Vereador de Cuiabá diz que perdeu dinheiro da família por vício em jogos e alerta sobre apostas online
Kassio Coelho afirmou que viveu período de dependência em jogos e declarou apoio a projeto que cria programa de conscientização nas escolas municipais
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O vereador Kassio Coelho (Podemos) revelou, durante sessão da Câmara Municipal de Cuiabá, que enfrentou um período de dependência em jogos e chegou a utilizar dinheiro destinado à família para manter o vício. O relato ocorreu enquanto o parlamentar defendia um projeto de lei do vereador Dilemário Alencar (União), que propõe ações de conscientização sobre os riscos das apostas online nas escolas municipais.
Ao manifestar apoio à proposta, Kassio afirmou que conhece os impactos causados pelo vício por ter vivido a situação pessoalmente.
“Eu cheguei a tirar da boca dos meus filhos, da minha família, para aplicar em jogo. Então eu sei a importância desse projeto. Pode contar comigo, sou extremamente radical contra qualquer tipo de jogo. Eu fui vítima do sistema do jogo e conheço o jogo”, declarou.
O vereador também contou que chegou a passar longos períodos jogando, citando episódios em que permaneceu horas seguidas envolvido com apostas e jogos de cartas.
“Eu cheguei a rodar um bilhar 27 horas, já cheguei a jogar quase dois dias jogando baralho. Então a gente sabe o que o jogo ocasiona, cria dificuldades nas famílias”, afirmou.
Segundo Kassio, o vício em jogos pode gerar consequências emocionais e afetar relações pessoais. Ele citou casos de pessoas que, segundo ele, enfrentam problemas psicológicos e familiares por causa das apostas.
“O jogo leva para depressão, leva para ansiedade. Eu conheço pessoas que estão aprofundadas em depressão com o jogo do tigrinho. Estão acabando com seus relacionamentos, seus casamentos e precisam de apoio psicológico”, disse.
Durante o discurso, o vereador também afirmou que teve prejuízos pessoais por ter iniciado o envolvimento com jogos ainda jovem. “Não tive adolescência e juventude”, declarou ao comentar o período em que conviveu com o vício.
O projeto defendido pelos parlamentares prevê a criação de um programa de orientação sobre os riscos das apostas e jogos de azar entre estudantes da rede municipal de ensino.
Ao manifestar apoio à proposta, Kassio afirmou que conhece os impactos causados pelo vício por ter vivido a situação pessoalmente.
“Eu cheguei a tirar da boca dos meus filhos, da minha família, para aplicar em jogo. Então eu sei a importância desse projeto. Pode contar comigo, sou extremamente radical contra qualquer tipo de jogo. Eu fui vítima do sistema do jogo e conheço o jogo”, declarou.
O vereador também contou que chegou a passar longos períodos jogando, citando episódios em que permaneceu horas seguidas envolvido com apostas e jogos de cartas.
“Eu cheguei a rodar um bilhar 27 horas, já cheguei a jogar quase dois dias jogando baralho. Então a gente sabe o que o jogo ocasiona, cria dificuldades nas famílias”, afirmou.
Segundo Kassio, o vício em jogos pode gerar consequências emocionais e afetar relações pessoais. Ele citou casos de pessoas que, segundo ele, enfrentam problemas psicológicos e familiares por causa das apostas.
“O jogo leva para depressão, leva para ansiedade. Eu conheço pessoas que estão aprofundadas em depressão com o jogo do tigrinho. Estão acabando com seus relacionamentos, seus casamentos e precisam de apoio psicológico”, disse.
Durante o discurso, o vereador também afirmou que teve prejuízos pessoais por ter iniciado o envolvimento com jogos ainda jovem. “Não tive adolescência e juventude”, declarou ao comentar o período em que conviveu com o vício.
O projeto defendido pelos parlamentares prevê a criação de um programa de orientação sobre os riscos das apostas e jogos de azar entre estudantes da rede municipal de ensino.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



