Pivetta admite aproximação com Jayme Campos, mas nega pedido para senador desistir do Governo de MT
Governador confirmou que reunião teve objetivo político, mas afirmou que não houve negociação para retirada de candidatura na disputa de 2026
2 min de leitura

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) confirmou que a reunião realizada no último sábado (11) com o senador Jayme Campos (União Brasil) fez parte das articulações políticas para as eleições de 2026. Apesar disso, negou que tenha procurado o parlamentar para pedir que ele desistisse de uma eventual candidatura ao Governo de Mato Grosso.
Segundo Pivetta, o encontro ocorreu em clima de cordialidade e serviu para aproximar os grupos políticos. O governador afirmou que também conversou com o ex-governador Júlio Campos e ouviu as avaliações dos irmãos sobre o cenário político estadual.
"Foi um papo legal, como sempre. Eu converso com ele e com o irmão dele, o Júlio. Conversamos bastante, com muita cordialidade", declarou.
Questionado se teria aproveitado a reunião para convencer Jayme a abrir mão da disputa pelo Palácio Paiaguás, Pivetta negou que tenha feito qualquer pedido nesse sentido.
Apesar da negativa, o governador reconheceu que o encontro ocorreu dentro do contexto de preparação para a eleição de 2026 e admitiu que busca ampliar o diálogo com lideranças políticas.
"É sempre bom, nessa época de pré-campanha, fazer as tentativas necessárias para aproximação. Foi isso que eu fiz. Agora, se vai acontecer ou não, só o futuro dirá", afirmou.
A reunião ganhou repercussão após o deputado estadual Júlio Campos revelar que o encontro aconteceu na residência de Jayme, em Várzea Grande. Nos bastidores, a conversa foi interpretada como uma tentativa de aproximação entre grupos que podem estar em lados diferentes na próxima disputa eleitoral.
Jayme Campos ainda não confirmou oficialmente se será candidato ao Governo do Estado, mas tem afirmado que seu nome está à disposição do União Brasil para as eleições de 2026. Pivetta, por sua vez, é apontado como o principal nome do grupo liderado pelo governador Mauro Mendes (União) para a sucessão estadual.
Durante a entrevista, Pivetta evitou classificar a reunião como uma negociação política e reforçou que o encontro teve como foco o diálogo sobre o futuro de Mato Grosso.
"Foi um diálogo legal. Falamos sobre política de Mato Grosso, evidentemente. Eu ouvi ele, ele me ouviu", afirmou.
Segundo Pivetta, o encontro ocorreu em clima de cordialidade e serviu para aproximar os grupos políticos. O governador afirmou que também conversou com o ex-governador Júlio Campos e ouviu as avaliações dos irmãos sobre o cenário político estadual.
"Foi um papo legal, como sempre. Eu converso com ele e com o irmão dele, o Júlio. Conversamos bastante, com muita cordialidade", declarou.
Questionado se teria aproveitado a reunião para convencer Jayme a abrir mão da disputa pelo Palácio Paiaguás, Pivetta negou que tenha feito qualquer pedido nesse sentido.
Apesar da negativa, o governador reconheceu que o encontro ocorreu dentro do contexto de preparação para a eleição de 2026 e admitiu que busca ampliar o diálogo com lideranças políticas.
"É sempre bom, nessa época de pré-campanha, fazer as tentativas necessárias para aproximação. Foi isso que eu fiz. Agora, se vai acontecer ou não, só o futuro dirá", afirmou.
A reunião ganhou repercussão após o deputado estadual Júlio Campos revelar que o encontro aconteceu na residência de Jayme, em Várzea Grande. Nos bastidores, a conversa foi interpretada como uma tentativa de aproximação entre grupos que podem estar em lados diferentes na próxima disputa eleitoral.
Jayme Campos ainda não confirmou oficialmente se será candidato ao Governo do Estado, mas tem afirmado que seu nome está à disposição do União Brasil para as eleições de 2026. Pivetta, por sua vez, é apontado como o principal nome do grupo liderado pelo governador Mauro Mendes (União) para a sucessão estadual.
Durante a entrevista, Pivetta evitou classificar a reunião como uma negociação política e reforçou que o encontro teve como foco o diálogo sobre o futuro de Mato Grosso.
"Foi um diálogo legal. Falamos sobre política de Mato Grosso, evidentemente. Eu ouvi ele, ele me ouviu", afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



