Pivetta diz que isenção de impostos busca atrair empresas e revitalizar Centro Histórico de Cuiabá
Governador afirma que renúncia de ICMS e ITCD por cinco anos terá pouco impacto na arrecadação e depende de investimentos privados para recuperar a região
2 min de leitura

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que a concessão de isenção de ICMS e ITCD para empresas que se instalarem no Centro Histórico de Cuiabá tem como objetivo estimular a ocupação da região e recuperar a atividade econômica em uma área que enfrenta esvaziamento comercial e degradação urbana.
Durante entrevista nesta terça-feira (14), Pivetta defendeu que a renúncia fiscal não deve representar impacto significativo para os cofres estaduais, já que atualmente a movimentação econômica no local é considerada baixa. Segundo ele, a expectativa é que os incentivos atraiam investimentos privados e ajudem a reverter o cenário de abandono.
“Hoje não tem atividade nenhuma, não se perde praticamente nada. Na medida em que vai sendo revitalizado e vai havendo movimento, aí poderá ter o Estado abrindo mão de alguma coisa”, afirmou.
O governador disse que o Estado pretende contribuir com a recuperação da região por meio dos benefícios tributários, mas ressaltou que a revitalização também depende da participação de empresários e proprietários de imóveis.
“Nós precisamos estimular os investimentos no Centro Histórico e o Governo do Estado está fazendo a sua parte para que os empresários e os proprietários dos imóveis possam fazer os investimentos necessários para revitalizar o Centro Histórico, para que ele seja repovoado e revitalizado”, declarou.
De acordo com Pivetta, a isenção dos impostos será concedida pelo prazo de cinco anos, com possibilidade de prorrogação. O benefício deverá alcançar empresas que optarem por se instalar no Centro Histórico.
Ao comentar problemas como imóveis abandonados e a presença de pessoas em situação de rua na região central, o governador afirmou que a ocupação dos espaços é uma das principais estratégias para enfrentar essas questões.
“Onde tem dono, onde tem pertencimento, onde tem a presença das pessoas e onde tem prédios de valor, normalmente não dá espaço para outra atividade que não seja a prosperidade e o bem-estar”, disse.
Pivetta também informou que a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) possui editais voltados à recuperação de imóveis históricos públicos, mas não detalhou quais prédios serão contemplados.
Sobre outras medidas para a revitalização do Centro Histórico, o governador afirmou que parte das ações depende da Prefeitura de Cuiabá. Segundo ele, cabe ao município atuar em áreas como organização urbana, manutenção dos espaços públicos e iniciativas para ampliar a circulação de pessoas.
“O Estado faz a sua parte. O município precisa agir, precisa tomar as medidas que o prefeito e a prefeitura têm autoridade para tomar”, afirmou.
Durante entrevista nesta terça-feira (14), Pivetta defendeu que a renúncia fiscal não deve representar impacto significativo para os cofres estaduais, já que atualmente a movimentação econômica no local é considerada baixa. Segundo ele, a expectativa é que os incentivos atraiam investimentos privados e ajudem a reverter o cenário de abandono.
“Hoje não tem atividade nenhuma, não se perde praticamente nada. Na medida em que vai sendo revitalizado e vai havendo movimento, aí poderá ter o Estado abrindo mão de alguma coisa”, afirmou.
O governador disse que o Estado pretende contribuir com a recuperação da região por meio dos benefícios tributários, mas ressaltou que a revitalização também depende da participação de empresários e proprietários de imóveis.
“Nós precisamos estimular os investimentos no Centro Histórico e o Governo do Estado está fazendo a sua parte para que os empresários e os proprietários dos imóveis possam fazer os investimentos necessários para revitalizar o Centro Histórico, para que ele seja repovoado e revitalizado”, declarou.
De acordo com Pivetta, a isenção dos impostos será concedida pelo prazo de cinco anos, com possibilidade de prorrogação. O benefício deverá alcançar empresas que optarem por se instalar no Centro Histórico.
Ao comentar problemas como imóveis abandonados e a presença de pessoas em situação de rua na região central, o governador afirmou que a ocupação dos espaços é uma das principais estratégias para enfrentar essas questões.
“Onde tem dono, onde tem pertencimento, onde tem a presença das pessoas e onde tem prédios de valor, normalmente não dá espaço para outra atividade que não seja a prosperidade e o bem-estar”, disse.
Pivetta também informou que a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) possui editais voltados à recuperação de imóveis históricos públicos, mas não detalhou quais prédios serão contemplados.
Sobre outras medidas para a revitalização do Centro Histórico, o governador afirmou que parte das ações depende da Prefeitura de Cuiabá. Segundo ele, cabe ao município atuar em áreas como organização urbana, manutenção dos espaços públicos e iniciativas para ampliar a circulação de pessoas.
“O Estado faz a sua parte. O município precisa agir, precisa tomar as medidas que o prefeito e a prefeitura têm autoridade para tomar”, afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



