Blairo Maggi cobra controle de gastos do governo Lula para viabilizar queda dos juros
Ex-governador de Mato Grosso defende ajuste fiscal e diz que redução consistente da Selic depende do equilíbrio das contas públicas
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O ex-ministro da Agricultura e ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi (PP) afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa conter as despesas públicas para criar condições para uma redução consistente da taxa básica de juros no Brasil.
Em entrevista à CNN Brasil, durante um evento promovido por um banco, Maggi avaliou que o nível elevado dos gastos dificulta uma trajetória de queda da Selic. “Se este governo que nos trouxe até aqui, com juros tão altos, não parar de gastar, não vai conseguir criar as condições para que os juros caiam”, afirmou.
Segundo o ex-governador, uma mudança no cenário dependeria de uma revisão efetiva das contas públicas, com medidas capazes de reorganizar as finanças do país. “Para mudar esse cenário, terá que fazer um grande e verdadeiro ajuste fiscal, colocando as contas públicas em ordem”, declarou.
Maggi também questionou se o governo federal estaria disposto a adotar medidas mais rígidas para controlar as despesas. “Vai fazer? Não sei. Mas, sem isso, dificilmente teremos uma queda consistente dos juros”, acrescentou.
A taxa Selic está atualmente em 14% ao ano. O nível elevado dos juros encarece o crédito e a dívida pública e também impacta os investimentos e a atividade econômica.
As declarações foram dadas em meio às discussões sobre o equilíbrio das contas do governo e os próximos passos da política de juros no país. Na avaliação de Maggi, sem alterações na condução fiscal, uma eventual redução da taxa tende a ter dificuldades para se manter de forma consistente.
Em entrevista à CNN Brasil, durante um evento promovido por um banco, Maggi avaliou que o nível elevado dos gastos dificulta uma trajetória de queda da Selic. “Se este governo que nos trouxe até aqui, com juros tão altos, não parar de gastar, não vai conseguir criar as condições para que os juros caiam”, afirmou.
Segundo o ex-governador, uma mudança no cenário dependeria de uma revisão efetiva das contas públicas, com medidas capazes de reorganizar as finanças do país. “Para mudar esse cenário, terá que fazer um grande e verdadeiro ajuste fiscal, colocando as contas públicas em ordem”, declarou.
Maggi também questionou se o governo federal estaria disposto a adotar medidas mais rígidas para controlar as despesas. “Vai fazer? Não sei. Mas, sem isso, dificilmente teremos uma queda consistente dos juros”, acrescentou.
A taxa Selic está atualmente em 14% ao ano. O nível elevado dos juros encarece o crédito e a dívida pública e também impacta os investimentos e a atividade econômica.
As declarações foram dadas em meio às discussões sobre o equilíbrio das contas do governo e os próximos passos da política de juros no país. Na avaliação de Maggi, sem alterações na condução fiscal, uma eventual redução da taxa tende a ter dificuldades para se manter de forma consistente.
Publicado originalmente em infoverus.com.br

