Flávio Bolsonaro definiu vice seis meses antes de anúncio oficial; Alfredo Gaspar entra na disputa pelo Planalto
Valdemar Costa Neto revelou que escolha do deputado do PL-AL já estava acertada e destacou atuação de Gaspar na segurança pública e na CPMI do INSS.
Por Everson Teodoro3 min de leitura

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quarta-feira (5) que a escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) havia sido definida seis meses antes do anúncio oficial.
Segundo Valdemar, a decisão foi tomada por Flávio Bolsonaro e pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, antes mesmo da confirmação pública do nome. A escolha por um integrante do próprio PL ocorreu após Republicanos e PP decidirem não assumir compromisso formal com a chapa presidencial.
Antes de Gaspar ser confirmado, nomes como o da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniela Marques, indicada pelo Republicanos, e da senadora Tereza Cristina (PP-MS) chegaram a ser avaliados para ocupar a vaga.
Ao apresentar o deputado alagoano, Valdemar destacou a trajetória de Gaspar na área de segurança pública e sua atuação como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“Pela sua história em frente à segurança pública. Alguém que já foi promotor de Justiça, chefe do Ministério Público do seu Estado. Alguém que enfrentou e defendeu os nossos aposentados na CPMI do INSS, alguém que pediu a prisão do Lulinha, porque tinha culpa no cartório”, declarou.
Gaspar agradece a Rogério Marinho
Durante o anúncio, Alfredo Gaspar atribuiu ao senador Rogério Marinho papel decisivo na indicação para compor a chapa presidencial. Segundo o deputado, o parlamentar foi responsável por apoiá-lo durante o processo de escolha.
“Senador Rogério Marinho, que teve a grandeza de me chamar e me aconselhar. Uma das pessoas que eu conhecia tão pouco, apenas pela imprensa, e que me deu a mão, rompeu obstáculos e garantiu minha candidatura ao Senado em Alagoas”, afirmou.
Gaspar também definiu como pretende atuar caso a chapa seja eleita e disse que pretende exercer uma função de apoio ao candidato a presidente.
“Estarei como para-choque na retaguarda, sempre leal e pronto para servir”, afirmou.
O deputado ainda declarou que pretende atuar no combate à corrupção, ao crime organizado e aos problemas econômicos do país. Em seu discurso, fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Terei a coragem de enfrentarmos juntos, presidente Flávio, a corrupção, o crime organizado, essa economia em frangalhos, culpa do que Lula e sua equipe têm feito com o país, da falta de oportunidades e da fome”, disse.
Valdemar cita apoios fora da chapa
Antes de oficializar Alfredo Gaspar, Valdemar Costa Neto mencionou lideranças políticas que, segundo ele, apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro, apesar de seus partidos não integrarem formalmente a composição.
Entre os nomes citados estão o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), e Guilherme Derrite, candidato ao Senado pelo PP em São Paulo.
Durante o evento, o presidente do PL também voltou a criticar o governo federal e associou as investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS à administração do presidente Lula.
“A corrupção, o desvio, o roubo dos aposentados do INSS entrou no gabinete do Lula”, afirmou Valdemar.
Segundo Valdemar, a decisão foi tomada por Flávio Bolsonaro e pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, antes mesmo da confirmação pública do nome. A escolha por um integrante do próprio PL ocorreu após Republicanos e PP decidirem não assumir compromisso formal com a chapa presidencial.
Antes de Gaspar ser confirmado, nomes como o da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniela Marques, indicada pelo Republicanos, e da senadora Tereza Cristina (PP-MS) chegaram a ser avaliados para ocupar a vaga.
Ao apresentar o deputado alagoano, Valdemar destacou a trajetória de Gaspar na área de segurança pública e sua atuação como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“Pela sua história em frente à segurança pública. Alguém que já foi promotor de Justiça, chefe do Ministério Público do seu Estado. Alguém que enfrentou e defendeu os nossos aposentados na CPMI do INSS, alguém que pediu a prisão do Lulinha, porque tinha culpa no cartório”, declarou.
Gaspar agradece a Rogério Marinho
Durante o anúncio, Alfredo Gaspar atribuiu ao senador Rogério Marinho papel decisivo na indicação para compor a chapa presidencial. Segundo o deputado, o parlamentar foi responsável por apoiá-lo durante o processo de escolha.
“Senador Rogério Marinho, que teve a grandeza de me chamar e me aconselhar. Uma das pessoas que eu conhecia tão pouco, apenas pela imprensa, e que me deu a mão, rompeu obstáculos e garantiu minha candidatura ao Senado em Alagoas”, afirmou.
Gaspar também definiu como pretende atuar caso a chapa seja eleita e disse que pretende exercer uma função de apoio ao candidato a presidente.
“Estarei como para-choque na retaguarda, sempre leal e pronto para servir”, afirmou.
O deputado ainda declarou que pretende atuar no combate à corrupção, ao crime organizado e aos problemas econômicos do país. Em seu discurso, fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Terei a coragem de enfrentarmos juntos, presidente Flávio, a corrupção, o crime organizado, essa economia em frangalhos, culpa do que Lula e sua equipe têm feito com o país, da falta de oportunidades e da fome”, disse.
Valdemar cita apoios fora da chapa
Antes de oficializar Alfredo Gaspar, Valdemar Costa Neto mencionou lideranças políticas que, segundo ele, apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro, apesar de seus partidos não integrarem formalmente a composição.
Entre os nomes citados estão o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), e Guilherme Derrite, candidato ao Senado pelo PP em São Paulo.
Durante o evento, o presidente do PL também voltou a criticar o governo federal e associou as investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS à administração do presidente Lula.
“A corrupção, o desvio, o roubo dos aposentados do INSS entrou no gabinete do Lula”, afirmou Valdemar.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



