Faissal critica prefeitos do PL que apoiam Pivetta e cobra fidelidade ao projeto de Wellington Fagundes
Parlamentar defendeu aliança com o MDB e criticou aliados do PL que sinalizam apoio ao governador na disputa pelo Governo de Mato Grosso
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A disputa pelo comando de Mato Grosso em 2026 já provoca tensão dentro do Partido Liberal (PL). O deputado estadual Faissal Calil passou a pressionar integrantes da sigla que sinalizam apoio ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), contrariando a articulação estadual do partido em torno do senador Wellington Fagundes.
Em entrevista à CBN, Faissal afirmou que prefeitos eleitos pelo PL deveriam respeitar a estrutura partidária que ajudou a viabilizar suas campanhas e seguir o projeto definido pela legenda. O parlamentar chegou a defender a devolução dos recursos públicos recebidos por meio do fundo eleitoral para aqueles que não acompanharem a estratégia do partido.
A fala ocorre em meio a um cenário de indefinição entre lideranças do PL, principalmente após alguns prefeitos e aliados se aproximarem de Pivetta, que trabalha para disputar a reeleição ao Governo do Estado.
Entre os nomes citados pelo deputado está o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Faissal, que coordenou a campanha do gestor em 2024, afirmou que o prefeito já teria escolhido apoiar Pivetta, mesmo com o partido construindo uma alternativa própria para a eleição estadual.
“Ele está fechado com o Pivetta. Não tem dúvidas disso. Indo contra, inclusive, a convenção do PL”, afirmou.
Apesar das críticas internas, Faissal defende que o PL avance em uma composição com o MDB para fortalecer a disputa majoritária. Para o deputado, o partido comandado em Mato Grosso por Janaina Riva continua sendo uma força política importante e não pode ser descartado.
Segundo ele, a presença do MDB em alianças estaduais e nacionais demonstra a capacidade de articulação da sigla. “Ninguém administra, ninguém governa sem o MDB, seja a nível federal, estadual ou municipal”, declarou.
A possível aproximação entre PL e MDB ganhou força nas últimas semanas e deve definir um novo desenho para a eleição de 2026. A tendência é que Wellington Fagundes seja lançado ao Governo, com José Medeiros e Janaina Riva disputando vagas ao Senado. O Novo também é cotado para integrar a composição.
Faissal afirmou ainda que as críticas ao MDB não fazem sentido porque, na avaliação dele, o partido costuma participar das articulações políticas mesmo após eleições, independentemente do grupo que tenha apoiado inicialmente.
O deputado também resgatou a campanha municipal de Abilio Brunini e afirmou que os recursos do PL foram essenciais para colocar candidaturas nas ruas. Para ele, o apoio financeiro da legenda teve papel decisivo para a vitória de candidatos do partido.
Com as convenções partidárias se aproximando, o PL enfrenta o desafio de unificar seus grupos internos e definir quais lideranças seguirão a estratégia oficial da sigla para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.
Em entrevista à CBN, Faissal afirmou que prefeitos eleitos pelo PL deveriam respeitar a estrutura partidária que ajudou a viabilizar suas campanhas e seguir o projeto definido pela legenda. O parlamentar chegou a defender a devolução dos recursos públicos recebidos por meio do fundo eleitoral para aqueles que não acompanharem a estratégia do partido.
A fala ocorre em meio a um cenário de indefinição entre lideranças do PL, principalmente após alguns prefeitos e aliados se aproximarem de Pivetta, que trabalha para disputar a reeleição ao Governo do Estado.
Entre os nomes citados pelo deputado está o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Faissal, que coordenou a campanha do gestor em 2024, afirmou que o prefeito já teria escolhido apoiar Pivetta, mesmo com o partido construindo uma alternativa própria para a eleição estadual.
“Ele está fechado com o Pivetta. Não tem dúvidas disso. Indo contra, inclusive, a convenção do PL”, afirmou.
Apesar das críticas internas, Faissal defende que o PL avance em uma composição com o MDB para fortalecer a disputa majoritária. Para o deputado, o partido comandado em Mato Grosso por Janaina Riva continua sendo uma força política importante e não pode ser descartado.
Segundo ele, a presença do MDB em alianças estaduais e nacionais demonstra a capacidade de articulação da sigla. “Ninguém administra, ninguém governa sem o MDB, seja a nível federal, estadual ou municipal”, declarou.
A possível aproximação entre PL e MDB ganhou força nas últimas semanas e deve definir um novo desenho para a eleição de 2026. A tendência é que Wellington Fagundes seja lançado ao Governo, com José Medeiros e Janaina Riva disputando vagas ao Senado. O Novo também é cotado para integrar a composição.
Faissal afirmou ainda que as críticas ao MDB não fazem sentido porque, na avaliação dele, o partido costuma participar das articulações políticas mesmo após eleições, independentemente do grupo que tenha apoiado inicialmente.
O deputado também resgatou a campanha municipal de Abilio Brunini e afirmou que os recursos do PL foram essenciais para colocar candidaturas nas ruas. Para ele, o apoio financeiro da legenda teve papel decisivo para a vitória de candidatos do partido.
Com as convenções partidárias se aproximando, o PL enfrenta o desafio de unificar seus grupos internos e definir quais lideranças seguirão a estratégia oficial da sigla para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



