Abilio diz que permanece no PL, mas rejeita fazer campanha para Wellington Fagundes em MT
Prefeito de Cuiabá afirma que apoiará Flávio Bolsonaro, José Medeiros e candidatos do partido, mas ficará fora da campanha estadual após aliança com MDB.
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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que permanecerá no Partido Liberal, mas descartou participar da campanha do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. Segundo ele, sua atuação eleitoral ficará concentrada no projeto nacional da sigla, nos candidatos proporcionais do partido e na candidatura da esposa, Samanta Iris (PL).
A declaração ocorre após dias de especulações sobre uma possível saída de Abilio do PL devido à aliança firmada pela legenda com o MDB em Mato Grosso. A composição estadual colocou Wellington como candidato ao Governo e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) na disputa por uma vaga ao Senado.
O prefeito afirmou que conversou com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e garantiu que não há possibilidade de expulsão ou rompimento com a legenda.
“Não saio do PL e também não vão me expulsar. Conversei com o Valdemar, não tem nenhum interesse de me expulsar. O Flávio não tem nenhum interesse de me expulsar. Também não tem nenhum interesse de prejudicar a campanha da Samanta”, declarou.
Abilio afirmou que sua campanha estará voltada para os nomes diretamente ligados ao projeto político do PL.
“Minha campanha nesse ano vai ser Flávio Bolsonaro, José Medeiros, nossos federais, nossos estaduais e, em especial, a campanha da minha esposa, Samanta Iris. Fora isso, não estarei no projeto dessas pessoas”, disse.
Divergência com aliança estadual
Apesar de Wellington Fagundes ser o candidato do próprio partido ao Governo do Estado, Abilio afirmou que não é obrigado a pedir votos para todos os integrantes da coligação formada pelo PL.
“Eu não sou obrigado a pedir voto para o Wellington, não sou obrigado a pedir voto para a Janaina, não sou obrigado a pedir voto onde está o Jayme, não sou obrigado a pedir voto para o MDB. A única coisa que eu não posso, pela legalidade, é pedir voto para outro candidato”, afirmou.
Segundo o prefeito, a legislação permite que ele deixe de atuar na campanha de integrantes da coligação, mas impede apoio público a candidatos de outras siglas.
“Eu tenho liberação de não ter que fazer campanha para quem está nessa coligação. Mas eu não tenho liberação para declarar voto em qualquer outro nome, porque isso seria infidelidade partidária”, explicou.
Abilio disse ainda que comunicou sua posição à direção nacional do PL e recebeu compreensão sobre sua decisão.
Nos últimos dias, o prefeito chegou a avaliar a possibilidade de deixar o partido por causa da aproximação com o MDB. Depois, recuou e publicou uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro e José Medeiros com a mensagem “Ficamos no PL”, confirmando sua permanência na legenda.
Mesmo permanecendo no partido, Abilio manteve as críticas à composição estadual e afirmou que não participará de atos de campanha ao lado de candidatos ligados ao MDB ou de lideranças como Janaina Riva e o senador Jayme Campos (União Brasil).
A declaração ocorre após dias de especulações sobre uma possível saída de Abilio do PL devido à aliança firmada pela legenda com o MDB em Mato Grosso. A composição estadual colocou Wellington como candidato ao Governo e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) na disputa por uma vaga ao Senado.
O prefeito afirmou que conversou com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e garantiu que não há possibilidade de expulsão ou rompimento com a legenda.
“Não saio do PL e também não vão me expulsar. Conversei com o Valdemar, não tem nenhum interesse de me expulsar. O Flávio não tem nenhum interesse de me expulsar. Também não tem nenhum interesse de prejudicar a campanha da Samanta”, declarou.
Abilio afirmou que sua campanha estará voltada para os nomes diretamente ligados ao projeto político do PL.
“Minha campanha nesse ano vai ser Flávio Bolsonaro, José Medeiros, nossos federais, nossos estaduais e, em especial, a campanha da minha esposa, Samanta Iris. Fora isso, não estarei no projeto dessas pessoas”, disse.
Divergência com aliança estadual
Apesar de Wellington Fagundes ser o candidato do próprio partido ao Governo do Estado, Abilio afirmou que não é obrigado a pedir votos para todos os integrantes da coligação formada pelo PL.
“Eu não sou obrigado a pedir voto para o Wellington, não sou obrigado a pedir voto para a Janaina, não sou obrigado a pedir voto onde está o Jayme, não sou obrigado a pedir voto para o MDB. A única coisa que eu não posso, pela legalidade, é pedir voto para outro candidato”, afirmou.
Segundo o prefeito, a legislação permite que ele deixe de atuar na campanha de integrantes da coligação, mas impede apoio público a candidatos de outras siglas.
“Eu tenho liberação de não ter que fazer campanha para quem está nessa coligação. Mas eu não tenho liberação para declarar voto em qualquer outro nome, porque isso seria infidelidade partidária”, explicou.
Abilio disse ainda que comunicou sua posição à direção nacional do PL e recebeu compreensão sobre sua decisão.
Nos últimos dias, o prefeito chegou a avaliar a possibilidade de deixar o partido por causa da aproximação com o MDB. Depois, recuou e publicou uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro e José Medeiros com a mensagem “Ficamos no PL”, confirmando sua permanência na legenda.
Mesmo permanecendo no partido, Abilio manteve as críticas à composição estadual e afirmou que não participará de atos de campanha ao lado de candidatos ligados ao MDB ou de lideranças como Janaina Riva e o senador Jayme Campos (União Brasil).
Publicado originalmente em infoverus.com.br



