamento das licitações para que diferentes empresas assumissem trechos da obra, como forma de evitar novos atrasos provocados por empreiteiras que abandonaram contratos.
“Eu, inclusive, sugeri, o ano passado ainda, que pudesse ser fracionada a licitação ali, que várias empresas pudessem pegar, cada uma pegar um trecho”, disse.
Por fim, o presidente da Assembleia defendeu que sejam apuradas as medidas adotadas contra as empresas que deixaram de executar parte dos serviços e informou que pretende solicitar ao deputado Lúdio Cabral que verifique a aplicação de multas nesses casos.
“É algo até que eu vou pedir para o deputado Lúdio averiguar a multa e o que houve dessa empresa que desistiu desse trabalho”, afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



