Taques amplia ofensiva contra Mauro Mendes e grupo: de Operação Heritage a denúncias no Parque Novo MT
O ex-governador defendeu a continuidade das apurações, comparando o caso a investigações de gestões passadas, como as que resultaram nas prisões de João Arcanjo Ribeiro e Silval Barbosa.
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O ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques, intensificou seus ataques à gestão de Mauro Mendes (União Brasil), acumulando críticas sobre o desdobramento de operações federais e apresentando novas denúncias formais sobre irregularidades em obras estaduais.
Operação Heritage e o caso Oi S.A.:
Após a deflagração da Operação Heritage pela Polícia Federal, que investiga supostos desvios de R$ 308 milhões relacionados a um acordo entre o Estado e a empresa Oi S.A., Taques utilizou as redes sociais para reforçar acusações contra o atual governador. O ex-governador defendeu a continuidade das apurações, comparando o caso a investigações de gestões passadas, como as que resultaram nas prisões de João Arcanjo Ribeiro e Silval Barbosa.
A investigação, autorizada pelo ministro Flávio Dino (STF), apura crimes de peculato, lavagem de dinheiro e uso de informação privilegiada. Além de Mauro Mendes, figuram como alvos o desembargador do TJMT, Ricardo Almeida, e o conselheiro do CNJ, Ulisses Rabaneda. Todos negam as irregularidades.
Denúncias sobre o Parque Novo Mato Grosso:
Simultaneamente a época, Taques, na qualidade de advogado e ex-procurador da República, protocolou uma representação criminal e de improbidade administrativa junto à Procuradoria Geral de Justiça. O documento aponta indícios de corrupção, fraude em licitação e conflito de interesses nas obras do Autódromo Internacional, localizado no Parque Novo Mato Grosso.
O ex-governador questiona a transparência do empreendimento, apelidado por ele de "Parque dos Bacanas", destacando que o custo da obra, inicialmente previsto em R$ 150 milhões em 2021, projeta gastos que podem ultrapassar R$ 1,5 bilhão até 2027.
A denúncia foca em três contratos celebrados em 2025 com a empresa MTSUL Construções Ltda, somando R$ 208 milhões. Segundo os advogados, a empresa é gerida por Victor Felisbino, casado com a sobrinha de Wener dos Santos, presidente da MT PAR e responsável pela assinatura dos contratos. Além do parentesco, a representação aponta um "nexo societário" entre os irmãos do presidente da estatal e os dirigentes da construtora em outros negócios de mineração.
A peça apresentada por Taques e outros quatro advogados solicitou a abertura de inquérito civil e o afastamento cautelar de Wener dos Santos, alegando que o cargo foi utilizado para direcionar contratos a familiares e desclassificar concorrentes que apresentaram propostas financeiramente mais vantajosas.
Até o momento, os citados nas denúncias e a gestão estadual não emitiram posicionamentos detalhados sobre as novas acusações específicas envolvendo o Parque Novo Mato Grosso, que ganharam destaque nesta quinta-feira (06), nas redes sociais e grupos de wattsapp.
Operação Heritage e o caso Oi S.A.:
Após a deflagração da Operação Heritage pela Polícia Federal, que investiga supostos desvios de R$ 308 milhões relacionados a um acordo entre o Estado e a empresa Oi S.A., Taques utilizou as redes sociais para reforçar acusações contra o atual governador. O ex-governador defendeu a continuidade das apurações, comparando o caso a investigações de gestões passadas, como as que resultaram nas prisões de João Arcanjo Ribeiro e Silval Barbosa.
A investigação, autorizada pelo ministro Flávio Dino (STF), apura crimes de peculato, lavagem de dinheiro e uso de informação privilegiada. Além de Mauro Mendes, figuram como alvos o desembargador do TJMT, Ricardo Almeida, e o conselheiro do CNJ, Ulisses Rabaneda. Todos negam as irregularidades.
Denúncias sobre o Parque Novo Mato Grosso:
Simultaneamente a época, Taques, na qualidade de advogado e ex-procurador da República, protocolou uma representação criminal e de improbidade administrativa junto à Procuradoria Geral de Justiça. O documento aponta indícios de corrupção, fraude em licitação e conflito de interesses nas obras do Autódromo Internacional, localizado no Parque Novo Mato Grosso.
O ex-governador questiona a transparência do empreendimento, apelidado por ele de "Parque dos Bacanas", destacando que o custo da obra, inicialmente previsto em R$ 150 milhões em 2021, projeta gastos que podem ultrapassar R$ 1,5 bilhão até 2027.
A denúncia foca em três contratos celebrados em 2025 com a empresa MTSUL Construções Ltda, somando R$ 208 milhões. Segundo os advogados, a empresa é gerida por Victor Felisbino, casado com a sobrinha de Wener dos Santos, presidente da MT PAR e responsável pela assinatura dos contratos. Além do parentesco, a representação aponta um "nexo societário" entre os irmãos do presidente da estatal e os dirigentes da construtora em outros negócios de mineração.
A peça apresentada por Taques e outros quatro advogados solicitou a abertura de inquérito civil e o afastamento cautelar de Wener dos Santos, alegando que o cargo foi utilizado para direcionar contratos a familiares e desclassificar concorrentes que apresentaram propostas financeiramente mais vantajosas.
Até o momento, os citados nas denúncias e a gestão estadual não emitiram posicionamentos detalhados sobre as novas acusações específicas envolvendo o Parque Novo Mato Grosso, que ganharam destaque nesta quinta-feira (06), nas redes sociais e grupos de wattsapp.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



