Rosana Martinelli responsabiliza MDB por fim da chapa federal e diz que partido adiou seu projeto político
Ex-prefeita de Sinop afirma que entrou na legenda após receber a garantia de uma nominata completa para deputado federal e lamenta decisão que a deixou fora das eleições de 2026
Por Daniel Trindade4 min de leitura

A ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli atribuiu ao MDB a responsabilidade por sua saída da disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, Rosana afirmou que acreditou no projeto apresentado pela direção estadual do partido, percorreu Mato Grosso durante os últimos meses construindo sua pré-campanha, mas acabou surpreendida com a decisão da legenda de não registrar uma chapa para deputado federal.
A declaração foi feita após o MDB encerrar as convenções partidárias sem conseguir montar uma nominata para a Câmara dos Deputados. Segundo Rosana, a legenda havia garantido que disputaria a eleição com um grupo competitivo de candidatos, compromisso que motivou sua filiação e o início de sua caminhada pelo Estado.
“Eu vim para o MDB acreditando num projeto forte. A garantia que tínhamos era de uma chapa completa de deputados federais, um time preparado para defender o Mato Grosso lá em Brasília”, afirmou.
Rosana destacou que viveu intensamente a pré-campanha nos últimos três meses, período em que percorreu diversas cidades, principalmente no Nortão, ouvindo lideranças e moradores sobre as principais demandas da região.
“Rodei o nosso Estado, olhei nos olhos das pessoas, ouvi histórias e senti de perto a dor, as necessidades e a esperança da nossa gente. Em especial do nosso Nortão, uma região gigante, próspera, mas que clama por atenção na saúde, nas estradas, na logística e na industrialização”, declarou.
A ex-prefeita afirmou que a inviabilidade da chapa ocorreu depois que alguns pré-candidatos desistiram da disputa e o partido não conseguiu encontrar substitutos. Nos bastidores, as saídas do presidente do Creci-MT, Claudecir Contreira, e do ex-prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, foram consideradas decisivas para enfraquecer a composição da nominata. Sem conseguir reorganizar o grupo dentro do prazo das convenções, o MDB optou por concentrar seus esforços na candidatura de Janaína Riva ao Senado e na chapa de deputados estaduais.
Foi justamente essa decisão que levou Rosana a ficar fora da eleição.
“Alguns pré-candidatos desistiram, e o MDB não conseguiu substituir esses nomes. O partido acabou priorizando Senado e chapa de deputados estaduais. Com o coração muito apertado e triste, eu preciso dizer a vocês: o MDB não terá chapa de federal.”
A fala representa a primeira manifestação pública de Rosana após o encerramento das convenções e deixa claro que, na avaliação dela, a candidatura não deixou de existir por decisão pessoal, mas por uma escolha partidária.
“Eu não desisti. Quem não fez a chapa foi o partido. Eles me obrigaram a adiar esse sonho, mas não destruíram o nosso projeto.“
Rosana Martinelli é uma das principais lideranças políticas do Norte de Mato Grosso. Empresária, foi vice-prefeita de Sinop entre 2013 e 2016 e assumiu a Prefeitura em 2017, tornando-se a primeira mulher a governar o município por mandato efetivo. Permaneceu no cargo até o fim de 2020 e, desde então, manteve atuação política no Estado.
Em 2022, integrou a chapa do senador Wellington Fagundes como segunda suplente. Em 2024, assumiu temporariamente uma cadeira no Senado Federal durante licença do parlamentar, experiência que reforçou seu projeto de buscar um mandato próprio em Brasília.
Ao deixar o PL para ingressar no MDB, Rosana foi apresentada como um dos principais nomes da legenda para a disputa federal, especialmente por sua força política em Sinop e no Nortão. A expectativa era que liderasse a votação da região e ajudasse o partido a voltar a conquistar representação na Câmara dos Deputados.
Com o fim da chapa, porém, esse projeto foi interrompido antes mesmo do início oficial da campanha.
Apesar da frustração, Rosana fez questão de afirmar que continuará na vida pública. Em tom emocionado, agradeceu à família, aos apoiadores e às lideranças que caminharam ao seu lado durante a pré-campanha e disse acreditar que o projeto político apenas foi adiado.
“Estou triste, sim. Estou magoada. Mas a minha fé em Deus continua inabalável. Deus sabe de todas as coisas. Às vezes a gente não entende o caminho agora, mas Ele tem o tempo certo para tudo.”
A ex-prefeita encerrou o pronunciamento afirmando que pretende seguir trabalhando por Mato Grosso e que a decisão do MDB não representa o fim de sua trajetória política.
“Seguimos firmes, de cabeça erguida, com fé e confiança. Muito obrigada pelo carinho e por acreditarem em mim. Eu amo vocês. Que Deus abençoe o nosso Mato Grosso.”
A declaração foi feita após o MDB encerrar as convenções partidárias sem conseguir montar uma nominata para a Câmara dos Deputados. Segundo Rosana, a legenda havia garantido que disputaria a eleição com um grupo competitivo de candidatos, compromisso que motivou sua filiação e o início de sua caminhada pelo Estado.
“Eu vim para o MDB acreditando num projeto forte. A garantia que tínhamos era de uma chapa completa de deputados federais, um time preparado para defender o Mato Grosso lá em Brasília”, afirmou.
Rosana destacou que viveu intensamente a pré-campanha nos últimos três meses, período em que percorreu diversas cidades, principalmente no Nortão, ouvindo lideranças e moradores sobre as principais demandas da região.
“Rodei o nosso Estado, olhei nos olhos das pessoas, ouvi histórias e senti de perto a dor, as necessidades e a esperança da nossa gente. Em especial do nosso Nortão, uma região gigante, próspera, mas que clama por atenção na saúde, nas estradas, na logística e na industrialização”, declarou.
A ex-prefeita afirmou que a inviabilidade da chapa ocorreu depois que alguns pré-candidatos desistiram da disputa e o partido não conseguiu encontrar substitutos. Nos bastidores, as saídas do presidente do Creci-MT, Claudecir Contreira, e do ex-prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, foram consideradas decisivas para enfraquecer a composição da nominata. Sem conseguir reorganizar o grupo dentro do prazo das convenções, o MDB optou por concentrar seus esforços na candidatura de Janaína Riva ao Senado e na chapa de deputados estaduais.
Foi justamente essa decisão que levou Rosana a ficar fora da eleição.
“Alguns pré-candidatos desistiram, e o MDB não conseguiu substituir esses nomes. O partido acabou priorizando Senado e chapa de deputados estaduais. Com o coração muito apertado e triste, eu preciso dizer a vocês: o MDB não terá chapa de federal.”
A fala representa a primeira manifestação pública de Rosana após o encerramento das convenções e deixa claro que, na avaliação dela, a candidatura não deixou de existir por decisão pessoal, mas por uma escolha partidária.
“Eu não desisti. Quem não fez a chapa foi o partido. Eles me obrigaram a adiar esse sonho, mas não destruíram o nosso projeto.“
Rosana Martinelli é uma das principais lideranças políticas do Norte de Mato Grosso. Empresária, foi vice-prefeita de Sinop entre 2013 e 2016 e assumiu a Prefeitura em 2017, tornando-se a primeira mulher a governar o município por mandato efetivo. Permaneceu no cargo até o fim de 2020 e, desde então, manteve atuação política no Estado.
Em 2022, integrou a chapa do senador Wellington Fagundes como segunda suplente. Em 2024, assumiu temporariamente uma cadeira no Senado Federal durante licença do parlamentar, experiência que reforçou seu projeto de buscar um mandato próprio em Brasília.
Ao deixar o PL para ingressar no MDB, Rosana foi apresentada como um dos principais nomes da legenda para a disputa federal, especialmente por sua força política em Sinop e no Nortão. A expectativa era que liderasse a votação da região e ajudasse o partido a voltar a conquistar representação na Câmara dos Deputados.
Com o fim da chapa, porém, esse projeto foi interrompido antes mesmo do início oficial da campanha.
Apesar da frustração, Rosana fez questão de afirmar que continuará na vida pública. Em tom emocionado, agradeceu à família, aos apoiadores e às lideranças que caminharam ao seu lado durante a pré-campanha e disse acreditar que o projeto político apenas foi adiado.
“Estou triste, sim. Estou magoada. Mas a minha fé em Deus continua inabalável. Deus sabe de todas as coisas. Às vezes a gente não entende o caminho agora, mas Ele tem o tempo certo para tudo.”
A ex-prefeita encerrou o pronunciamento afirmando que pretende seguir trabalhando por Mato Grosso e que a decisão do MDB não representa o fim de sua trajetória política.
“Seguimos firmes, de cabeça erguida, com fé e confiança. Muito obrigada pelo carinho e por acreditarem em mim. Eu amo vocês. Que Deus abençoe o nosso Mato Grosso.”
Publicado originalmente em deixaqueeuteconto.com.br



