Republicanos oficializa Otaviano Pivetta como candidato à reeleição ao Governo de MT; Fábio Garcia será vice
Anúncio oficial foi feito em convenção do partido em Cuiabá na noite desta terça-feira (04)
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O governador Otaviano Pivetta oficializou na noite desta terça-feira (4) sua candidatura à reeleição ao Governo de Mato Grosso durante convenção do Republicanos, realizada no Ginásio Dom Aquino, em Cuiabá. O espaço ficou lotado por apoiadores, filiados do partido e integrantes de siglas aliadas.
Durante o discurso, Pivetta afirmou que o momento tinha um significado especial em sua trajetória política. "Nem nos meus melhores sonhos imaginei um momento tão singelo e forte da minha existência", declarou.
O governador também disse que a candidatura representa a renovação de um compromisso assumido há quatro anos, quando formou chapa com o ex-governador Mauro Mendes (União).
"Estou aqui hoje para renovar meu compromisso, que a quatro anos atrás fiz com vocês, junto com Mauro. De entregar cada dia o nosso melhor, de trabalhar, de construir um Estado que permita que todos tenham educação pública emancipadora", afirmou.
A chapa terá o deputado federal Fábio Garcia (União) como candidato a vice-governador. Minutos antes da convenção, Pivetta explicou à imprensa que a escolha levou em consideração, entre outros fatores, a força eleitoral de Garcia.
O deputado recebeu o aval para integrar a chapa após um abaixo-assinado assinado por 122 prefeitos filiados ao União Brasil, Republicanos, Podemos, MDB e até ao PL.
“Fortalece. O Fábio é uma pessoa muito querida, ouvi muitas manifestações do Estado todo. É uma pessoa que contribuiu muito com o nosso governo nesses últimos tempos, tem experiência, tem credibilidade e tem minha confiança também”, disse Pivetta.
O governador afirmou ainda que outros nomes, incluindo mulheres, foram avaliados antes da definição. Segundo ele, Garcia acabou reunindo mais condições para contribuir com o desempenho da futura gestão.
“Levamos em consideração a pessoa que tem mais condições de nos ajudar a desempenhar um bom mandato. Nesse momento, apesar de ter algumas mulheres, nós avaliamos algumas, mas em função de todas as circunstâncias, o Fábio somou mais pontos e é por isso que escolhemos ele”, acrescentou.
Antes de fechar a composição com Garcia, Pivetta chegou a negociar uma possível aliança com o MDB, partido da pré-candidata ao Senado Janaina Riva. A articulação, no entanto, não avançou, e Janaina decidiu integrar o grupo adversário, liderado pelo candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL).
Pivetta rejeitou a avaliação de que a aliança entre PL e MDB representaria uma derrota para seu grupo político.
“Acho que está tudo certo, cada pessoa faz suas escolhas, busca o seu lado, é normal na política isso. Não foi derrota nenhuma, me considero privilegiado por ter uma base aliada suficiente para me sentir confortável em disputar uma eleição”, declarou.
O governador também afirmou que as negociações com Janaina não terminaram em conflito e que cada lado seguiu seu próprio caminho político.
“Nada melou, houve conversas, houve diálogos, não teve nada, ela fez as escolhas dela, eu estou andando com as minhas pernas, catalizando os apoios que concordam com as minhas ideias”, afirmou.
Apesar de ter oficializado a candidatura, Pivetta ainda espera uma definição do Podemos, partido presidido pelo deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi. A sigla realizou sua convenção na tarde desta terça-feira, mas não anunciou apoio nem à candidatura de Pivetta nem à chapa adversária do PL.
Diante disso, a convenção do Republicanos deve manter a ata em aberto para possibilitar uma eventual inclusão do Podemos na composição. As decisões tomadas pelos partidos precisam ser registradas no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) até a noite desta quarta-feira (5).
Pivetta afirmou que conversou com Max Russi e espera que o dirigente e os demais integrantes da legenda definam o apoio até o prazo final.
“Conversei bastante com o Max, espero que ele reflita até amanhã, ele, os candidatos, dá a chapa dele. Acredito que vai dar tudo certo”, disse.
O governador também ressaltou que considera legítimo o processo de negociação entre as siglas.
“É um direito que cada partido tem [em dialogar], respeito todos os partidos e respeito os candidatos”, acrescentou.
Ao falar sobre o início da disputa eleitoral, Pivetta afirmou estar tranquilo e preparado para apresentar à população os resultados da gestão que comandou ao lado de Mauro Mendes.
“Estou sereno, tranquilo e otimista, temos uma bela base de apoio, pessoas que se parecem comigo, estou feliz”, afirmou.
Na sequência, o governador declarou que pretende iniciar uma campanha direta com os eleitores e se mostrou disposto a enfrentar a disputa pelo Palácio Paiaguás.
“Vamos para o embate, daqui para frente começa a campanha, vamos falar direto com a população e vamos disputar uma eleição como se faz há muito tempo no Brasil”, completou.
História na política de MT
Otaviano Olavo Pivetta, 66 anos, é produtor agropecuário e nasceu em Caiçara, no Rio Grande do Sul. Ele chegou a Mato Grosso em 1982 e construiu sua trajetória política no estado.
O governador foi eleito prefeito de Lucas do Rio Verde por três vezes, entre 1997 e 2016, em mandatos alternados. Em 2007, também ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso como deputado estadual.
Em 2019, Pivetta assumiu a vice-governadoria na chapa de Mauro Mendes. Três anos depois, em 2022, filiou-se ao Republicanos para concorrer novamente como vice na mesma composição. Na eleição, a chapa conquistou 68% dos votos válidos.
Pivetta assumiu o comando do Palácio Paiaguás em março deste ano, após Mauro Mendes (União Brasil) deixar o cargo para se preparar para a disputa por uma vaga no Senado Federal.
Na disputa pelo Governo de Mato Grosso, Pivetta terá como principal adversário o senador Wellington Fagundes (PL), cuja candidatura foi oficializada pelo partido em 22 de julho. Fagundes conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.
Durante o discurso, Pivetta afirmou que o momento tinha um significado especial em sua trajetória política. "Nem nos meus melhores sonhos imaginei um momento tão singelo e forte da minha existência", declarou.
O governador também disse que a candidatura representa a renovação de um compromisso assumido há quatro anos, quando formou chapa com o ex-governador Mauro Mendes (União).
"Estou aqui hoje para renovar meu compromisso, que a quatro anos atrás fiz com vocês, junto com Mauro. De entregar cada dia o nosso melhor, de trabalhar, de construir um Estado que permita que todos tenham educação pública emancipadora", afirmou.
A chapa terá o deputado federal Fábio Garcia (União) como candidato a vice-governador. Minutos antes da convenção, Pivetta explicou à imprensa que a escolha levou em consideração, entre outros fatores, a força eleitoral de Garcia.
O deputado recebeu o aval para integrar a chapa após um abaixo-assinado assinado por 122 prefeitos filiados ao União Brasil, Republicanos, Podemos, MDB e até ao PL.
“Fortalece. O Fábio é uma pessoa muito querida, ouvi muitas manifestações do Estado todo. É uma pessoa que contribuiu muito com o nosso governo nesses últimos tempos, tem experiência, tem credibilidade e tem minha confiança também”, disse Pivetta.
O governador afirmou ainda que outros nomes, incluindo mulheres, foram avaliados antes da definição. Segundo ele, Garcia acabou reunindo mais condições para contribuir com o desempenho da futura gestão.
“Levamos em consideração a pessoa que tem mais condições de nos ajudar a desempenhar um bom mandato. Nesse momento, apesar de ter algumas mulheres, nós avaliamos algumas, mas em função de todas as circunstâncias, o Fábio somou mais pontos e é por isso que escolhemos ele”, acrescentou.
Antes de fechar a composição com Garcia, Pivetta chegou a negociar uma possível aliança com o MDB, partido da pré-candidata ao Senado Janaina Riva. A articulação, no entanto, não avançou, e Janaina decidiu integrar o grupo adversário, liderado pelo candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL).
Pivetta rejeitou a avaliação de que a aliança entre PL e MDB representaria uma derrota para seu grupo político.
“Acho que está tudo certo, cada pessoa faz suas escolhas, busca o seu lado, é normal na política isso. Não foi derrota nenhuma, me considero privilegiado por ter uma base aliada suficiente para me sentir confortável em disputar uma eleição”, declarou.
O governador também afirmou que as negociações com Janaina não terminaram em conflito e que cada lado seguiu seu próprio caminho político.
“Nada melou, houve conversas, houve diálogos, não teve nada, ela fez as escolhas dela, eu estou andando com as minhas pernas, catalizando os apoios que concordam com as minhas ideias”, afirmou.
Apesar de ter oficializado a candidatura, Pivetta ainda espera uma definição do Podemos, partido presidido pelo deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi. A sigla realizou sua convenção na tarde desta terça-feira, mas não anunciou apoio nem à candidatura de Pivetta nem à chapa adversária do PL.
Diante disso, a convenção do Republicanos deve manter a ata em aberto para possibilitar uma eventual inclusão do Podemos na composição. As decisões tomadas pelos partidos precisam ser registradas no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) até a noite desta quarta-feira (5).
Pivetta afirmou que conversou com Max Russi e espera que o dirigente e os demais integrantes da legenda definam o apoio até o prazo final.
“Conversei bastante com o Max, espero que ele reflita até amanhã, ele, os candidatos, dá a chapa dele. Acredito que vai dar tudo certo”, disse.
O governador também ressaltou que considera legítimo o processo de negociação entre as siglas.
“É um direito que cada partido tem [em dialogar], respeito todos os partidos e respeito os candidatos”, acrescentou.
Ao falar sobre o início da disputa eleitoral, Pivetta afirmou estar tranquilo e preparado para apresentar à população os resultados da gestão que comandou ao lado de Mauro Mendes.
“Estou sereno, tranquilo e otimista, temos uma bela base de apoio, pessoas que se parecem comigo, estou feliz”, afirmou.
Na sequência, o governador declarou que pretende iniciar uma campanha direta com os eleitores e se mostrou disposto a enfrentar a disputa pelo Palácio Paiaguás.
“Vamos para o embate, daqui para frente começa a campanha, vamos falar direto com a população e vamos disputar uma eleição como se faz há muito tempo no Brasil”, completou.
História na política de MT
Otaviano Olavo Pivetta, 66 anos, é produtor agropecuário e nasceu em Caiçara, no Rio Grande do Sul. Ele chegou a Mato Grosso em 1982 e construiu sua trajetória política no estado.
O governador foi eleito prefeito de Lucas do Rio Verde por três vezes, entre 1997 e 2016, em mandatos alternados. Em 2007, também ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso como deputado estadual.
Em 2019, Pivetta assumiu a vice-governadoria na chapa de Mauro Mendes. Três anos depois, em 2022, filiou-se ao Republicanos para concorrer novamente como vice na mesma composição. Na eleição, a chapa conquistou 68% dos votos válidos.
Pivetta assumiu o comando do Palácio Paiaguás em março deste ano, após Mauro Mendes (União Brasil) deixar o cargo para se preparar para a disputa por uma vaga no Senado Federal.
Na disputa pelo Governo de Mato Grosso, Pivetta terá como principal adversário o senador Wellington Fagundes (PL), cuja candidatura foi oficializada pelo partido em 22 de julho. Fagundes conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



