Pivetta diz que apoio do Podemos ao projeto de reeleição está “99% fechado” em MT
Governador afirma que maioria dos candidatos da sigla sinalizou apoio à chapa republicana, mas decisão ainda depende de confirmação oficial do partido.
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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou nesta quarta-feira (5) que o apoio do Podemos à sua candidatura ao Governo de Mato Grosso está praticamente definido. Segundo ele, a adesão da legenda está “99% fechada” após uma reunião com o presidente estadual do partido, deputado estadual Max Russi.
Apesar da sinalização positiva, Pivetta destacou que a decisão ainda não foi formalizada pela sigla. De acordo com o governador, Max informou que cerca de 90% dos candidatos do Podemos demonstraram preferência pela composição com a chapa republicana.
O encontro ocorreu pela manhã e contou também com a presença do deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), escolhido como candidato a vice-governador, além de Rogério Gallo, Eduardo Maciel e Mauro Carvalho.
“Foi uma conversa muito descontraída, e no final a conclusão é que nós estamos trabalhando junto faz tempo, que não tem nenhuma novidade para surgir, não tem nenhum motivo para surgir para a gente não continuar junto”, afirmou Pivetta.
Segundo o governador, Max Russi avaliou positivamente os resultados da gestão estadual nos últimos oito anos e indicou que a maioria dos integrantes do Podemos estaria inclinada a apoiar a candidatura.
“Ele considera que o governo que nós fizemos nos últimos oito anos foi muito bom para Mato Grosso, foi muito bom para ele também, como deputado. Então, ele falou que 90% dos companheiros deles, candidatas e candidatos, têm preferência pela nossa chapa. Ficou muito fácil para avançar”, disse.
Aproximação após disputa por espaço
A conversa ocorre após o Podemos ter perdido espaço na composição inicialmente discutida com Pivetta. A legenda chegou a negociar a indicação do candidato a vice-governador, mas a vaga acabou ficando com Fábio Garcia.
Depois disso, o senador Wellington Fagundes (PL) passou a buscar uma aproximação com o partido e ofereceu participação na composição majoritária.
Pivetta afirmou, porém, que a reunião com Max Russi não envolveu pedidos de cargos ou negociações por espaços na chapa. Segundo ele, a única possibilidade apresentada ao Podemos foi uma vaga de suplência na candidatura de Mauro Mendes ao Senado.
“O Max não pediu nada disso. Ele não pediu absolutamente nada. A conversa foi realmente... Acho que a gente nunca tinha tido uma conversa tão franca, tão bacana, tão despretensiosa como tivemos hoje”, declarou.
O governador explicou que Rogério Gallo chegou a oferecer a segunda suplência de Mauro Mendes ao Senado, mas Max recusou a possibilidade.
“O Gallo colocou à disposição a possibilidade, a segunda suplência, que está tudo desenhado para o Gallo ter a segunda suplência do Mauro. O Gallo colocou à disposição para ele, ele agradeceu, ele não quis”, afirmou.
Elogios a Max Russi
Durante a entrevista, Pivetta também destacou a relação construída com Max Russi ao longo dos anos e evitou fazer críticas ao período de indefinição do partido.
“Olha só. Primeiro que eu não julgo, não faço julgamento, principalmente público. O Max é um amigo. Quando eu estava prefeito em Lucas do Rio Verde, na virada do milênio, ele se elegeu prefeito de Jaciara. Lembro que fomos contemporâneos nas prefeituras”, disse.
O governador afirmou ainda que o presidente do Podemos é uma liderança importante para a região Sul de Mato Grosso e destacou sua atuação na Assembleia Legislativa.
“Desde então eu o conheci, ele sempre se destacou como uma liderança dessa região sul, carismático, articulador, trabalhador. Então é uma pessoa que nos ajuda muito. Como presidente da Assembleia, principalmente. Tem nos ajudado e tenho certeza que o interesse dele é continuar vendo o Mato Grosso prosperar”, completou.
Segundo Pivetta, Max Russi teria utilizado o período anterior para ouvir os integrantes da sigla antes de definir o posicionamento.
“Ele esperou, ouviu todos os convencionais dele, ouviu os companheiros de chapa dele, deputados estaduais, deputados federais, e o que ele nos trouxe é que é isso. 90% dos candidatos querem apoiar o nosso lado, a nossa chapa”, afirmou.
Apesar da sinalização positiva, Pivetta destacou que a decisão ainda não foi formalizada pela sigla. De acordo com o governador, Max informou que cerca de 90% dos candidatos do Podemos demonstraram preferência pela composição com a chapa republicana.
O encontro ocorreu pela manhã e contou também com a presença do deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), escolhido como candidato a vice-governador, além de Rogério Gallo, Eduardo Maciel e Mauro Carvalho.
“Foi uma conversa muito descontraída, e no final a conclusão é que nós estamos trabalhando junto faz tempo, que não tem nenhuma novidade para surgir, não tem nenhum motivo para surgir para a gente não continuar junto”, afirmou Pivetta.
Segundo o governador, Max Russi avaliou positivamente os resultados da gestão estadual nos últimos oito anos e indicou que a maioria dos integrantes do Podemos estaria inclinada a apoiar a candidatura.
“Ele considera que o governo que nós fizemos nos últimos oito anos foi muito bom para Mato Grosso, foi muito bom para ele também, como deputado. Então, ele falou que 90% dos companheiros deles, candidatas e candidatos, têm preferência pela nossa chapa. Ficou muito fácil para avançar”, disse.
Aproximação após disputa por espaço
A conversa ocorre após o Podemos ter perdido espaço na composição inicialmente discutida com Pivetta. A legenda chegou a negociar a indicação do candidato a vice-governador, mas a vaga acabou ficando com Fábio Garcia.
Depois disso, o senador Wellington Fagundes (PL) passou a buscar uma aproximação com o partido e ofereceu participação na composição majoritária.
Pivetta afirmou, porém, que a reunião com Max Russi não envolveu pedidos de cargos ou negociações por espaços na chapa. Segundo ele, a única possibilidade apresentada ao Podemos foi uma vaga de suplência na candidatura de Mauro Mendes ao Senado.
“O Max não pediu nada disso. Ele não pediu absolutamente nada. A conversa foi realmente... Acho que a gente nunca tinha tido uma conversa tão franca, tão bacana, tão despretensiosa como tivemos hoje”, declarou.
O governador explicou que Rogério Gallo chegou a oferecer a segunda suplência de Mauro Mendes ao Senado, mas Max recusou a possibilidade.
“O Gallo colocou à disposição a possibilidade, a segunda suplência, que está tudo desenhado para o Gallo ter a segunda suplência do Mauro. O Gallo colocou à disposição para ele, ele agradeceu, ele não quis”, afirmou.
Elogios a Max Russi
Durante a entrevista, Pivetta também destacou a relação construída com Max Russi ao longo dos anos e evitou fazer críticas ao período de indefinição do partido.
“Olha só. Primeiro que eu não julgo, não faço julgamento, principalmente público. O Max é um amigo. Quando eu estava prefeito em Lucas do Rio Verde, na virada do milênio, ele se elegeu prefeito de Jaciara. Lembro que fomos contemporâneos nas prefeituras”, disse.
O governador afirmou ainda que o presidente do Podemos é uma liderança importante para a região Sul de Mato Grosso e destacou sua atuação na Assembleia Legislativa.
“Desde então eu o conheci, ele sempre se destacou como uma liderança dessa região sul, carismático, articulador, trabalhador. Então é uma pessoa que nos ajuda muito. Como presidente da Assembleia, principalmente. Tem nos ajudado e tenho certeza que o interesse dele é continuar vendo o Mato Grosso prosperar”, completou.
Segundo Pivetta, Max Russi teria utilizado o período anterior para ouvir os integrantes da sigla antes de definir o posicionamento.
“Ele esperou, ouviu todos os convencionais dele, ouviu os companheiros de chapa dele, deputados estaduais, deputados federais, e o que ele nos trouxe é que é isso. 90% dos candidatos querem apoiar o nosso lado, a nossa chapa”, afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



