Jayme acusa “poderio econômico” e diz que dinheiro contra sua candidatura precisa ser esclarecido
Derrotado na convenção do União Brasil, senador oficializa apoio a Wellington Fagundes e Janaina Riva e afirma ter sido traído dentro do próprio partido.
2 min de leitura

Derrotado na convenção do União Brasil que rejeitou sua candidatura ao Governo de Mato Grosso, o senador Jayme Campos elevou o tom contra o grupo ligado ao ex-governador Mauro Mendes (União) e questionou a influência do poder econômico na decisão que levou a legenda a apoiar a reeleição de Otaviano Pivetta (Republicanos).
Durante discurso na convenção do MDB, realizada nesta terça-feira (5), Jayme afirmou que, apesar da derrota interna, saiu fortalecido politicamente e disse que os recursos utilizados durante a disputa dentro do partido precisam ser esclarecidos.
“Eu enfrentei a convenção menos de quatro dias atrás. Tenho a certeza de que saí muito maior do que entrei. Eu fiquei de pé, não me ajoelhei. Enfrentei um poderio econômico”, declarou.
Sem apresentar provas sobre a origem dos valores, o senador afirmou que é necessário investigar os recursos que, segundo ele, teriam sido utilizados para barrar sua candidatura ao Governo. “Esse dinheiro também é bom que se esclareça. Não sabemos de onde saiu esse dinheiro que foi gasto contra a candidatura de Jayme Campos”, afirmou.
A convenção do União Brasil, realizada em 30 de julho, terminou com a retirada da candidatura própria do partido ao Governo. Por 30 votos a 19, os convencionais decidiram apoiar Otaviano Pivetta, em articulação conduzida pelo grupo político de Mauro Mendes.
Durante o discurso, Jayme também criticou integrantes da própria legenda e afirmou que interesses políticos e econômicos pesaram mais do que a vontade da militância.
“O que se vê no processo político eleitoral é a deslealdade. São pessoas que fazem de seu mandato um verdadeiro balcão de negócios”, disse.
O senador afirmou ainda ter sido traído por aliados dentro do União Brasil, partido que, segundo ele, ajudou a construir desde a década de 1980.
“Infelizmente, fui traído dentro do meu partido político, partido este que ajudei a construir na década de 1980, em que o poder do Estado e o poder econômico prevaleceram acima da vontade do povo mato-grossense”, declarou.
Apesar do revés, Jayme afirmou que pretende dar a resposta nas urnas e classificou a disputa eleitoral como um embate entre estruturas com diferentes capacidades financeiras.
“A resposta vai ser no dia da eleição. Será a disputa do tostão contra o milhão. Vamos enfrentar uma batalha, vamos enfrentar um poderio econômico”, afirmou.
Na convenção do MDB, o senador confirmou apoio à chapa formada por Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo, e Janaina Riva (MDB), candidata ao Senado. Ele afirmou que a aliança representa uma nova fase após o rompimento com o grupo de Mauro Mendes.
“A partir de hoje não existe MDB, não existe PL. O que existe é o partido do povo de Mato Grosso. Tenho a convicção e a certeza de que Wellington será nosso futuro governador. E Janaina, eu aposto em você, acredito em você”, declarou.
O movimento consolida a aproximação de Jayme com o grupo liderado por Wellington Fagundes e marca um dos principais desdobramentos da divisão interna do União Brasil na disputa eleitoral de Mato Grosso.
Durante discurso na convenção do MDB, realizada nesta terça-feira (5), Jayme afirmou que, apesar da derrota interna, saiu fortalecido politicamente e disse que os recursos utilizados durante a disputa dentro do partido precisam ser esclarecidos.
“Eu enfrentei a convenção menos de quatro dias atrás. Tenho a certeza de que saí muito maior do que entrei. Eu fiquei de pé, não me ajoelhei. Enfrentei um poderio econômico”, declarou.
Sem apresentar provas sobre a origem dos valores, o senador afirmou que é necessário investigar os recursos que, segundo ele, teriam sido utilizados para barrar sua candidatura ao Governo. “Esse dinheiro também é bom que se esclareça. Não sabemos de onde saiu esse dinheiro que foi gasto contra a candidatura de Jayme Campos”, afirmou.
A convenção do União Brasil, realizada em 30 de julho, terminou com a retirada da candidatura própria do partido ao Governo. Por 30 votos a 19, os convencionais decidiram apoiar Otaviano Pivetta, em articulação conduzida pelo grupo político de Mauro Mendes.
Durante o discurso, Jayme também criticou integrantes da própria legenda e afirmou que interesses políticos e econômicos pesaram mais do que a vontade da militância.
“O que se vê no processo político eleitoral é a deslealdade. São pessoas que fazem de seu mandato um verdadeiro balcão de negócios”, disse.
O senador afirmou ainda ter sido traído por aliados dentro do União Brasil, partido que, segundo ele, ajudou a construir desde a década de 1980.
“Infelizmente, fui traído dentro do meu partido político, partido este que ajudei a construir na década de 1980, em que o poder do Estado e o poder econômico prevaleceram acima da vontade do povo mato-grossense”, declarou.
Apesar do revés, Jayme afirmou que pretende dar a resposta nas urnas e classificou a disputa eleitoral como um embate entre estruturas com diferentes capacidades financeiras.
“A resposta vai ser no dia da eleição. Será a disputa do tostão contra o milhão. Vamos enfrentar uma batalha, vamos enfrentar um poderio econômico”, afirmou.
Na convenção do MDB, o senador confirmou apoio à chapa formada por Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo, e Janaina Riva (MDB), candidata ao Senado. Ele afirmou que a aliança representa uma nova fase após o rompimento com o grupo de Mauro Mendes.
“A partir de hoje não existe MDB, não existe PL. O que existe é o partido do povo de Mato Grosso. Tenho a convicção e a certeza de que Wellington será nosso futuro governador. E Janaina, eu aposto em você, acredito em você”, declarou.
O movimento consolida a aproximação de Jayme com o grupo liderado por Wellington Fagundes e marca um dos principais desdobramentos da divisão interna do União Brasil na disputa eleitoral de Mato Grosso.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



