Campanha de Flávio Bolsonaro pretende usar falências para atacar gestão econômica de Lula
Estratégia deve explorar juros altos, perda do poder de compra e aumento das recuperações judiciais para responsabilizar governo petista
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A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) pretende transformar a sequência de falências e recuperações judiciais de empresas em munição eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia é associar a deterioração financeira de companhias aos juros elevados, à perda do poder de compra da população e à política fiscal adotada pelo governo federal.
O tema já vinha sendo explorado pelo candidato, que passou a utilizar a crise do varejo para criticar a administração petista. Flávio chegou a gravar vídeos em frente a uma unidade fechada das Casas Bahia, após a empresa entrar em recuperação judicial.
O anúncio envolvendo o Habib's, nesta quarta-feira (26), deve ampliar esse discurso durante a campanha. A intenção é levar o assunto também para a propaganda eleitoral gratuita na televisão, relacionando a situação das empresas ao cenário econômico do país.
Campanha mira política fiscal
A avaliação dos aliados de Flávio é que a população e as empresas estariam enfrentando problemas de origem semelhante: a política econômica expansionista adotada pelo governo Lula.
O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), defende que a situação econômica exige mudanças na condução das contas públicas e responsabiliza diretamente o governo federal.
“O problema é a forma como a economia vem sendo conduzida. Tem que mudar a gestão fiscal, tirar as armadilhas do orçamento, rever a reforma tributária. Tem que mudar o governo”, afirmou Marinho.
A campanha pretende utilizar os casos recentes de empresas em dificuldades para construir uma narrativa eleitoral em torno do impacto da política econômica no cotidiano dos brasileiros e na atividade empresarial.
A estratégia parte da ideia de que a redução do poder de compra da população afeta diretamente o consumo e, consequentemente, a capacidade das empresas de manter suas operações.
Recuperações judiciais entram no discurso
Além das falências anunciadas recentemente, a campanha pretende destacar o crescimento no número de recuperações judiciais registradas nos últimos anos.
Segundo Rogério Marinho, os pedidos passaram de aproximadamente 800 em 2022 para mais de 6 mil em 2025.
“As recuperações judiciais cresceram exponencialmente nos últimos anos. Eram 800, em 2022. Elas passaram para mais de 6.000 em 2025. Está claro de quem é a culpa”, afirmou.
O dado deve ser utilizado pelos aliados de Flávio como argumento para sustentar a crítica à política econômica do governo Lula.
A campanha também pretende explorar a combinação entre juros elevados e perda de renda disponível como fatores que pressionariam tanto os consumidores quanto as empresas.
Nesse discurso, a sequência de pedidos de recuperação judicial e falências passa a ser apresentada como consequência da condução econômica do governo federal. A estratégia deverá ganhar espaço na comunicação eleitoral de Flávio nas próximas semanas, especialmente com a proximidade das eleições.
O tema já vinha sendo explorado pelo candidato, que passou a utilizar a crise do varejo para criticar a administração petista. Flávio chegou a gravar vídeos em frente a uma unidade fechada das Casas Bahia, após a empresa entrar em recuperação judicial.
O anúncio envolvendo o Habib's, nesta quarta-feira (26), deve ampliar esse discurso durante a campanha. A intenção é levar o assunto também para a propaganda eleitoral gratuita na televisão, relacionando a situação das empresas ao cenário econômico do país.
Campanha mira política fiscal
A avaliação dos aliados de Flávio é que a população e as empresas estariam enfrentando problemas de origem semelhante: a política econômica expansionista adotada pelo governo Lula.
O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), defende que a situação econômica exige mudanças na condução das contas públicas e responsabiliza diretamente o governo federal.
“O problema é a forma como a economia vem sendo conduzida. Tem que mudar a gestão fiscal, tirar as armadilhas do orçamento, rever a reforma tributária. Tem que mudar o governo”, afirmou Marinho.
A campanha pretende utilizar os casos recentes de empresas em dificuldades para construir uma narrativa eleitoral em torno do impacto da política econômica no cotidiano dos brasileiros e na atividade empresarial.
A estratégia parte da ideia de que a redução do poder de compra da população afeta diretamente o consumo e, consequentemente, a capacidade das empresas de manter suas operações.
Recuperações judiciais entram no discurso
Além das falências anunciadas recentemente, a campanha pretende destacar o crescimento no número de recuperações judiciais registradas nos últimos anos.
Segundo Rogério Marinho, os pedidos passaram de aproximadamente 800 em 2022 para mais de 6 mil em 2025.
“As recuperações judiciais cresceram exponencialmente nos últimos anos. Eram 800, em 2022. Elas passaram para mais de 6.000 em 2025. Está claro de quem é a culpa”, afirmou.
O dado deve ser utilizado pelos aliados de Flávio como argumento para sustentar a crítica à política econômica do governo Lula.
A campanha também pretende explorar a combinação entre juros elevados e perda de renda disponível como fatores que pressionariam tanto os consumidores quanto as empresas.
Nesse discurso, a sequência de pedidos de recuperação judicial e falências passa a ser apresentada como consequência da condução econômica do governo federal. A estratégia deverá ganhar espaço na comunicação eleitoral de Flávio nas próximas semanas, especialmente com a proximidade das eleições.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



