Eduardo Bolsonaro acusa PF de ‘abuso de poder’ contra produtora de Dark Horse alvo de operação
Ex-deputado afirma que Karina da Gama estaria sendo pressionada a fazer delação e critica investigação conduzida contra instituições ligadas a ela
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acusou a Polícia Federal de praticar “abuso de poder” contra Karina da Gama, produtora do filme Dark Horse, que foi alvo de uma operação deflagrada nesta quinta-feira (10).
Em uma publicação no X, Eduardo afirmou que Karina estaria sendo pressionada a firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o ex-deputado, a produtora teria rejeitado a possibilidade por entender que não teria informações a apresentar às autoridades, uma vez que, segundo ela, não teria cometido irregularidades.
“Fishing expedition é coisa do passado, negócio hoje é EXTORSÃO via ABUSO DE PODER da QUADRILHA mesmo”, escreveu Eduardo.
Na mesma publicação, o ex-deputado mencionou Mauro Cid e Filipe Martins, investigados no caso relacionado à tentativa de golpe de Estado. Eduardo afirmou que Cid teria cedido às pressões para colaborar, enquanto Martins estaria resistindo.
“Filipe Martins resiste bravamente, mas outros já cederam, como Cid”, afirmou.
Críticas a Alexandre de Moraes
Eduardo também direcionou as críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o ex-deputado, a investigação contra Karina e as instituições ligadas à produtora seria utilizada como uma espécie de “cortina de fumaça” para ocultar supostas irregularidades envolvendo o ministro e familiares dele.
Entre os pontos citados por Eduardo estão contratos que, segundo ele, teriam sido firmados com a esposa de Moraes, além de cartões de crédito com limite de R$ 300 mil que os filhos do ministro teriam recebido do banqueiro Daniel Vorcaro.
“A verdade é que este sistema podre está desesperado por uma cortina de fumaça para esconder os contratos milionários da esposa de Moraes, o cartão de crédito de R$ 300.000 para cada filho”, afirmou.
O ex-deputado também fez referência a um suposto jatinho avaliado em R$ 50 milhões que, segundo ele, teria sido destinado à mulher de Moraes.
“O jatinho de R$ 50 milhões de Vorcaro para a mulher de Moraes… aqui está o desespero deles, que conta com total apoio de Lula”, escreveu.
Produtora teria recusado delação
Karina da Gama foi alvo da operação da Polícia Federal nesta quinta-feira. Além de produzir Dark Horse, ela é proprietária do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e da Academia Nacional de Cultura (ANC), instituições que também foram alvo da ação.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles na coluna de Igor Gadelha, pessoas próximas à produtora teriam sugerido que ela avaliasse a possibilidade de negociar um acordo de delação premiada.
Karina, no entanto, teria recusado a proposta. Conforme os relatos, ela teria dito a interlocutores que não teria informações a fornecer às autoridades porque não teria cometido irregularidades.
A declaração de Eduardo ocorre no contexto da operação que teve Karina e as instituições ligadas a ela entre os alvos. O ex-deputado sustenta que a produtora estaria sendo submetida a pressão para colaborar com as autoridades, enquanto ela, segundo os relatos apresentados, mantém a posição de que não teria irregularidades a revelar.
Em uma publicação no X, Eduardo afirmou que Karina estaria sendo pressionada a firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o ex-deputado, a produtora teria rejeitado a possibilidade por entender que não teria informações a apresentar às autoridades, uma vez que, segundo ela, não teria cometido irregularidades.
“Fishing expedition é coisa do passado, negócio hoje é EXTORSÃO via ABUSO DE PODER da QUADRILHA mesmo”, escreveu Eduardo.
Na mesma publicação, o ex-deputado mencionou Mauro Cid e Filipe Martins, investigados no caso relacionado à tentativa de golpe de Estado. Eduardo afirmou que Cid teria cedido às pressões para colaborar, enquanto Martins estaria resistindo.
“Filipe Martins resiste bravamente, mas outros já cederam, como Cid”, afirmou.
Críticas a Alexandre de Moraes
Eduardo também direcionou as críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o ex-deputado, a investigação contra Karina e as instituições ligadas à produtora seria utilizada como uma espécie de “cortina de fumaça” para ocultar supostas irregularidades envolvendo o ministro e familiares dele.
Entre os pontos citados por Eduardo estão contratos que, segundo ele, teriam sido firmados com a esposa de Moraes, além de cartões de crédito com limite de R$ 300 mil que os filhos do ministro teriam recebido do banqueiro Daniel Vorcaro.
“A verdade é que este sistema podre está desesperado por uma cortina de fumaça para esconder os contratos milionários da esposa de Moraes, o cartão de crédito de R$ 300.000 para cada filho”, afirmou.
O ex-deputado também fez referência a um suposto jatinho avaliado em R$ 50 milhões que, segundo ele, teria sido destinado à mulher de Moraes.
“O jatinho de R$ 50 milhões de Vorcaro para a mulher de Moraes… aqui está o desespero deles, que conta com total apoio de Lula”, escreveu.
Produtora teria recusado delação
Karina da Gama foi alvo da operação da Polícia Federal nesta quinta-feira. Além de produzir Dark Horse, ela é proprietária do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e da Academia Nacional de Cultura (ANC), instituições que também foram alvo da ação.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles na coluna de Igor Gadelha, pessoas próximas à produtora teriam sugerido que ela avaliasse a possibilidade de negociar um acordo de delação premiada.
Karina, no entanto, teria recusado a proposta. Conforme os relatos, ela teria dito a interlocutores que não teria informações a fornecer às autoridades porque não teria cometido irregularidades.
A declaração de Eduardo ocorre no contexto da operação que teve Karina e as instituições ligadas a ela entre os alvos. O ex-deputado sustenta que a produtora estaria sendo submetida a pressão para colaborar com as autoridades, enquanto ela, segundo os relatos apresentados, mantém a posição de que não teria irregularidades a revelar.
Publicado originalmente em infoverus.com.br



