MP investiga suspeita de pagamento de horas extras irregulares a policiais do 10º Batalhão
Inquérito apura possíveis pagamentos por jornadas não realizadas e divergências entre escalas internas e registros oficiais da Polícia Militar
Por Everson Teodoro1 min de leitura

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) abriu um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades no pagamento de jornadas extraordinárias a policiais militares do 10º Batalhão da Polícia Militar, em Mato Grosso.
A apuração foi instaurada pela 36ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá após uma denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público, que apontou suspeitas de pagamentos de horas extras por serviços que não teriam sido efetivamente realizados, além de divergências em escalas de trabalho registradas durante o ano de 2024.
O procedimento foi formalizado pelo promotor de Justiça Clóvis de Almeida Júnior, por meio da Portaria nº 20/2026/36ªPJC. Durante a fase inicial da investigação, o MP solicitou à Polícia Militar documentos como fichas financeiras, planilhas de pagamentos e relatórios administrativos relacionados às jornadas extraordinárias.
Segundo o Ministério Público, um dos principais pontos da apuração é a diferença encontrada entre escalas internas do batalhão e aquelas publicadas oficialmente. O órgão investiga se houve registro de jornadas que não correspondem aos serviços efetivamente prestados pelos policiais.
Diante da quantidade de documentos recebidos, a Promotoria solicitou apoio técnico para análise do material. A perícia deverá comparar as escalas de trabalho informadas pela unidade policial com os valores pagos aos militares.
O inquérito também avalia se eventuais irregularidades podem configurar atos de improbidade administrativa, caso seja comprovado prejuízo aos cofres públicos ou violação de princípios da administração pública.
A investigação tem prazo inicial de um ano para ser concluída, podendo ser prorrogada caso sejam identificados novos elementos. Até o momento, o Ministério Público informou que a prioridade é a análise dos documentos e a coleta de provas antes de qualquer outra medida.
A apuração foi instaurada pela 36ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá após uma denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público, que apontou suspeitas de pagamentos de horas extras por serviços que não teriam sido efetivamente realizados, além de divergências em escalas de trabalho registradas durante o ano de 2024.
O procedimento foi formalizado pelo promotor de Justiça Clóvis de Almeida Júnior, por meio da Portaria nº 20/2026/36ªPJC. Durante a fase inicial da investigação, o MP solicitou à Polícia Militar documentos como fichas financeiras, planilhas de pagamentos e relatórios administrativos relacionados às jornadas extraordinárias.
Segundo o Ministério Público, um dos principais pontos da apuração é a diferença encontrada entre escalas internas do batalhão e aquelas publicadas oficialmente. O órgão investiga se houve registro de jornadas que não correspondem aos serviços efetivamente prestados pelos policiais.
Diante da quantidade de documentos recebidos, a Promotoria solicitou apoio técnico para análise do material. A perícia deverá comparar as escalas de trabalho informadas pela unidade policial com os valores pagos aos militares.
O inquérito também avalia se eventuais irregularidades podem configurar atos de improbidade administrativa, caso seja comprovado prejuízo aos cofres públicos ou violação de princípios da administração pública.
A investigação tem prazo inicial de um ano para ser concluída, podendo ser prorrogada caso sejam identificados novos elementos. Até o momento, o Ministério Público informou que a prioridade é a análise dos documentos e a coleta de provas antes de qualquer outra medida.
Publicado originalmente em infoverus.com.br

