Carlinhos Bezerra começa a cumprir pena de 36 anos por matar ex e namorado dela em Cuiabá
Condenado pelo assassinato de Thays Machado e Willian Moreno segue preso enquanto defesa recorre da decisão do Tribunal do Júri
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A juíza Mônica Perri, da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, determinou o cumprimento provisório da pena de 36 anos de prisão aplicada a Carlos Alberto Gomes Bezerra, o Carlinhos Bezerra, condenado pelos assassinatos da ex-companheira, Thays Machado, e do então namorado dela, Willian César Moreno. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (9), após a defesa apresentar recurso de apelação contra a condenação definida pelo Tribunal do Júri em 31 de julho.
Com a determinação, o processo foi encaminhado ao juízo da execução penal. Perri também remeteu a apelação ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e estabeleceu prazo para que os advogados apresentem as razões do recurso. Na sequência, o Ministério Público deverá apresentar a resposta à defesa.
Carlinhos foi julgado pelos crimes cometidos em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Thays e Willian foram mortos a tiros em frente ao edifício Solar Monet, por volta das 17h. Segundo a acusação, o casal foi surpreendido em uma emboscada preparada por Carlinhos, que os seguia desde o dia anterior.
Conforme a denúncia do Ministério Público, os homicídios foram cometidos por motivo torpe, com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas. No caso de Thays, a acusação também apontou feminicídio em contexto de violência doméstica e de gênero.
A investigação apontou que Carlinhos vinha perseguindo Thays de forma ostensiva nos meses anteriores ao crime porque não aceitava o fim do relacionamento. Durante o processo, foi atribuída a ele a frase: “Se não ficar comigo, não ficará mais mais ninguém”.
Os jurados condenaram Carlinhos a 20 anos de prisão pela morte de Thays e a 16 anos pelo assassinato de Willian, totalizando 36 anos de reclusão.
Na sentença, Mônica Perri negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou a manutenção da prisão para execução imediata da pena, com base no Tema 1.068 da repercussão geral do Supremo Tribunal Federal (STF). De forma alternativa, a magistrada também justificou a permanência da prisão pela necessidade de garantia da ordem pública.
Carlinhos respondeu ao processo preso no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, onde permanece detido.
Com a determinação, o processo foi encaminhado ao juízo da execução penal. Perri também remeteu a apelação ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e estabeleceu prazo para que os advogados apresentem as razões do recurso. Na sequência, o Ministério Público deverá apresentar a resposta à defesa.
Carlinhos foi julgado pelos crimes cometidos em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Thays e Willian foram mortos a tiros em frente ao edifício Solar Monet, por volta das 17h. Segundo a acusação, o casal foi surpreendido em uma emboscada preparada por Carlinhos, que os seguia desde o dia anterior.
Conforme a denúncia do Ministério Público, os homicídios foram cometidos por motivo torpe, com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas. No caso de Thays, a acusação também apontou feminicídio em contexto de violência doméstica e de gênero.
A investigação apontou que Carlinhos vinha perseguindo Thays de forma ostensiva nos meses anteriores ao crime porque não aceitava o fim do relacionamento. Durante o processo, foi atribuída a ele a frase: “Se não ficar comigo, não ficará mais mais ninguém”.
Os jurados condenaram Carlinhos a 20 anos de prisão pela morte de Thays e a 16 anos pelo assassinato de Willian, totalizando 36 anos de reclusão.
Na sentença, Mônica Perri negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou a manutenção da prisão para execução imediata da pena, com base no Tema 1.068 da repercussão geral do Supremo Tribunal Federal (STF). De forma alternativa, a magistrada também justificou a permanência da prisão pela necessidade de garantia da ordem pública.
Carlinhos respondeu ao processo preso no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, onde permanece detido.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



