Justiça remarca audiência entre Riva e Pedro Taques após ex-governador faltar a conciliação
Encontro foi adiado após Taques justificar ausência por viagem de trabalho a Brasília; ação cobra R$ 40 mil por supostas ofensas em vídeos sobre o VLT
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A Justiça de Cuiabá remarcou a audiência de conciliação entre o ex-deputado José Geraldo Riva, sua esposa Janete Riva e o ex-governador Pedro Taques. O encontro, que estava previsto para o dia 8 de julho de 2026, foi frustrado após a ausência de Taques, que apresentou justificativa formal informando que estava em viagem de trabalho em Brasília.
A decisão foi tomada pela juíza Cláudia Beatriz Schmidt, do 1º Juizado Especial Cível de Cuiabá, após a magistrada aceitar os documentos apresentados pela defesa do ex-governador, incluindo comprovantes de embarque que confirmaram sua permanência na capital federal na data marcada.
O processo envolve uma ação de indenização por danos morais movida pelo casal Riva, que pede R$ 40 mil em reparação — sendo R$ 20 mil para cada autor. A alegação é de que Taques teria cometido injúria, calúnia e difamação ao publicar vídeos nas redes sociais nos quais atribuiu aos dois a responsabilidade por supostos desvios de recursos destinados às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá.
Segundo a ação, o ex-governador teria afirmado que a paralisação e a não conclusão do projeto durante sua gestão estavam relacionadas a irregularidades praticadas pelos autores. Em uma das publicações anexadas ao processo, Taques declarou: “O Riva pai e a Riva mãe roubaram o dinheiro do VLT. Aí a culpa é minha?”.
A defesa de José Riva e Janete Riva afirma que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e teriam distorcido fatos para atribuir aos dois responsabilidade por problemas administrativos. Os advogados também sustentam que não foram apresentadas provas das acusações feitas pelo ex-governador.
Os representantes do casal citam ainda que, apesar de o ex-governador Silval Barbosa ter confessado envolvimento em fraudes relacionadas ao VLT durante colaboração premiada, ele não teria mencionado participação dos Riva nos crimes investigados.
Ao determinar a nova data da audiência, a magistrada registrou que a primeira tentativa de acordo não ocorreu devido à ausência de uma das partes. “Verifico que houve audiência de conciliação no dia 08/07/2026, no entanto, esta restou frustrada, pois apenas a parte Promovente compareceu”, afirmou na decisão.
Com a remarcação, as partes serão novamente intimadas para uma nova tentativa de conciliação. Caso não haja acordo, o processo seguirá para as próximas etapas de tramitação judicial.
A decisão foi tomada pela juíza Cláudia Beatriz Schmidt, do 1º Juizado Especial Cível de Cuiabá, após a magistrada aceitar os documentos apresentados pela defesa do ex-governador, incluindo comprovantes de embarque que confirmaram sua permanência na capital federal na data marcada.
O processo envolve uma ação de indenização por danos morais movida pelo casal Riva, que pede R$ 40 mil em reparação — sendo R$ 20 mil para cada autor. A alegação é de que Taques teria cometido injúria, calúnia e difamação ao publicar vídeos nas redes sociais nos quais atribuiu aos dois a responsabilidade por supostos desvios de recursos destinados às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá.
Segundo a ação, o ex-governador teria afirmado que a paralisação e a não conclusão do projeto durante sua gestão estavam relacionadas a irregularidades praticadas pelos autores. Em uma das publicações anexadas ao processo, Taques declarou: “O Riva pai e a Riva mãe roubaram o dinheiro do VLT. Aí a culpa é minha?”.
A defesa de José Riva e Janete Riva afirma que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e teriam distorcido fatos para atribuir aos dois responsabilidade por problemas administrativos. Os advogados também sustentam que não foram apresentadas provas das acusações feitas pelo ex-governador.
Os representantes do casal citam ainda que, apesar de o ex-governador Silval Barbosa ter confessado envolvimento em fraudes relacionadas ao VLT durante colaboração premiada, ele não teria mencionado participação dos Riva nos crimes investigados.
Ao determinar a nova data da audiência, a magistrada registrou que a primeira tentativa de acordo não ocorreu devido à ausência de uma das partes. “Verifico que houve audiência de conciliação no dia 08/07/2026, no entanto, esta restou frustrada, pois apenas a parte Promovente compareceu”, afirmou na decisão.
Com a remarcação, as partes serão novamente intimadas para uma nova tentativa de conciliação. Caso não haja acordo, o processo seguirá para as próximas etapas de tramitação judicial.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



