Abilio se irrita com número de banners e propaganda eleitoral excessiva em Cuiabá: "fazem uma baderna na paisagem"
Prefeito criticou o uso de wind banners e outras peças em espaços públicos e afirmou que pretende liberar anúncios para comerciantes durante o período eleitoral
2 min de leitura

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que pretende autorizar comerciantes a utilizar, durante o período eleitoral, formatos de publicidade semelhantes aos permitidos aos candidatos. Segundo ele, a estratégia é provocar uma “bagunça” e aumentar a poluição visual na cidade para pressionar a Justiça Eleitoral a discutir e rever as regras para propaganda em espaços públicos.
A declaração ocorreu após o prefeito demonstrar irritação com materiais de campanha instalados em locais que considera inadequados. Abilio afirmou que a Prefeitura não pode simplesmente retirar as propagandas, mesmo quando elas entram em conflito com as normas municipais de publicidade.
Segundo o prefeito, durante o período eleitoral a fiscalização cabe à Justiça Eleitoral, responsável por aplicar as regras específicas de propaganda eleitoral, e não as normas municipais que normalmente regulamentam a publicidade na cidade.
“Os caras sujam a cidade. Os caras vão lá e fazem uma baderna na paisagem da nossa cidade. E a gente não pode fazer nada”, reclamou.
Entre os casos citados por Abilio estão wind banners instalados na entrada do Parque Tia Nair e na lateral do Parque das Águas. O prefeito disse ter ficado “só o ódio” ao encontrar os materiais nesses pontos, mas afirmou que não poderia determinar a retirada deles.
Questionado se liberar publicidade nos mesmos moldes para comerciantes não poderia aumentar ainda mais a poluição visual, Abilio respondeu que “a ideia é essa.”
A intenção, segundo ele, é fazer com que a cidade fique tomada por anúncios para evidenciar a diferença de tratamento entre empresários e candidatos durante a campanha.
“Vai ter um mundo aéreo de wind banner, um mundo aéreo de propaganda”, afirmou.
Abilio argumenta que a legislação eleitoral permite determinadas formas de publicidade aos candidatos durante a campanha, enquanto os comerciantes continuam submetidos às restrições estabelecidas pelo município.
Para o prefeito, a situação gera uma contradição quando um comerciante é impedido de manter um material semelhante ao utilizado por um candidato no mesmo espaço.
“Aí o comerciante vê o candidato fazendo e ele fala: ‘Vou fazer também’. Aí o fiscal vai ter que ir lá, tirar o do comerciante e deixar o do candidato? Não vou aceitar isso”, disse.
Abilio afirmou que pretende liberar a instalação dos materiais para os comerciantes e prevê um aumento expressivo da publicidade.
“Eu vou autorizar todo mundo a encher ali. Vai colocar um monte. Aí o cara que coloca lá, ninguém nem vai olhar. Vai ter uma bagunça”, declarou.
A autorização, conforme explicou o prefeito, terá validade somente durante o período eleitoral. Depois desse intervalo, as regras municipais que regulamentam a publicidade voltarão a ser aplicadas normalmente.
Abilio afirmou que a estratégia busca provocar uma reação diante do excesso de propaganda e, a partir disso, estimular uma discussão sobre os limites estabelecidos pela legislação eleitoral para a publicidade em espaços públicos de Cuiabá.
A declaração ocorreu após o prefeito demonstrar irritação com materiais de campanha instalados em locais que considera inadequados. Abilio afirmou que a Prefeitura não pode simplesmente retirar as propagandas, mesmo quando elas entram em conflito com as normas municipais de publicidade.
Segundo o prefeito, durante o período eleitoral a fiscalização cabe à Justiça Eleitoral, responsável por aplicar as regras específicas de propaganda eleitoral, e não as normas municipais que normalmente regulamentam a publicidade na cidade.
“Os caras sujam a cidade. Os caras vão lá e fazem uma baderna na paisagem da nossa cidade. E a gente não pode fazer nada”, reclamou.
Entre os casos citados por Abilio estão wind banners instalados na entrada do Parque Tia Nair e na lateral do Parque das Águas. O prefeito disse ter ficado “só o ódio” ao encontrar os materiais nesses pontos, mas afirmou que não poderia determinar a retirada deles.
Questionado se liberar publicidade nos mesmos moldes para comerciantes não poderia aumentar ainda mais a poluição visual, Abilio respondeu que “a ideia é essa.”
A intenção, segundo ele, é fazer com que a cidade fique tomada por anúncios para evidenciar a diferença de tratamento entre empresários e candidatos durante a campanha.
“Vai ter um mundo aéreo de wind banner, um mundo aéreo de propaganda”, afirmou.
Abilio argumenta que a legislação eleitoral permite determinadas formas de publicidade aos candidatos durante a campanha, enquanto os comerciantes continuam submetidos às restrições estabelecidas pelo município.
Para o prefeito, a situação gera uma contradição quando um comerciante é impedido de manter um material semelhante ao utilizado por um candidato no mesmo espaço.
“Aí o comerciante vê o candidato fazendo e ele fala: ‘Vou fazer também’. Aí o fiscal vai ter que ir lá, tirar o do comerciante e deixar o do candidato? Não vou aceitar isso”, disse.
Abilio afirmou que pretende liberar a instalação dos materiais para os comerciantes e prevê um aumento expressivo da publicidade.
“Eu vou autorizar todo mundo a encher ali. Vai colocar um monte. Aí o cara que coloca lá, ninguém nem vai olhar. Vai ter uma bagunça”, declarou.
A autorização, conforme explicou o prefeito, terá validade somente durante o período eleitoral. Depois desse intervalo, as regras municipais que regulamentam a publicidade voltarão a ser aplicadas normalmente.
Abilio afirmou que a estratégia busca provocar uma reação diante do excesso de propaganda e, a partir disso, estimular uma discussão sobre os limites estabelecidos pela legislação eleitoral para a publicidade em espaços públicos de Cuiabá.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



