Fábio Garcia diz que apoio a Pivetta não rompe grupo e aposta em reconciliação de Mauro e Jayme
Deputado afirmou que divergência entre lideranças envolve projetos políticos diferentes e negou que apoio a Pivetta represente traição
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O deputado federal Fábio Garcia (União) afirmou acreditar que o rompimento entre o ex-governador Mauro Mendes e o senador Jayme Campos, principais lideranças do União Brasil em Mato Grosso, pode ser superado após a disputa interna que definiu o apoio do partido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Segundo Fábio, o conflito não envolve uma questão pessoal, mas uma divergência sobre os caminhos políticos da legenda para as eleições deste ano.
“Eu acredito que todos têm maturidade. Aqui, na verdade, não é uma questão pessoal, mas sim uma discussão de dois projetos políticos distintos”, afirmou.
A definição ocorreu durante a convenção estadual do União Brasil, realizada na quinta-feira (30). Jayme defendia que o partido lançasse candidatura própria ao Governo de Mato Grosso e colocou o próprio nome à disposição, enquanto Mauro Mendes articulava pela manutenção da aliança com Pivetta.
A proposta de apoio ao atual governador venceu por 30 votos a 19. Com o resultado, Jayme deixou de ser uma opção para disputar o Governo e afirmou que não pretende concorrer a nenhum cargo nas eleições deste ano. O senador também criticou a condução da convenção, classificando o processo como “draconiano” e afirmando que houve um “rolo compressor” na votação.
Apesar do desgaste, Fábio Garcia avaliou que a decisão interna pode abrir espaço para uma retomada do diálogo entre os grupos.
“Um é o projeto que o Jayme me apresentou, outro é o projeto de uma aliança, de uma coligação com o Republicanos. Passada essa votação aqui, essa definição, eu acredito muito na união dessas pessoas”, declarou.
O deputado também defendeu que a disputa interna faz parte do processo democrático dos partidos e afirmou esperar que a legenda volte a atuar de forma conjunta durante a campanha.
“Na democracia que você possa disputar uma convenção, né? Por isso que, inclusive, o estatuto do partido prevê a possibilidade de haver disputa. Mas eu espero que, após o resultado, o partido possa voltar a se reunir, possa caminhar novamente unido”, disse.
Fábio destacou ainda o peso político do União Brasil em Mato Grosso e afirmou que espera preservar a força da legenda no período eleitoral.
“O Brasil é, hoje, o partido mais forte do estado do Mato Grosso, é o partido que tem um senador da República, um ex-governador do estado, que é candidato a senador, deputado federal, deputados estaduais”, afirmou.
“Não vejo isso como traição”
O deputado também rejeitou a avaliação de que o apoio do União Brasil a Pivetta represente uma traição ao grupo de Jayme Campos. Para ele, alianças partidárias fazem parte da dinâmica eleitoral.
“Se fosse verdade, mas não é verdade. Na verdade, todo mundo, todo partido pode apoiar e ser apoiado. Então, a gente foi apoiado pelo Republicanos durante os oito anos passados e agora a União Brasil também pode apoiar o Republicanos. Eu não vejo isso como traição”, declarou.
Fábio citou que outras siglas também já apoiaram Mauro Mendes em eleições anteriores e afirmou que decisões de coligação fazem parte da estratégia de cada partido.
“Eu não vejo que, por exemplo, o Republicanos traiu o próprio partido quando decidiu apoiar o Mauro, nem o MDB, nem tantos partidos, nem o PL. Foi uma decisão partidária”, completou.
Segundo Fábio, o conflito não envolve uma questão pessoal, mas uma divergência sobre os caminhos políticos da legenda para as eleições deste ano.
“Eu acredito que todos têm maturidade. Aqui, na verdade, não é uma questão pessoal, mas sim uma discussão de dois projetos políticos distintos”, afirmou.
A definição ocorreu durante a convenção estadual do União Brasil, realizada na quinta-feira (30). Jayme defendia que o partido lançasse candidatura própria ao Governo de Mato Grosso e colocou o próprio nome à disposição, enquanto Mauro Mendes articulava pela manutenção da aliança com Pivetta.
A proposta de apoio ao atual governador venceu por 30 votos a 19. Com o resultado, Jayme deixou de ser uma opção para disputar o Governo e afirmou que não pretende concorrer a nenhum cargo nas eleições deste ano. O senador também criticou a condução da convenção, classificando o processo como “draconiano” e afirmando que houve um “rolo compressor” na votação.
Apesar do desgaste, Fábio Garcia avaliou que a decisão interna pode abrir espaço para uma retomada do diálogo entre os grupos.
“Um é o projeto que o Jayme me apresentou, outro é o projeto de uma aliança, de uma coligação com o Republicanos. Passada essa votação aqui, essa definição, eu acredito muito na união dessas pessoas”, declarou.
O deputado também defendeu que a disputa interna faz parte do processo democrático dos partidos e afirmou esperar que a legenda volte a atuar de forma conjunta durante a campanha.
“Na democracia que você possa disputar uma convenção, né? Por isso que, inclusive, o estatuto do partido prevê a possibilidade de haver disputa. Mas eu espero que, após o resultado, o partido possa voltar a se reunir, possa caminhar novamente unido”, disse.
Fábio destacou ainda o peso político do União Brasil em Mato Grosso e afirmou que espera preservar a força da legenda no período eleitoral.
“O Brasil é, hoje, o partido mais forte do estado do Mato Grosso, é o partido que tem um senador da República, um ex-governador do estado, que é candidato a senador, deputado federal, deputados estaduais”, afirmou.
“Não vejo isso como traição”
O deputado também rejeitou a avaliação de que o apoio do União Brasil a Pivetta represente uma traição ao grupo de Jayme Campos. Para ele, alianças partidárias fazem parte da dinâmica eleitoral.
“Se fosse verdade, mas não é verdade. Na verdade, todo mundo, todo partido pode apoiar e ser apoiado. Então, a gente foi apoiado pelo Republicanos durante os oito anos passados e agora a União Brasil também pode apoiar o Republicanos. Eu não vejo isso como traição”, declarou.
Fábio citou que outras siglas também já apoiaram Mauro Mendes em eleições anteriores e afirmou que decisões de coligação fazem parte da estratégia de cada partido.
“Eu não vejo que, por exemplo, o Republicanos traiu o próprio partido quando decidiu apoiar o Mauro, nem o MDB, nem tantos partidos, nem o PL. Foi uma decisão partidária”, completou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



