MP investiga Wilson Santos e esposa por suposto uso irregular de verba indenizatória da ALMT
Deputado estadual e esposa são investigados por supostas irregularidades no uso dos recursos mensais de cerca de R$ 65 mil recebidos pelo parlamentar na ALMT
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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou um inquérito civil para investigar o deputado estadual Wilson Santos (PSD) e a esposa dele, Maria Odenilma da Silva, por suspeita de uso irregular da verba indenizatória recebida pelo parlamentar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O valor mensal do benefício é de aproximadamente R$ 65 mil.
A investigação foi aberta no dia 29 de julho, após solicitação do promotor Mauro Zaque de Jesus, do Núcleo de Defesa do Patrimônio e Probidade Administrativa do MP-MT. Antes de se transformar em inquérito civil, o caso tramitava como uma notícia de fato desde outubro de 2025, quando uma denúncia foi encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público.
A portaria que formalizou a abertura do procedimento não detalhou quais seriam as supostas irregularidades atribuídas ao deputado e à esposa, que preside uma associação ligada a pescadores de Mato Grosso. Segundo o MP, após a realização de diligências preliminares, houve a necessidade de ampliar a apuração.
Com a instauração do inquérito civil, o Ministério Público poderá solicitar documentos, ouvir testemunhas, requisitar informações e adotar outras medidas para esclarecer se houve irregularidades na aplicação dos recursos públicos. Até o momento, o órgão não divulgou os fatos específicos que motivaram a investigação nem os valores que estariam sob análise.
Entre as primeiras medidas adotadas pelo promotor está o pedido de informações à Assembleia Legislativa sobre os valores pagos ao deputado como verba indenizatória. Wilson Santos e Maria Odenilma também foram notificados para apresentar esclarecimentos sobre os fatos investigados.
A apuração poderá resultar, caso sejam identificadas irregularidades, na apresentação de uma ação de improbidade administrativa contra os investigados.
Em nota, Wilson Santos afirmou que o mandato e as atividades do gabinete seguem as normas da Assembleia Legislativa e negou qualquer uso indevido dos recursos públicos.
“Essa é uma representação vazia, sem provas e que deveria já estar arquivada. Os recursos não são disponibilizados a particulares, tampouco existe qualquer repasse informal a qualquer pessoa estranha à estrutura administrativa do gabinete. Continuarei exercendo o meu papel com responsabilidade, transparência e compromisso com a sociedade mato-grossense”, declarou o deputado.
O parlamentar também disse que recebeu a abertura da investigação com tranquilidade e afirmou que a denúncia que originou o procedimento apresenta apenas alegações genéricas, sem comprovação.
A investigação foi aberta no dia 29 de julho, após solicitação do promotor Mauro Zaque de Jesus, do Núcleo de Defesa do Patrimônio e Probidade Administrativa do MP-MT. Antes de se transformar em inquérito civil, o caso tramitava como uma notícia de fato desde outubro de 2025, quando uma denúncia foi encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público.
A portaria que formalizou a abertura do procedimento não detalhou quais seriam as supostas irregularidades atribuídas ao deputado e à esposa, que preside uma associação ligada a pescadores de Mato Grosso. Segundo o MP, após a realização de diligências preliminares, houve a necessidade de ampliar a apuração.
Com a instauração do inquérito civil, o Ministério Público poderá solicitar documentos, ouvir testemunhas, requisitar informações e adotar outras medidas para esclarecer se houve irregularidades na aplicação dos recursos públicos. Até o momento, o órgão não divulgou os fatos específicos que motivaram a investigação nem os valores que estariam sob análise.
Entre as primeiras medidas adotadas pelo promotor está o pedido de informações à Assembleia Legislativa sobre os valores pagos ao deputado como verba indenizatória. Wilson Santos e Maria Odenilma também foram notificados para apresentar esclarecimentos sobre os fatos investigados.
A apuração poderá resultar, caso sejam identificadas irregularidades, na apresentação de uma ação de improbidade administrativa contra os investigados.
Em nota, Wilson Santos afirmou que o mandato e as atividades do gabinete seguem as normas da Assembleia Legislativa e negou qualquer uso indevido dos recursos públicos.
“Essa é uma representação vazia, sem provas e que deveria já estar arquivada. Os recursos não são disponibilizados a particulares, tampouco existe qualquer repasse informal a qualquer pessoa estranha à estrutura administrativa do gabinete. Continuarei exercendo o meu papel com responsabilidade, transparência e compromisso com a sociedade mato-grossense”, declarou o deputado.
O parlamentar também disse que recebeu a abertura da investigação com tranquilidade e afirmou que a denúncia que originou o procedimento apresenta apenas alegações genéricas, sem comprovação.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



