Janaina Riva diz que apoiará José Medeiros ao Senado se receber a mesma lealdade do PL
Pré-candidata do MDB afirmou que caminhará ao lado de Wellington Fagundes e condicionou apoio ao deputado federal à reciprocidade durante a campanha
3 min de leitura

A deputada estadual e pré-candidata ao Senado por Mato Grosso, Janaina Riva (MDB), afirmou que está disposta a apoiar o deputado federal José Medeiros (PL), também pré-candidato à Casa, desde que receba dele a mesma lealdade que, segundo ela, será dedicada ao senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo do Estado. A declaração foi feita nesta terça-feira (4), durante a convenção estadual do MDB, em Cuiabá, que oficializou sua candidatura.
Durante o discurso, Janaina destacou a importância da lealdade entre os partidos aliados e afirmou que pretende caminhar ao lado do PL na disputa eleitoral.
“É uma grandeza ver homens apoiando líderes femininas, como os homens que estão aqui hoje. Eu quero dizer aqui, Ananias, agradecendo a você, e dizendo a você, Ananias, que serei leal ao PL, serei leal ao senador Wellington Fagundes. E se nosso outro senador (Medeiros) quiser o nosso apoio, se ele der com a mesma lealdade que daremos, ele terá o nosso apoio. Porque nós trabalhamos aqui com lealdade, seriedade e compromisso com aqueles que nos acolhem”, afirmou.
A manifestação foi interpretada como uma resposta às críticas feitas anteriormente por José Medeiros, que se posicionou contra a entrada de Janaina na disputa pela segunda vaga ao Senado dentro da aliança com o PL.
Com a oficialização da candidatura da emedebista e o apoio do grupo liderado por Wellington Fagundes e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Medeiros passa a enfrentar um cenário político mais delicado. Caso mantenha a resistência ao nome de Janaina, pode perder espaço junto a parte da base aliada e criar um desgaste com lideranças do próprio partido.
A deputada afirmou que entrou na disputa confiante em sua capacidade eleitoral e ressaltou que não se considera coadjuvante na chapa.
“Eu não escolhi chapa, não escolhi o senador que ia concorrer comigo na mesma coligação, porque para mim poderia ser qualquer um deles, porque eu confio no meu potencial”, declarou.
Mais cedo, Janaina também minimizou a resistência de integrantes do PL à aliança entre os dois partidos, afirmando que divergências são naturais em um período eleitoral. Além de Medeiros, nomes como os prefeitos Abilio Brunini, de Cuiabá, Flávia Moretti, de Várzea Grande, e Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, manifestaram desconforto com a composição da chapa.
Segundo a parlamentar, cada legenda deve conduzir suas discussões internas sem interferência dos aliados.
"Do MDB eu sou presidente, Thiago Silva é vice-presidente. Nós vamos cuidar do nosso partido e eu espero que o PL cuide do PL. Nós não vamos interferir nessa discussão dentro do PL. Eles têm liberdade e têm o direito de ter opinião divergente", afirmou.
Janaina avaliou que as divergências não comprometem a construção da aliança entre MDB e PL e classificou o cenário como reflexo de uma disputa eleitoral competitiva.
A deputada também informou que a definição das suplências da chapa foi adiada porque o MDB aguarda uma resposta do Podemos sobre a possível adesão ao grupo político. Segundo ela, já havia um entendimento entre MDB e PL, mas a eventual entrada da sigla pode alterar a composição.
“As suplências serão definidas amanhã porque temos um compromisso de aguardar o Podemos. Já havia um encaminhamento entre MDB e PL, mas isso fica suspenso até a confirmação ou não da vinda do Podemos.”
Sobre uma eventual campanha conjunta entre os candidatos do MDB e do PL, Janaina disse que a decisão dependerá das negociações entre as direções das duas legendas após a formalização da coligação.
Durante o discurso, Janaina destacou a importância da lealdade entre os partidos aliados e afirmou que pretende caminhar ao lado do PL na disputa eleitoral.
“É uma grandeza ver homens apoiando líderes femininas, como os homens que estão aqui hoje. Eu quero dizer aqui, Ananias, agradecendo a você, e dizendo a você, Ananias, que serei leal ao PL, serei leal ao senador Wellington Fagundes. E se nosso outro senador (Medeiros) quiser o nosso apoio, se ele der com a mesma lealdade que daremos, ele terá o nosso apoio. Porque nós trabalhamos aqui com lealdade, seriedade e compromisso com aqueles que nos acolhem”, afirmou.
A manifestação foi interpretada como uma resposta às críticas feitas anteriormente por José Medeiros, que se posicionou contra a entrada de Janaina na disputa pela segunda vaga ao Senado dentro da aliança com o PL.
Com a oficialização da candidatura da emedebista e o apoio do grupo liderado por Wellington Fagundes e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Medeiros passa a enfrentar um cenário político mais delicado. Caso mantenha a resistência ao nome de Janaina, pode perder espaço junto a parte da base aliada e criar um desgaste com lideranças do próprio partido.
A deputada afirmou que entrou na disputa confiante em sua capacidade eleitoral e ressaltou que não se considera coadjuvante na chapa.
“Eu não escolhi chapa, não escolhi o senador que ia concorrer comigo na mesma coligação, porque para mim poderia ser qualquer um deles, porque eu confio no meu potencial”, declarou.
Mais cedo, Janaina também minimizou a resistência de integrantes do PL à aliança entre os dois partidos, afirmando que divergências são naturais em um período eleitoral. Além de Medeiros, nomes como os prefeitos Abilio Brunini, de Cuiabá, Flávia Moretti, de Várzea Grande, e Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, manifestaram desconforto com a composição da chapa.
Segundo a parlamentar, cada legenda deve conduzir suas discussões internas sem interferência dos aliados.
"Do MDB eu sou presidente, Thiago Silva é vice-presidente. Nós vamos cuidar do nosso partido e eu espero que o PL cuide do PL. Nós não vamos interferir nessa discussão dentro do PL. Eles têm liberdade e têm o direito de ter opinião divergente", afirmou.
Janaina avaliou que as divergências não comprometem a construção da aliança entre MDB e PL e classificou o cenário como reflexo de uma disputa eleitoral competitiva.
A deputada também informou que a definição das suplências da chapa foi adiada porque o MDB aguarda uma resposta do Podemos sobre a possível adesão ao grupo político. Segundo ela, já havia um entendimento entre MDB e PL, mas a eventual entrada da sigla pode alterar a composição.
“As suplências serão definidas amanhã porque temos um compromisso de aguardar o Podemos. Já havia um encaminhamento entre MDB e PL, mas isso fica suspenso até a confirmação ou não da vinda do Podemos.”
Sobre uma eventual campanha conjunta entre os candidatos do MDB e do PL, Janaina disse que a decisão dependerá das negociações entre as direções das duas legendas após a formalização da coligação.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



