Wellington Fagundes busca Podemos após partido perder espaço na chapa de Pivetta
Candidato do PL ofereceu participação na chapa majoritária e aposta na relação com Max Russi para atrair a sigla antes do fim do prazo
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O candidato do PL ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, afirmou nesta terça-feira (4) que pretende procurar o presidente estadual do Podemos, Max Russi, para tentar levar o partido para sua aliança eleitoral. A movimentação ganhou força depois que o Podemos perdeu espaço na chapa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que definiu o deputado federal Fábio Garcia (União) como candidato a vice.
Durante a convenção do MDB que oficializou a candidatura da deputada estadual Janaina Riva ao Senado, Wellington afirmou que pretende conversar diretamente com Max e ofereceu espaço ao Podemos na chapa majoritária. Até o momento, a legenda não havia definido oficialmente qual projeto apoiará na disputa pelo Palácio Paiaguás.
“Eu falei no meu discurso, o Max Russi, a primeira campanha dele eu estava presente apoiando os mandatos de vereador, de deputado estadual e hoje eu me orgulho de ser amigo do Max, o presidente da Assembleia, um dos homens mais prestigiados do Estado de Mato Grosso”, afirmou.
Na tentativa de atrair o partido, Wellington destacou que o Podemos poderá participar da composição majoritária e de uma eventual gestão caso o grupo seja eleito.
“Nós, é claro, estamos fazendo todo empenho para que o Podemos também esteja conosco, porque aqui tem espaço para o Podemos. O Podemos aqui tem espaço para participar da chapa majoritária e para governarmos juntos. O Podemos aqui é e será valorizado e respeitado acima de tudo”, declarou.
O Podemos já descartou lançar candidatura própria ao Governo, conforme sinalizado por Max Russi, mas ainda não havia definido qual dos grupos em disputa receberia seu apoio. A decisão poderia ser tomada pelos convencionais durante a convenção desta terça-feira ou ser encaminhada à Executiva estadual, com definição até o prazo final estabelecido pela legislação eleitoral.
A aproximação entre Wellington e o Podemos ganhou força depois que Pivetta confirmou Fábio Garcia como vice. Antes da escolha, Max havia sugerido o empresário Elson Ramos, presidente estadual do Podemos, para ocupar a vaga na chapa republicana.
Com a definição de Garcia, o espaço que vinha sendo negociado com o Podemos deixou de estar disponível. O partido também perdeu, neste momento, a possibilidade de indicar a segunda suplência na chapa do ex-governador Mauro Mendes ao Senado.
Ainda há, porém, uma vaga em aberto na primeira suplência da candidatura de Margareth Buzetti (PP) ao Senado. O posto chegou a ser destinado ao empresário Paulo Lucion, ligado ao Podemos, mas a manutenção do nome na composição depende da decisão da legenda sobre qual aliança irá apoiar.
Ao defender a aproximação com o Podemos, Wellington também ressaltou a relação pessoal e política que mantém com Max Russi e lembrou que acompanhou o início da trajetória eleitoral do deputado, quando ele disputou os primeiros mandatos de vereador e deputado estadual.
O candidato do PL afirmou ainda que as negociações precisam ser concluídas rapidamente, já que o prazo para definição das alianças termina nesta quarta-feira (5).
“Olha, isso é natural. Nós temos até amanhã de prazo. Até umas 23 horas e quase 50 minutos que a gente quer fazer um pouquinho antes. Mas eu acredito, tenho fé e vamos trabalhar até lá”, afirmou.
Durante a convenção do MDB que oficializou a candidatura da deputada estadual Janaina Riva ao Senado, Wellington afirmou que pretende conversar diretamente com Max e ofereceu espaço ao Podemos na chapa majoritária. Até o momento, a legenda não havia definido oficialmente qual projeto apoiará na disputa pelo Palácio Paiaguás.
“Eu falei no meu discurso, o Max Russi, a primeira campanha dele eu estava presente apoiando os mandatos de vereador, de deputado estadual e hoje eu me orgulho de ser amigo do Max, o presidente da Assembleia, um dos homens mais prestigiados do Estado de Mato Grosso”, afirmou.
Na tentativa de atrair o partido, Wellington destacou que o Podemos poderá participar da composição majoritária e de uma eventual gestão caso o grupo seja eleito.
“Nós, é claro, estamos fazendo todo empenho para que o Podemos também esteja conosco, porque aqui tem espaço para o Podemos. O Podemos aqui tem espaço para participar da chapa majoritária e para governarmos juntos. O Podemos aqui é e será valorizado e respeitado acima de tudo”, declarou.
O Podemos já descartou lançar candidatura própria ao Governo, conforme sinalizado por Max Russi, mas ainda não havia definido qual dos grupos em disputa receberia seu apoio. A decisão poderia ser tomada pelos convencionais durante a convenção desta terça-feira ou ser encaminhada à Executiva estadual, com definição até o prazo final estabelecido pela legislação eleitoral.
A aproximação entre Wellington e o Podemos ganhou força depois que Pivetta confirmou Fábio Garcia como vice. Antes da escolha, Max havia sugerido o empresário Elson Ramos, presidente estadual do Podemos, para ocupar a vaga na chapa republicana.
Com a definição de Garcia, o espaço que vinha sendo negociado com o Podemos deixou de estar disponível. O partido também perdeu, neste momento, a possibilidade de indicar a segunda suplência na chapa do ex-governador Mauro Mendes ao Senado.
Ainda há, porém, uma vaga em aberto na primeira suplência da candidatura de Margareth Buzetti (PP) ao Senado. O posto chegou a ser destinado ao empresário Paulo Lucion, ligado ao Podemos, mas a manutenção do nome na composição depende da decisão da legenda sobre qual aliança irá apoiar.
Ao defender a aproximação com o Podemos, Wellington também ressaltou a relação pessoal e política que mantém com Max Russi e lembrou que acompanhou o início da trajetória eleitoral do deputado, quando ele disputou os primeiros mandatos de vereador e deputado estadual.
O candidato do PL afirmou ainda que as negociações precisam ser concluídas rapidamente, já que o prazo para definição das alianças termina nesta quarta-feira (5).
“Olha, isso é natural. Nós temos até amanhã de prazo. Até umas 23 horas e quase 50 minutos que a gente quer fazer um pouquinho antes. Mas eu acredito, tenho fé e vamos trabalhar até lá”, afirmou.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



