Jayme Campos admite deixar União Brasil após perder disputa por candidatura ao Governo
Senador diz que vai discutir o futuro com aliados após sigla escolher apoiar Otaviano Pivetta e afirma que não pretende permanecer onde sua candidatura foi rejeitada
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A disputa interna pelo comando do projeto eleitoral do União Brasil em Mato Grosso abriu uma crise entre o senador Jayme Campos e a direção estadual da legenda. Derrotado na tentativa de viabilizar sua candidatura ao Governo do Estado, o parlamentar passou a admitir a possibilidade de deixar o partido.
Jayme afirmou que ainda irá se reunir com aliados para definir o caminho que seguirá, mas indicou que a permanência na sigla perdeu sentido após a decisão dos convencionais. Para ele, a escolha do partido de caminhar com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) encerrou a possibilidade de disputar o Palácio Paiaguás pelo União Brasil.
O senador ressaltou que, assim como a convenção permitiu uma decisão interna, ele também se considera livre para escolher seu futuro político. A possibilidade de desfiliação, segundo ele, está entre as alternativas que serão analisadas nos próximos dias.
O desgaste aumentou após a votação que definiu o posicionamento do partido. O grupo ligado ao presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, conseguiu aprovar o apoio ao projeto de reeleição de Pivetta. O resultado foi de 30 votos favoráveis ao acordo contra 19 apoios à candidatura de Jayme.
A derrota foi recebida com insatisfação pelo senador, que fez críticas à condução do processo durante a convenção. Ao discursar após a votação, afirmou que nunca havia enfrentado uma disputa interna com aquele formato em sua trajetória política, que inclui mandatos como prefeito, governador e senador.
Apesar das críticas, Jayme disse reconhecer a decisão da maioria e afirmou que não pretende transformar a disputa em um conflito pessoal. O parlamentar agora avalia se buscará uma nova legenda ou se permanecerá no União Brasil até o fim do mandato.
A movimentação de Jayme deve influenciar o cenário eleitoral de Mato Grosso, já que o senador ainda é considerado uma das principais lideranças políticas do Estado e sua decisão pode alterar alianças para a disputa de 2026.
Jayme afirmou que ainda irá se reunir com aliados para definir o caminho que seguirá, mas indicou que a permanência na sigla perdeu sentido após a decisão dos convencionais. Para ele, a escolha do partido de caminhar com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) encerrou a possibilidade de disputar o Palácio Paiaguás pelo União Brasil.
O senador ressaltou que, assim como a convenção permitiu uma decisão interna, ele também se considera livre para escolher seu futuro político. A possibilidade de desfiliação, segundo ele, está entre as alternativas que serão analisadas nos próximos dias.
O desgaste aumentou após a votação que definiu o posicionamento do partido. O grupo ligado ao presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, conseguiu aprovar o apoio ao projeto de reeleição de Pivetta. O resultado foi de 30 votos favoráveis ao acordo contra 19 apoios à candidatura de Jayme.
A derrota foi recebida com insatisfação pelo senador, que fez críticas à condução do processo durante a convenção. Ao discursar após a votação, afirmou que nunca havia enfrentado uma disputa interna com aquele formato em sua trajetória política, que inclui mandatos como prefeito, governador e senador.
Apesar das críticas, Jayme disse reconhecer a decisão da maioria e afirmou que não pretende transformar a disputa em um conflito pessoal. O parlamentar agora avalia se buscará uma nova legenda ou se permanecerá no União Brasil até o fim do mandato.
A movimentação de Jayme deve influenciar o cenário eleitoral de Mato Grosso, já que o senador ainda é considerado uma das principais lideranças políticas do Estado e sua decisão pode alterar alianças para a disputa de 2026.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



